Voz que não cala polui
Humor que embota destrói
Escuridão que chora invade
Momento singular foge
Nuvem branca arrebenta
Sol amanhecido clareia
Tarde manhosa fugida
Eu, perdido trombo.
O ritmo é delicioso e combina perfeitamente com o caminhar desses circustâncias. Só falta o encontro do perdido que "tromba".
Gostei muito.
beijos
Olá, Saramar!
Agora você me deixou mais confuso. (risos)
Sou meio obscuro, deve ser influência dos inconsciêntes símbolos que rompem no compor das letras...
Beijo agradecido
José, te achei de novo, rsrsrsrs.
Comfuso, embotado, tromabado, céus, o que acontece com esse homem de pensamentos tão claro?
Acho que anda enfronhado em muita "consciência coletiva", captando todas as nossas confusões...
Grande abraço, menino!
Branca!
Veja, olhe as sombras que a claridade faz, mas cuidado!...
Agradecido.
Voltei José para votar e para reler o poema.
Prometo que vou prestar mais atenção nas sombras... mas continuo querendo a claridade dos dias...
Super beijos
Este ultimo verso, é mesmo muito bom.
Votado, José.
abrç.
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