correntes
como esquecermos nossas perspectivas ibéricas se ...
ensurdecedores assovios dos foguetes katyushas zunem atroadoras sinfonias a quilômetros de distância de quaisquer compreensões hermenêuticas cabÃveis irradiando coordenados solfejos sobre as cabeças de antepassados franquistas, arrefecidos nas insensatezes e histerias, afrontados com o temor implementado pelos engenheiros especialistas em ameaças dissuasivas e intimidadoras que defenderam linhas em Barbarossa
noviças soslaiamente abespinhadas a véu e gordo na ventana sobre aberta em suas vestes purificadas testemunham toda a falta de juÃzo e do senso de ridÃculo exposto ali em frente, no ateliê de Picasso
úlceras reconstituem-se confrontadas às aporias poéticas das propagandas
de sabonete sancionadas pelo artefato de desgostos
a exótica ilÃada das atrizes de Almodóvar que de tantas e ostensivas ofensas públicas, vilipêndios e inteligência desafiada culminaram perder a libido ainda no estúdio de filmagens, iniciando-se quase que de imediato em processos de busca, auxiliadas pelo comandante no heliporto com destino a lugares totalmente inimagináveis possÃveis
perguntamo-nos: serão precisamente sempre estes os fantasmas a nos prevenirem do silêncio, atormentar, que combatem e confrontam realidade contra intuição respectivamente e, cujos quais não nos abandonarão facilmente, mesmo em tempos de paz?
sexo e poder, paixão e guerra
na usina literária ibero-americana
raciocina isto comigo meu amor
a reza de quebranto proferida durante primeira
eminência quaternária da linda luz de lua acesa
enquanto
sua alma imaginosa
irresponsavelmente
peregrina
isolada
de encantamentos tolos
coração
responda francamente
tal perfÃdia
da boa fé jurada:
descansados lençóis amassados
sob os seios penas de ganso
propõe-me elegantes enigmas de esfinge
castiço-lhe os espaços, feitiços e ungüentos
as chantagens de semi-abertos cÃlios de gata
o cabernet e os cigarros sobre a cabeceira
linda luz da lua lÃvida
estarrecida céu acima
seduza-nos despender chamados
atávicos e rugidos selvagens a ti
telexogramas emitidos a sebastianistas
cegos e à analfabetos visigodos falecidos
aliviai-me dos choros, dissabores e
mágoas de homem fraco de espÃrito
sintomas de genética ruim e moleza dos
pais segundo a ciência de nossos tempos
toda sorte a minha Lorca e sua
confraria de vassalos surrealistas
não terem avistado indÃcios de
eminêntica luz de musa lua lÃgia
a sorte exaltar-me em sua exegese belicosa
asseguro-a de que serei o que você deseja
serei sempre o que você quiser que eu seja
o sangue de Jesus que circula em suas veias
por vezes Hermes Trismegisto, outras o Paulo de Tarso
em fúria de trovão esganiçado do rochedo de Gibraltar
apesar pés pequenos debelarem chutes irascÃveis
guarneça-os em meias do chão purulento e gelado
enquanto desfila encantamentos nu-acesa pela casa
arrebatando-me ingestões incabÃveis oriundas
das glebas e células fronteiriças nas azedas
zonas de influência deste mundo de gentios
sorvendo-me as vaidades, excentricismos,
fugacidades e outros absurdos deste tipo
do contágio com os simpáticos profissionais
e de seu ordinário jogo de confetes social
salvando-me dos elos de correntes
e do coro dos contentes guerreiros
que saúdam bênçãos e graças à s
vicissitudes do poder do assalariado
sacudindo-me de obscenos flertes do
entusiasmo em salafrárias instituições
coorporativas e religiosas oferecidas
a contento
e de demais selvagerias e barbarismos técnicos que
nos amarram e que prendem à leprosas obsessões,
doenças de espÃrito lancinantes e de outras
mandingas coercivas mais que nos cercam.
amém e amor várias vezes, abraço pungente
Fabio,
nossa que frenesi este poema...
da margens a tantas interpretações.
quase um engodo!!!
o bem e o mal caminham juntos e se não fosse pelo amor
e para o amor acho que a gente não sobreviveria, porque a nossa
mente cansada de tanta maldade e das correntes obsessivas que nos prendem a ignaros conceitos, também anseia por graça e paz.
bjs
gostaria mais de sua opinião do que seu rosto bonito Cláudia
beijo e carinho Doroni
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