Renascer de uma concha
Fingir ser uma deusa
Para redescobrir o mundo
Falar baixo
Sentir mil medos
Não lembrar de certos poderes
Calar os amores de Marte
Enrubescer com o frio dos alheios
Me distanciando dos erros mortais
Lágrimas curativas correm pelo meu rosto
O coração começa a se reconstruir
Em baixo de edredons crio meu novo Mundo
Ao som de músicas dos Deuses
Faço tudo ser diferente
Amanhã vou sair do mar
Para voltar a amar
Que massa, Milena!
Mais uma vez o amor se retratando na mitologia do "ser gente"...
Abraço!
É sempre um dom renascer, sair assim liberta das espumas do mar profundo da poesia.
Cida Almeida · Goiânia, GO 12/3/2007 11:21
Realmente é um dom...
Mas algo tão dificil de fazer!!!
Que bom que vcs gostaram!!!
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