As ventas a contra vento aventando viração.
Virando-se a sotavento verse-á versejação.
Tal não há palavra já, que jaz é palavrão
Verseja que viceja, logo rima no chão
Longarina sombreada alongada no logão.
Nada há que não haja tão chã
Se agir haverá também, sapo, rã
Reaja. Manteiga derretida.
É pedra sabão, é pau é pedra é pão.
Menino que surrupia, o vento cochicha. Pã!
Seu poema me fez lembrar uma charada comum aqui no Norte de Minas. A pergunta: Deus e o diabo fizeram uma farra, uma e quatro. A resposta: pãdemonio!
raphaelreys · Montes Claros, MG 6/1/2009 14:56
Que loucura !
Lembra-me:
A luta de Pã e Apolo
O duelo da música
Pessoas queridas,
Estava com um vírus no pecê, só hoje retorno as lidas e escritas. Grato pelas apreciações.
Virando-se a sotavento vers-e-á versejação.
Enfim:
Virando-se a sotavento ver-se-á versejação.
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