Naquele lugarejo com uma única rua e mais ou menos trinta casas, não se falava d’outra coisa a não ser do Lobisomem. Era uma unanimidade! Aquela cachorrada que passava latindo todas as noites, era mesmo denunciando a presença do bicho. Quando caia a tarde era grande a preocupação. Muitos botavam cruzes nas portas e dentes de alho nos bolsos para espantar a maldição. O medo era manifesto. Alguns falavam baixinho como se ele estivesse ouvindo. Mas tinha os que diziam temer só pelas crianças que ainda não tinham recebido o batismo, e ali eram pelo menos seis.
Era lobisomem e ponto! Especulações, só quanto à origem do bicho. O homem da venda disse já tê-lo visto descendo a serra e que por certo não era dali. Um freguês comentou - Só pode ser coisa daquele casal do pé da serra, dizem até que o homem perdeu um pedaço da orelha num acidente, sabe-se lá como! Não deve mesmo ser boa abelha! - Disse. O referido casal morava ali há apenas dois anos e não tinha aderido completamente os costumes da comunidade. Plantavam vegetais e criavam animais, apenas o suficiente para se nutrir, e quase não aparecia na feira de trocas, o que aguçava mais e mais a curiosidade de todos.
E o burburinho não parava. Um homem afirmou ter peitado o bicho de frente e até lhe dado um golpe com sua peixeira; gabava-se. Outro confirmou o feito, lembrando que o homem do pé da serra, tivera o tal acidente na orelha no mesmo período, e que devia ser ele mesmo o bicho. Foi então que uma mulher tagarelou - É isso mesmo! Vai ver que nem casados são! Outra acrescentou - E nem filhos têm, vai saber por que! - Os demais moradores, só de ouvidos! Ficavam cada vez mais firmes em suas suspeitas.
Foi ai que o morador do pé da serra não agüentando mais o falatório, tomou uma atitude. Afiou uma grande faca e ao anoitecer saiu à procura do bicho. Ao sair de casa com a faca em punho, sua mulher ficou na porta olhando até que ele sumiu na paisagem. Um tempo depois, lá vem ele cabisbaixo e com ar de tristeza. Foi então que a mulher lhe perguntou: - O que houve homem? Diz logo, pelo amor de Deus! – Nem te conto mulher! – Fala logo homem! - Foi então que ele contou: - Quando entrei na parte mais escura do caminho, de repente, me apareceu um bicho grande pulando e veio com as patas dianteiras levantadas pra cima de mim; era nossa cachorra...... - E tu tocaste a faca nela, não foi homem... – Mas que nada mulher, eu dei foi um grito feio!
Ocorre que a cachorra do casal, uma mestiça grande, de cor preta no dorso e marrom na barriga, estava no cio, até ai tudo bem, se não fosse o fato d’ela atrair a cachorrada, trazendo à luz caprichos e fragilidades humanas.
Pedro Monteiro · São Paulo (SP)
Muito bem descrito.
Faz a gente ler do principio ao Fim.
Um Bom roteiro com um banho de luz na supertição.
Uma História que acaba com esclarecimento.
Sabe usas as palavras e tornar o tema agradével.
Contribuicáo para inmstruir sobre supertição sem criar novos superticiosos.
Do tipo de estilo que admiro e considero ser contribuição louvavel para a formação da Juventude. Instruir sem fanatizar ninguém.
Trabalho de muito merecimento.
Parabéns.
Abraço Amigo.
Amigo Azuir seja sempre muito bem-vindo por aqui.
Quero te agradecer pela visita e pelo comentário.
Abraços
Pedro Monteiro
Lembranças da infância, das luas cheias...
Belo conto. Parabens
ab
Cintia, era uma lua prateada, levavamos bancos e cadeiras para o terreiro e era miuito agradável aquele "senta que lá vêm histórias"·
Muito obrigado amiga por participar.
Abraços
Oi, Pedro!
Belo e instigante conto.
Parabéns.
Abçs.
Olá meu caro Benny, quero te agradecer pela participação e te enviar um grande abraço.
Pedro Monteiro · São Paulo, SP 16/2/2008 12:13
Pedro, ótimo conto, gostoso de ler!
Paulo Esdras · Brumado, BA 16/2/2008 12:32
Paulo meu amigo, muito obrigado pela visita, é sempre muito bom tê-lo por aqui.
Um abraço a você.
Ah! Paulo, as histórias de lobisomem que minha avó contava!
Ninguém conseguia dormir depois rs Legal mesmo!
Pois é minha amiga Ana, e geralmente os bichos são feios e perigosos, quando na verdade, pelo menos nesse causo, era uma linda e dócil cachorra.
Abraços
Pedro,
No meu lugar, um certo dia, como que por milagre ou maldição, amanheceu qualhado de gente estrnha: garimpeiros, na sua maioria do vale do baiano do S. Francisco. Gente cheia de crenças ("crendices diziam os padres das Santas Missões"). Já tinha lobisomem de quando em vez, com achegada desse pessoal a cada ano aumentava as aparições....... E na medida que aumentavam os lobisomem aumentava o índice demográfico. Então já se tornou por hábito se associar lobisomem - com "perdição".
Moças "perdidas", modernamente "prenhas" mesmos. Assim continuo acreditando nos dois - creio em lobisomem, e acredito (e até gosto) de moças "emprenhadas". Emprenhadas, se com prazer, seja dito e Bem-dito. um abraço andre.
Esqueci, vou votar amanhã pra continuar por mais tempo na fila de votação. Ando assim - contra o tempo.
Andre Pessego · São Paulo, SP 16/2/2008 12:58
André meu querido amigo, Viva a cultura, e por que não, a cultura popular.
Abraços
Pedro,
Adoro seu jeito de "contador de causos"!
bjk
Sou de Varginha, a "Terra dos Ets". Já pensou que histórias você pode criar nesse cenário? Aguardo seu "roteiro".
vanreiss · Rio de Janeiro, RJ 16/2/2008 14:01
Adoro este tipo de conto !!! Uauaua !!!
Parabéns!!!!
Lembrei-me de um poema de uma amiguinha minha só tem 26 anos, mas já poeta desde nascida:
LOBISOMEM
Eu corro
me escondo
eu resisto
eu insisto
nessa agonia
Oh! Teimosia
que me persegue
que me encurrala
sem saída
medida perdida
eu insisto
eu não resisto
você me consome
larga-me lobisomem
as luzes somem
a lua se esconde
sai de mim!
Com seus olhos castanhos
e dentes de marfim.
Eu corro
me escondo
e ouço o estrondo
Pronto!
Pegou-me de novo!
(Priscila Mondschein)
Marília, realmente é muito interessante o poema da Priscila.
E eu fico muito agradecido por sua participação no meu conto.
E te envio um forte abraço.
Vanreiss, muitíssimo obrigado por participar do meu conto.
Quanto aos ETs de sua terra, se for da sua vontade, poderemos fazer um conto em parceria, o que para mim, será motivo de satisfação.
Abraços
Cris, minha queirda amiga.
Fico feliz por sua participação, e por seu comentário carinhoso.
Beijos
maravilha irmao
a lua estah em nossas veias...diz o uivo
Wado meu amigo, muitíssimo obrigado, por comentar e votar.
Foi com seu voto que este conto passou para a galeria dos "Definitivos"
Abraços
Muito interessante conto.
Parabéns Pedro.
Votado.
Beto, apareça sempre, ou bote um banco pra fora e me chame pra prosiar.
Abraços
Pedro,
parabéns pelo conto, que é cheio de imagens e nos faz lembrar as casinhas do pé da serra, tão comum por esse mundo de meu Deus.
Abraços
Companheiro Pedro,
Tenho sempre acompanhado o que você escreve e - confesso - que gosto muito dos seus textos.
Este conto é especialmente agradável.
Voto. Ofereço mais nove pontos (com louvor).
abrs,
Caro Pedro! Viajei por 14 anos no Meio-norte e Norte. No Maranhão acompanhei o causo de um lobsomem que assombrava as noites e matava cabritos e bodes. Matou a cria de um valente e o homem saiu no encalço. Lugar muito pequeno, montou campana e deu de frente com o bicho. Matou no cabo de machado. Quando tirou o couro de lobo era um vizinho que estava dentro. Pura artemanha cabocla!
raphaelreys · Montes Claros, MG 16/2/2008 16:46
Muito obrigado Rubenio Marcelo!
Fico feliz que tenhas gostado. E fico aguardando os votos.
A você um grande abraço amigo.
Raphael!
Rapaz, esse cabra que você descreve é mesmo macho!
Matar o bicho à cabada de machado não é pra qualquer um.
Abraços a você meu amigo.
Georgina Maria!
Muito obrigado por sua participação.
Beijos
Um belo conto, Pedro. Boa narrativa, movimentado, e por mais que saibamos da ficção, tem ares de realidade e prende o leitor. Também nasci em uma pequena cidade e no tempo das histórias, coisas escabrosas. rsrs. Parabéns e voto. abraços.
Marco Bastos · Salvador, BA 16/2/2008 17:07
Marco Bastos, meu amigo!
Quero te agradecer pela gentileza do comentário e do voto.
Abraços
Pedro, o conto é muito interessante porque tem algo diferente do lugar comum das histórias de lobisomem. A leitura prendeu minha atenção, de tal modo que não pude achar o final do seu conto de muita imaginação.
As especulações caminharam pelo 'possível fato' e você deu o pulo de gato. Parabens!
Grande abraço,
Regina
Adorei, Pedro! Fez-me lembrar minha infância...
Abraços,
Márcia
Regina, fico marvilhado com seu comentário!
Só posso é te agradecer por tamanha gentileza.
E a você um grande abraço também.
Marcia.
Muito obrigado por aparecer por aqui.
Seja sempre muito bem vinda.
Abraços
CORRIGINDO DIGITAÇÂO: mil perdões!
Pedro, o conto é muito interessante porque tem algo diferente do lugar comum das histórias de lobisomem. A leitura prendeu minha atenção, de tal modo que pude achar o final do seu conto de muita imaginação.
As especulações caminharam pelo 'possível fato' e você deu o pulo de gato. Parabens!
Grande abraço,
Regina
Regina, não há por que se desculpar, aqui você manda!
Abraços, deste que é seu amigo>
Legal Pedro! Um bom conto, bem construído! Parabéns.
Erode Lino Leite · Campo Grande, MS 16/2/2008 18:49
Muito bom Pedro,
cheguei até me arrepiar de tanto medo. Meus sinceros aplausos e abraços.
Carlos Magno.
Pedro, mais uma história pra contar pra Mariana(neta).
Temos que valorizar as histórias infantis e tirar essa moçada do comp. e da mídia.
Muito bom texto.
Abraços.
Seu conto é muito interessante. Fez-me lembrar dos casos contados pela minha tia.Parabéns.
silviaraujomotta · Belo Horizonte, MG 16/2/2008 19:24
amigo, gostei. Embora fora de tempo, te algo pelo emaial.
abcs
Me fez lembrar de minha vó(que veja só, era piauense)...e além disso, do cheiro de mato e dos mistérios da lua...o que seria de nós sem eles? Belo conto, como sempre! Abraço...
Maniefurt · Salvador, BA 16/2/2008 19:44
Pedro. admirável escritor e admirável conto.
Bj
Muito bom, Pedro!
Gosto muito dos teus textos.
Este eu adorei!
Abraços.
Muito bom. Adoro estórias, "causos", lendas sobre lobisomens e licans.
Segue o poema Magia dos Lobos:
MAGIA DOS LOBOS
Na toca se faz valer seu pensamento noturno.
Sua enigmática forma que esconde sua doce forma de agir.
Na Lua se faz altivo em alcatéias ou não.
Se faz imponente seus uivos não me atemorizam.
Me motivam e me excitam.
Me escondo e ouço pacientemente
Oportunidade que a Lua me dará a cada cheia.
Vejo que chegastes e a mim hipnotizará até o dia clarear.
Lobo manipulando minha mente
Mistério da noite encantam mortos,
Vivos que macabramente juntos se divertem.
Na dança dos vampiros de corpos e almas.
Eu aqui fazendo magia para que o lobo em homem possa se transformar.
E no meu ouvido possa uivar.
Malu Freitas
legal, Pedro.
muito bom!!!
abraços,
Muito obrigado marcos André.
Abrços a você.
Malú, mas que lobo sem vergonha, hein!
Pegajoso que só.
Abraços
Nadya, você é muito generosa para comigo.
Obrigado
e
Abraços
Lígia, minha poetiza querida, muitíssimo obrigado.
beijos a você.
Maniefurt amiga, muito te agradeço por participar deste feito.
Abraços
JJLeandro, muito bem vindo amigo, espero contar com sua colaboração outras vezes.
Abraços
Silvia, obrigado pela gentileza do comentário.
Abraços
Ana, que bom sua neta mariana ouvindo essas histórias contadas por você, isso me enche de orgulho.
abraços
Amigo Magno, que seus arrepios me sirvam de estimulo, para assim, poder melhorar minhas criações e narrativas.
Um grande abraço.
Meu amigo Erode.
Foi com muito prazer, que recebi seu comentário.
Quero agradecê-lo pela generosidade.
Abraços
Após prender e dar de comer a cachorra, apaziguar e fazer dormir o marido, quando a lua reapareceu inteira, a mulher esgueirou-se pelo quintal da casa até a cerca de mato natural que dividia o terreno pouco da casinhola pobre em que moravam com a o restante da mata de montanha, sendo a deles a última habitação antes do breu.
Ligeira, corria leve como se a noite não lhe obstasse a vista. E não a impedia mesmo. No cume da pequena elevação, despiu-se. Pôs também as palmas das mãos no chão, balançou para trás a espessa cabeleira ruiva, que arrancava brilhos prata da lua, contraiu as nádegas e as coxas como a buscar as forças primevas em algum lugar do corpo ou mesmo no ar, aspirou fundamete o ar e, os olhos fixos nos céus, uivou. Loba que fora, necessitava ao menos por ano uma vez, na lua cheia, de inverno, no mês de agosto, fazer-se presente diante de si mesma, sendo ali, naquele tosco lugarejo, o ambiente que mais permitia o ritual sem alardes. Era como se, espreitando a lua no profundo e intenso azul notruno, mirasse as feções próprias no lago ancestral em que a matilha ia saciar a sede, quando o acasalamento da espécie ocorria com mais freqüência.
Apenas o terceiro uivo derramado, tétrico, um urro m,edonho havia já ecoado, a mulher viu-se cercada por archotes empunhados por um bando enorme de homens, nenhuma mulher a acossá-la, impelindo-a para a beira escarpada da montanha que formava com o vazio um ângulo quase reto...
(quem conta um conto...)
Inspiradora e instigante tua história Pedro, que sendo Monteiro, lançou a primeira pedra rumo a... quem sabe...
Grato pelo convite
Quis dizer na primeira lina ... à cachora, porque não se deu a cachorra de alimento a outro e, sim, comida a ela.
Perdão também pela intormissão que pode ser, sim, me ocorreu, ser considerada indevida com plenas razões. No entanto, é a vida...
Adroaldo.
É para mim um privilégio tê-lo por aqui.
Tanto o comentário que fizestes com maestria, como seu voto, é realmente, motivo de muita satisfação para este mortal que vos dá boas vindas, e lhe implora futuras aparições.
Abraços, meu caro amigo.
Querido Pedro:
Muito Bom! Me chame outras vezes!
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho
Meu querido Joca!
Sua aparição por aqui, é uma dádiva dos deuses.
Muitíssimo obrigado.
Abraços
É pedro, como amanhã o dia é corrido e o tempo não me esperou.
Nem podia, com um conto e um contar assim. Voto hoje mesmo.
um abraço, andre.
Valeu Andre,
tenha uma boa noite. E, muito obrigado por participar de mais este conto.
Abraços
Fala Pedro!
Olhei, li, gostei... votei!
Belo conto!!!
Abraços
Muito bom o teu conto, estas histórias despertam a gente, dá um medinho lá no fundo que realmente existam estas figuras que povoam o nosso imaginári, oriundos da infância que é a base de nosso trilhar vida a fora. Escrevestes muito bem e fez que se procure ler mais, quem sabe um segundo capítulo? Parabéns!
soninha porto · Porto Alegre, RS 17/2/2008 09:20
Gostei, Pedro.
Historinhas de lobisomens sabemos muitas e a sua está muito bem contada.
Abraços.
W@nder, muito obrigado pela sua participação.
Um Abraço para você.
Soninha.
Que bom esse nosso despertar para a leitura de contos.
É a prova que a grande mídia, não é o começo e o fim de todas as coisas.
Abraços de agradecimentos
Adilson.
Muito agradecido por ter comparecido.
Conte comigo.
Abraços
lembrei-me dos meus tios a contarem histórias à noite durante o café à beira do fogão à lenha em brejo velho pernambuco: aquela espectativa ...
ouvíamos abantesmados
Orlando, muito obrigado pela gentileza do comentário.
Como é gostoso relembrar os tempos, em que tudo era tão natural...
Abraços
Conto muito bem contado, estava sem internet, agora voltou, abrços, votado!
victorvapf · Belo Horizonte, MG 17/2/2008 11:52
Muito obrigado meu amigo Victor.
Sua participação para mim, é motivo de orgulho.
Abraços
Pedro, muito , mas muito bem escrito teu conto! Adorei, e lógico levou meu voto!
abraços
Pedro, mais uma das suas, heim?
Consegues escrever de modo tão criativo e enigmático que fica inevitável uma reflexão mais profunda.
Teu conto me fez lembrar dos reboliços que um bicho desses causava no lugarejo de minha infância.
O principal suspeito era um sujeito acusado de amancebar-se com a cunhada. O curioso é que qualquer outro que se mostrasse muito diferente (estranho)logo entrava para a lista de suspeitos. O bicho é tão fabuloso que dissimula as fraquesas humanas.
muito bom Pedro, assino embaixo tudo que já foi dito.
abraços
te espero
http://www.overmundo.com.br/banco/te-quero-porque-te-amo
Eu adorei esse final mais que inesperado.
Será que ele contou para o pessoal e ainda exibiu , orgulhoso, a poderosa cadela?
beijos
Pedro, acredite nisso ou não, foi por causa dessas histórias de lobisomem, São Jorge e o dragão, em 69 os homens pisando lá, tive de deixar a lua e descer pra Terra, lá não dá mais pra ficar, tá ficando insuportável, rsss, o pior é que todos esses bichos agora vem pra Terra, seja lobisomem, seja um são Jorge que nem conseguiu impedir o Coringão de cair pra segunda divisão !
Eu perco ao amigo, mas não perco a piada !
Maravilhoso teu texto, já tinha passado por ele, fiz uma leitura básica, votei, mas não dei as caras, pois tinha medo de ser reconhecido pelo lobisomem !
Um abraço, Alcanu
Muito bom mesmo !
Prendeu minha atenção do ínicio ao fim !
Obrigada pelo convite !
Já ouvi muitas histórias de bicho, mas nunca com esse final. Parabéns.
Jairo Oliveira Ramos · Aracaju, SE 17/2/2008 21:56
Pedro,
gostei muito, essa temática ainda atrai muitos leitores e deve ser presevada, faz parte do universo infantil.
abçs de betha.
Belo texto, irmão...
agradeço o convite...
Lembra bem a infância, roda de crianças e alguem de mais idade contando, além da lembrança é muito bem escrito.
um abraço Pedro.
Muito interessante este teu conto, é um convite a reflexão.
Como o ser humano é fragil! Basta uma cadela e tudo se transforma...
Abraços
Pedro, teu conto é excelente! Fragilidade x força. BRavo! Bravo!
Vanessa David · Rio de Janeiro, RJ 20/2/2008 01:18
Tita Coelho,
fico muito grato por sua participação.
Abraços
Fátima, é verdade a aparição do bicho aí pra suas bandas?
Eu que pensei, que tais coisas só se sucedesse pros meus lados! Esses bichos poderão trazer à luz além das fraquezas humanas, a importância da cultura popular.
A você um grande beijo.
Sirlei Passolongo·
Muitíssimo obrigado, e prometo ver "te quero porque te amo"
Abraços
Olá minha poetiza querida.
Se fosse eu a estrela do desvendado mistério, não só exibiria a cadela,
Como também, pediria um pouco prudência nas conclusões daquela gente.
Abraços a você.
Alcanu, meu amigo, fique tranquilo, pois o tal lobisomem não passava de uma verdade que, esqueceu-se de acontecer.
Mas que era lobisomem, era!
Abraços
Patipetista,
Muito agradecido por sua participação.
Abraços
Jairo, agradecido estou, por você ter participado deste meu postado.
Abraços
BETHA
Muito obrigado por fazer seu comentário e votar no meu conto.
Beijos
Carol Leite.
Seja bem vinda por aqui.
Abraços
J.Alves, quero agradecê-lo por comentar e votar neste conto.
Abraços
Ferry, B. Joe.
Muito obrigado amigo, e por favor me convide para ler seus postados.
Abraços
Poeta oculto,
Obrigado por sua participação, e conte comigo.
Abraços
André, que bom você ter gostado, valeu mesmo!
abraços
Vanessa, minha querida amiga, ter você por aqui, é beleza pura!
Beijos
Pedro, que fantástico esse conto! Comecei a ler e não consegui parar mais.....me pegou pelo braço e me fez prisioneira do seu coração.....ahahahahah.
Beijos querido talentoso amigo....
Olá amiga.
Eu também, acho muito bom ler essas histórias, elas reforçam a compreensão sobre nossa cultura e nossa gente.
Beijos e abraços para você.
É... o povo quando junta imaginação com maldade "fabrica" monstros horrendos, mais feios e maléficos que o lobisomen...
Mas seu texto joga luz nas trevas!
É, realmente, é uma misturéba danosa.
Mas, pode ser diferente, não é?
É quando a vida refaz a história.
Fátima querida, muito obrigado por aparecer por aqui.
Abraços
meu amigo Pedro
muito bom o lobisomem
prende nossa atenção é bastante curioso parabéns um abraço Dora votadinho
meu amigo Pedro
muito bom o lobisomem
prende nossa atenção é
bastante curioso parabéns
um abraço Dora votadinho
Dora.
Quero muito obrigado por sua participação; seja sempre muito bem vinda.
Abraços
Dora , desculpe-me; sem (quero).
Abraços
Liz, muito obrigado por atender meu convite.
Abraços
EU JÁ ATÉ ESCUTEI O BICHO UIVAR,,,FOI LÁ PRAS BANDAS DE MINAS, GRITO FEIO DE ARRIPIAR...MAS COMO EU SOU DE MINAS, O BICHO PULOU, GRITOU E UIVOU E EU FIRME BATI O PÉ E O BICHOU DEITOU!!
Anilson · São Luís, MA 24/2/2008 18:32
Pois é, amigo, o bicho é feio.
Porém muitos bem que queriam virar um, ou até mesmo um bode azul, só para chegar perto do amor tão desejado.
É coisa da imaginação.
Abraços
Oi, Pedro
Obrigada pelo convite. Cumprimentos sinceros pela tua magnífica arte.
Adicionei um link para esta tua página/overmundo no meu blogger www.olharesdaminhaalma.blogspot.com
Espero tua visita e também a tua atenção para a minha pintura Fugitiva. http://www.overmundo.com.br/banco/fugitiva
Abraço e voto!
Nossa voltei a minha infancia,,rs..Adoreiiiii
pena que meu voto só vale tres,,,rs
Abraços
M Braga M.
Muito obrigado mesmo, por ter atendido meu convite.
Abraços
Ailuj.
Estou muito agradecido por sua participação.
Abraços
Imagina Pedro,,será sempre um prazer e qdo lançar me avise sempre
beijos
Pedro, gostei.
Será que os moradores do referido lugarejo, aprenderam a lição? Ou continuaram tirando conclusões precipitadas?
Pedro, agradeço comovido tuas gentis palavras para mim. Tentarei sempre merecê-las.
Aproveito para dizer-te que burilei o comentário feito aqui inspirado nesse teu singelo conto e, com a tua licença, convido para uma releitura, já no Banco de Cultura do Overmundo. Quando puderes, se quiseres.
Convite que também estendo às demais pessoas que aqui estiveram que ainda não o fizeram.
Chama O Eclipse da loba
Agradecido.
Imagina,,será sempre um prazer e qdo lançar me avise sempre
beijos
Ailuj.
Muito obrigado por sua participação.
Abraços
pedro paulo.
Pois é, se eu tivesse poderes sobre eles, lhes pediria uma retratação.
mas essa parte, fica mesmo por conta da imaginação de cada leitor.
Querido Adroaldo.
Li "O Eclipse da Loba"
Como é bom saborear um vigoroso fruto da imaginação, concebido com a mesma sabedoria que um hábil artesão trabalha à madeira.
É assim a tua obra literária.
Caro Pedro
Você consegue elaborar um bom texto prentendo a atenção do leitor do princípio ao fim, sem o jogo sensacionalista que é comum em tema
tão árido como o descrito aqui n seu conto. É também uma bela viagem que fazemos à nossa infância quendo era muito comum narrativas fantasiosas sobre o lobisomen, mula sem cabeça e coisas do gênero.
Parabéns pela sua criatividade e talento. Hilde
Hilde.
Muito obrigado por comparecer ao meu convite, e por fazer tão importante comentário.
Abraços
ooi Pedro, muito bom o texto, me fez recordar histórias de minha infancia, de um tal homem sem cabeça.. adorei, parabéns....
beijos no coração...
Pedro, muito bom o conto! Eu conheço cidades pequeninas e sei como são estas coisas. O pessoal tem medo e fica inventando coisas a respeito de eventos e pessoas que não conhecem bem!
Gostei do final: cadela no cio que atrai a cachorrada! Bom desfecho!
Abraço!
Zingara.
Muito obrigado por ter aparecido por aqui.
Adorei sua participação.
Beijos
Obrigado amigo Luiz.
Sua participação muito me orgulha.
Abraços
Pedro,
Na vida real é mesmo assim, tememos ou rejeitamos o que não conhecemos bem. Neste caso o casal, não se enquadrava às convenções.
Abraço
Obrigado Fernando, por participar desta fantasia, e se lhe despertou, contribuindo de alguma forma para aguçar o seu pensamento, então fico satisfeito.
Abraços
Pedro como vai? quero te perguntar se o homem do pé da serra.
Não fez um reboliço na rua depois da descoberta? Bem que merecia.
Beijos
Georgina Maria.
Muito obrigado por mais este comentário.
Agradecido.
Parbens meu amigo muito
interessante em lugarejos realmente acontece disto.
o que você fez foi um resgate destas lendas
parabens votado abraços Dora
Parbens meu amigo muito
interessante em lugarejos realmente acontece disto.
o que você fez foi um resgate destas lendas
parabens votado abraços Dora
Olá Amiga.
Muito obrigado por participar desse Conto Lendário.
Abraços a você.
Adorei seu conto do lobisomem,Pedrinho,sua narratva é muito boa,nos prende até o fim,de uma forma leve e dinãmica...é um contista de mão cheia!hehe
Vou lendo os outros c calma,tá?
bjks bluezen...e obrigada pela visitinha,viu?
Raiblue.
Menina, fui surpreendido por tua visita aqui, mas que surpresa agradável.
Beijos
é, mas eles existem sim, eu sou a prova viva . huahuauhauh.
capileh charbel · São Paulo, SP 22/4/2008 19:37
capileh charbel·
Pois é rapaz, espero você naquele vilarejo mal assombrado.
Muito obrigado caríssimo amigo.
Abraço
Um bom conto que ajuda a compreender como se multiplicam as lendas.
Isabel Furini · Curitiba, PR 5/1/2009 18:07
Isabel.
Muito obrigado por aparecer e deixar sua marca, também por aqui.
Beijos.
Interessante! Já tinha esquecido desse postado aqui. Tinha atá deletado o perfil.
Grato pelos comentários.
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