Entre um copo
e um trago
eu deixo um pedaço seu
na mesa de um bar
Entre um copo
e um trago
eu te entrego ao passado
Entre um copo
e um trago
eu desvio a atenção pra outro lado
Nem disfarço
tô morrendo de amor por não ter
Entre um copo
e um trago
desmaio
mendigo
subtraio
recaio em clichês
ao dizer que te amo demais
Entre um copo
e um trago
a vida me convence que eu te perdi
e isso é inaceitável!
- Garçom...
O poeta, afinal, é ou não um fingidor? É a vida, Marcelo. Mas tome cuidado com esse papo de sempre amargar entre um copo e um trago. Tome vida e siga em frente.
Tom Damatta · Araguaína, TO 1/1/2007 13:02Não sei se ainda estás ativo no site.Vim ler este belo poema e entre um trago deixo minha leitura e carinho.
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 22/3/2012 07:56Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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