O pássaro que acaricia aquela árvore com seu canto
Também toca minha alma com sua cumplicidade suave
O ar que nos invade inflando o peito
A brisa qual véu que nos descobre o corpo
Aos raios do sol cálido e terno da manhã
No momento exato em que a percepção
Limita-se ao contemplar descompromissado com a verdade,
Aceitando calmamente a emissão em tons de verde
De um ser canoro e majestoso que sem dúvida cumpria seu papel
Com tanta eficácia que transmitia felicidade
A quem quer que se permitisse
Homem ou árvore,
Sol ou chão ou vento...
Apenas mais um registro de sintonia com o eterno...
Nossa!! muito sensivel tuas palavras...
agradavel de ler, de sintonizar-se com o eterno.
um grande abraço e belo trabalho.
Valeu meu irmão pela força e delicadeza. Abraços fraternos. Luz e paz.
Eduardo de Oliveira · Teresina, PI 14/7/2010 18:21Para comentar é preciso estar logado no site. Faa primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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