Atirei um limão nágua
De pesado foi ao fundo
É ainda assim que sinto
O amor profundo por ti
Tão alegre que viera
E, triste, voltaste a ir
Porque se quebrou a pedra
De um anel que vidro era
E vibrou intenso o coração
Feito Terezinha indo ao chão
Sem que homem algum outro
A acudisse e ali logo a amasse
Assim mesmo como agora
Estou no palito, amor
Trouxa, quase aquela roxa flor
Porque dizes que entusiasmo
Apenas era e o amor pouco
Acabou-se, diga adeus e vá
À ponte de Paris
Que eu não vim ao mundo
Para não ser feliz, não mais bem me queres
Tem quem queira e vou
Até amar mais outra pessoa
Começar outra brincadeira
Dar um jeito de acabar com a choradeira
Roda gigante, volta por cima
Sacudindo a poeira
(Se bem que sempre te amarei, eu sei)
Ciranda, cirandinha vamos dar a meia volta...sempre...
beijos...
Juli....
linda a tua ciranda da vida.
Me deu vontade escrever de novo, sobre amores que escravizam
nossa memória, e nos fazem querer dizer: embora eu saiba que vou te amar para sempre....
Bjs, voltarei para votar!
Bonito teu recorte de cirandas e cantigas de roda.
O amor tem também isso de infantil e perene.
Gostei de botão, como dizes.
Adorei esse "pupurri " e que virou uma poesia e tanto! Votado com vontade. Um abraço mineiro.
anamineira · Alvinópolis, MG 26/9/2007 11:44
Na mosca, Aninha.
Quando ouvi da morte do Marcel Marceau deu-me essa sintonia com as coisas das crianças que fomos. E desembestei a fazer versos cantando as cantigas da menice. Vovó Marinalva ajudou a lembrar de algumas. E ficou assim.
Grata.
Beijin
Recorte de cirandas é um bom título.
Devia ter pensado nisso antes.
Sei não porque não pensei.
Agradecida seo Bauer.
Linda és tu, Tum.
Memória é pra isso.
Vez que outra pintam umas lembrancinhas e, pode!, ainda dói.
Beijin.
Dona Cíntia,
Quanta honra!
Gratíssima.
Beijin.
Juli
Honra? Honra tenho eu de te encontaar no Over e no globo virtual, rs
O gato não morreu, não morre, temos 7 vidas...Poeta é assim e assim você é.
Poetiza das mais leves, arranhando nossos corações.
Beijin de beija-floridos e beijaflorados nesta primavera gostosa...
votei...
"Senhora Dona Cândida, descubra o teu rosto, o teu rosto é de prata, quero ver a tua cara", Muito bom, Juli. Gostei dos trocadilhos, do jogo de palavras!
Beijo grande
Glaiddhe, Cintia, J. Alves,
Gentis é que sois, pessoas de almas generosas.
beijins
Juliana! Que lindo! Sabe que eu tenho também um poema, com trechos de cantigas e brincadeiras! Qualquer dia eu posto e te aviso para vermos as semelhança e as diferenças, claro! Muito bom! Vtdo! Abraços!
Nydia Bonetti · Campinas, SP 27/9/2007 09:25
Juli...passei de novvo por aqui...
beijos.
Juli, cirandinha boa de recomeços. Corrida aos novos encontros por fazer de conta que rompimentos são brincadeiras; propostas de estar feliz.
bjin.
Essa ciranda quem me deu foi Juli , que mora no Porto, do lado de lá....
BEIJIN
CRIS
Cris,
Falas de Lia, de Itamaracá, por certo.
Que bela lembrança de Teca Calazans... e Quinteto Violado.
Muito me honra.
Grata.
Franck,
A busca incessante da felicidade (BIF) impõe-se.
Beijin pra tu (cuidado o baton na gola, guri!)
De novo agradecida, Cíntia.
Tô no aguardejo do teu cirandá, Nydia.
Promessa é débito.
Só tem urgência, não tem pressa.
---
Povo, tá evidente que isso feito novidade não é.
Té música cantada pela Bethânia com versos no estilo tem.
Apenas, também lembrei e igual fiz, como Nydia e, por certo, muitas pessoas outras .
Também
chuva,
amor,
lua,
mar,
paixão,
sexo bom (pouco li sobre sexo ruim),
revolução,
opressão,
liberdade,
dor,
homem,
mulher,
criança
e bicho,
nada novo é,
e falamos em versos,
há muito,
diumtudo,
e tem uns mais lindos
outros muito inteligentes são,
ora pois.
beijins.
Juli(nda) ,
que coisa boa sua ciranda. De certo ela me lembrou a infãncia, mas mais do que isso me lembrou como a criança lida muito melhor do que o adulto com a ciranda da vida. Quantas e quantas vezes, menina, entrei na roda, disse um verso bem bonito, dei adeus e fui-me embora, numa boa, sem chorar, espernear, achando natural que atrás de mim viesse um trem de gente fazendo a mesma coisa. A gente cresce, aparece e não quer mais cirandar, não quer que venha ninguém depois da gente...E vem vc, criançamente, e ensina que a vida é começar de novo, e que a cada volta da ciranda tem sempre alguém a quem a gente vai amar por toda a nossa vida.
Beijo grande menina que mora no meu coração pra toda a vida.
Gosto quando tu gosta, Frann.
Parece até feito pra tu.
(Se fosse eu, acreditava - rsrsrs.)
beijin
Ize,
Perdãos mius por tão atrasada de te agradecer, amada amiga de todas as horas.
Onde mora a bela condessa, linda de França, onde nasceu?
Fui no tororó beber água...e achei, na releitura poética de Juli, as colegas de outrora, cantando e rodando de saias ao vento, no pátio, para bulir com as cirandas pecaminosas dos meninos...Que viagem!
Que coisa...como eram lindos todos...em ciranda...
Cintia Thome · São Paulo, SP 13/3/2008 08:47
Ih! Frazão, não fosse a Cintia, amada nossa, ter vindo aqui nessa hora grave da história (porque estamos vivas as almas tudo é grave), não fosse ela, eu nem ia te agradecer de ter vindo rodopiar comigo em ciranda, sisquicida que fui.
Então, tá agradecido, amigão.
Roda cutia, de noite e di dia, comendo melancia, lá na casa da titia.
---
Cintia, grata por tua presença linda amiga e meiga.
Beijin.
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