como se fosse absurdo
um menino-monge
dizer da lua e do escuro
das dobras do tempo
e do musgo
da areia e de Netuno
da esquina aberta
e do ver-mundo
como se fosse absurdo
menino-menino
ponta-cabeça no abismo
sorriso largo contra o céu
barriga nova
pra dormir criança
e não-silêncio no quarto
das flores e das velhas senhoras.
obrigado, Roberta.
fico feliz que tenha achado bonito.
Eu adorei este trabalho, José. Meus Aplausos.
Carlos Magno.
Legal. Ora parece um canto de Quintana, ora uma letra de Zé Ramalho (com ecos de Avohai e Chão de Giz). Finda que é nem um, nem outro. É o José Menin, sapecando pela Poesia, livre como borboleta, ladino que nem menino. Abraços.
Pepê Mattos · Macapá, AP 14/5/2007 00:09
obrigado, Pepê.
fico feliz pela comparação com o Quintana e com o Zé Ramalho, pois gosto muito dos dois.
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