O inverno absoluto dos meus lábios
Contra a parede do quarto
Imaginando na tua boca estar fazendo fricção
Me convence a cada segundo
Que o cimento não tem teu gosto
Que a distância que nos separa
É como a cal que sustenta o prédio
E alimenta ainda mais o meu desgosto.
Tão triste e árida, a falta do ser amado, queima os lábios, o corpo, a alma!
Lindo poema de dor!
beijos
Precisei sentar... e ficar...
Pude eu, assim deixar em mim despercebido,
mas, não quis...
E agora (mesmo que tão simples) neste assento inesperado,
acabei deixando aqui, algo que dissesse a Você,
quão lindas são elas... (tuas palavras).
Adorei.
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