rédea / cavalo / estribo / sela
pelego / chapéu / porteira / cancela
campos / planícies / corrutela
nuvens no céu...
chuva...
tramela !
(...liberdade é vento na cara
é sol / movimento /
é sereno em noite de lua clara...)
é só parar de chover
que na viola quero me perder
tereré / fogueira / chamamé a noite inteira
num bailão de arrastar o pé.
"ficar no galpão?
na beira do fogão ?
não é coisa de peão !"
Um poema onde as palavras caem como notas musicais, Rangel!
silvino · Reino Unido , WW 7/8/2007 14:14
Poema Pantaneiro da mais pura alva. Abçs. Benny.
Benny Franklin · Belém, PA 8/8/2007 16:45Este poema já nasceu canção, o máximo, andre
Andre Pessego · São Paulo, SP 9/8/2007 15:44Beira de fogão...Gostei Rangel, muito gostoso.votado
Cintia Thome · São Paulo, SP 9/8/2007 19:49Oi... admiração por sua poética , que traz a beleza e a sensibilidade do homem-pantaneiro que tão bem faz a estes meus olhos de sal... Volte sempre. Abraços
analuizadapenha · Natal, RN 10/8/2007 08:40
Da Porto Geral escuto o trote da polca e a melodia telúrica que rompem o violão-porteira do Rangel Pantaneiro.
Liberdade às palavras dançarinas que pulam corda de viola. É isso aí.
Gostei imensamente,dei meu voto.Minha lua hoje nõ apareceu rsrsrs chove no Rj,mas como sou Clara consegui chegar a tempo de votar...
Coisa de pião.Beijos meu querido
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