CLÍTIA
Estou atado a um destino
Como a um rochedo
Por séculos serei um girassol
Acorrentado à luz.
Tu que roubaste
O fogo dos deuses para coloca-lo
No coração dos homens,
Liberta agora meus olhos dessa escuridão .
Preciso curar-me,amigo,
Dessa claridade
Quero sombras para drenar
Essa luz que não me dá sossego
Ensina-me um jeito de abrandar
O fogo e de expulsá-lo.
Poxa, Luana! Muito boom, hein!
Prato cheio para os filósofos, esses versos teus!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
Olá Luana, o Carlso tem razão. Muito bom o teu poema e dá panos para muitas reflexões...
abração
Lindos, Luana!
A imagem e o poema!
bjs.
"Essa LUZ que não me dá sossego"...
Muito bom!
"um girassol acorrentado à luz"...
perfeita imagem do suposto castigo deste fogo que não se abranda.
Maravilhoso!
beijos
muito bom...dá pra olhar de vários ângulos e e refletir
adorei!
bjos
Puxa! Pude ver um eclípse.
abço.
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