Coisas que eu queria nascer sabendo:
A arte do insulto
O cultivo do mal
A raiz do ódio
Mas aquele ódio visceral
Onde é o fim a linha?
Cadê a luz no fim do túnel?
No final da tudo certo?
Esse certo é volúvel?
Quero também saber
Se o amor é eterno
Ou eterna é capacidade de amar?
Quem inventa essas babaquices?
E quem nos faz acreditar?
Ah, quer saber?
Vou é sentar num bar
Pedir uma garrafa de aguardente
Beber até
Me embriagar
Quem sabe entre os meus
algum disposto a ensinar.
Bom tá aí
não gosto do final e
não consigo escrever outro
resolvi jogar pra frente
se alguém quiser....
Taí, pois eu quero. Quero também desejar o reconhecimento além deste círculo tão dedicado, tão capaz de acreditar. Felicidades, (pra que parabens?). andre
Andre Pessego · São Paulo, SP 8/6/2007 23:16
senhorita, não precisa outro final, está perfeito, mas eu diria que:
agente sabe tudo isso, o bom é que agente esconde.
forte abraço, carregado de beijos!!!
Obrigada querido
e deve ser isso sim
se a gente não sabe, algum motivo tem
affffffffffffff
Srta Muller!!!
Não seria vc...
Se alguem o terminasse.
Está muito bom.
]Um bj sabor graviola
Certo Senhorita
adoro continuar
histórias inacabadas.
Principalmente
se elas me cabem
desatinada.
Beijinho, e me aguarde.
Não sabia que nascera quando nasceu
Jamais saberia coisa mais certa de que morreria
Da luz ao breu do túnel
aguardente que sabe a mel
sem gosto pelo final
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