Correndo se pôs a passar
Onde estás querida dor
Que a tempo esteves a me assombrar
Com angústias terríveis nas noites
Frias, solitárias a passar
Onde estais que não pode me calar
Calar com meu choro sofrido
Que de respostas estava a procurar
Pra onde foi que não quero mais procurar
Depois do auto-conhecimento
Correndo se pôs a passar
Espero que não voltes mais
Mas o padecer é um ser passível de retornar
Está por aí vagando
Esperando uma chance para assolar
Dor, indigna de meu choro a clamar
Que nessa melancolia me fez exaltar
A vida tão bela que sorri
Ao poeta que não quer mais chorar.
Rodriangelo Ferreira, 01:00h, 13MAR2010
Ao longo de uma passagem no deserto da alma, porque não sorri com a vida que nos sorri?
A poesia é como a vida,
se desvela em fases...
Abraços pantaneiros
Boa, seu poema tem uma suavidade muito boa, parace que vc está assoviando!!! rs
Tiago_Lyra · Salvador, BA 18/3/2010 23:52
não sei onde estás, ó dor!!!
as por favor, não chegue perto de mim de novo...
É verdade!!
As vezes esquecemos da vida de tudo que ela nos dá.
É importante saber viver.
Beijuss
ihhhhhhh poeta......essa dor sempre volta.....
e nos dilaceraaaaaaaaa......
bendita ela (a dor) ...que o fez escrever assim.
adorei.
bjsssss;
bem vinda de volta ó poesia
teu sorriso mais feliz
faz teu rosto mais alegre
abraço
Rodria,
O tempo é um lenitivo para todas as dores e tritezas.
Passa sim, ora se não!!!
e voltamos a sorrir e a cantar.
bjs
puxa, puxa... é colega estou sentindo neste momento... dói pacas viu?
votado viu?
Olá,
É sempre bom ver um conterrâneo por aqui hehe.
A dor sempre volta pra alegria não parecer sem graça não é mesmo?
Muito bom
Até breve
Ainda aprendemos assim. Caminhando entre as sombras e a Luz, actristeza e a alegria. A dor e o êxtase!
Saúde e Paz. jbconrado.
Que dor é essa, do amor? Mas é que nem bicho-do-pé, coceirinha gostosa de se levar. Um dia passa. (A propósito: ai, a minha!!!)
Belos versos, Rodria.
abraço
Acho que ninguém quer chorar....
Mas, enfim...
Um abraço
Não cheres, poeta.
E se chorar, que seja de alegria. E se não for, então volte, escreva, compartilhe que as lágrimas secam quando estamos irmanados.
Belo poema, deslizando sobre as coisas da dor que volta e meia nos espreitam. E ainda bem que rendem versos, pois sofrer é algo que ninguém quer nessa vida curta.
Parabéns.
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