Quando o momento chegar, os tempos já haverão passado
Não haverá brisa do novo dia, nada será de fenomenal....
Nem mesmo a chuva elevará a cair-se, a esticar-se sempre...
Nem mesmo as nuvens passarão pelo o céu que já não transpirará
Nem mesmo as ondas do oceano se movimentarão a si mesmas...
Será um impacto sutil, breve e não fenomenal
Como um plasma de esferas distantes prontas a pousarem
Será o entorno da nova chuva, que não molhará
Nem mesmo alimentará.;;..nada será de preciso nesse instante
Que não haverá contagem, nem mesmo registros...
Como se guardariam os livros da mãe tempestade?
Quem daria a si mesmo o detentor dos segredos inevitáveis?
Que desenrolarão como quedas ou saltos de uma nova era...
Assim como quiserem nada será tocado, nem modificado...está
no corpo do copo onde o liquido interior é o que transbordará
Será assim mesmo: O corpo do invisível. Deve ser. e Se resumirá a
"não haverá contagem, nem registro"?
muito forte, um abraço andre.
Wadochicchan,... adorei seu poema.
E que beleza de foto. Parabéns! Tem meu voto.
Um abraço.
Saudações Wadochicchan!!!
Parabéns pela força das palavras e leveza da imagem!!!
Poesias!!!
GRANDE abraço!!!
O Wadochicchan, "tirei os sapatos" pra entrar viu? Beleza. Victorvapf.abrs.
victorvapf · Belo Horizonte, MG 22/9/2007 17:25Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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