COGUMELO DO ENTE
O ser humano é um ser doente
Que no viver é persistente
Mas no amar é tão carente
Na massa humana há tanta gente
Alienada, incoerente,
Ou irritantemente negligente
É um absurdo, entrementes,
E até covardia que se tente
Envolvê-la em incidente
Nuclear, incandescente.
Mas de repente
Do poder uma corrente
Discordante dissidente
Vem sem olhos vem latente
Provocar o acidente
E finalmente
O povo sobrevivente
Que se proteja e se contente
Consciente ou inconscientemente
Com um simples repelente
Um filtro solar de fator insuficiente
Vencido e ineficiente
Amigo Robert, Que imágem luzente! Sinceramente, fico contente em ler constantemente teus poemas exelentes. Meus sinceros aplausos.
Carlos Magno.
Grande Carlos!
Fico contente com sua presença!
Um forte abraço.
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