Cosmopolitismos extr&spaçAtemporais
Segue teu rumo,
caro amigo:
nortes soltos em lestOest&Sul'S
desnorteantes da imatéria dos teus sonhos,
desócios do corpo perdido na inércia do globo
encontrado em uma órbita
que não sabe-se onde está.
Estas aí, aqui e agora,
solfejado pelo vento que respira
por teus pulmões o aço marionetizante
das cordas-bambas das ruas
do outro lado da rua...
passa como uma sombra
por sobre idéias e muros,
passa por entre paredes e fronteiras
que só existem para quem acredita em
paredes e fronteiras,
portas pra quem quer portas
e janelas para pular para o lado de lá,
onde não existem janelas ou portas pra pular,
e sim uma enorme casa
para desbagunçar.
==
André Teixeira
07/08/2008, às 23h20
POema escrito às 23h20, horário de Brasília, após começar a responder meu amigo Renato Melo, residindo em Londres, depois de Hong Kong, Nova Zelândia e Portugal. Cidadão do Mundo.
passa como uma sombra
por sobre idéias e muros,
passa por entre paredes e fronteiras
que só existem para quem acredita em
paredes e fronteiras,
Gostei muito dessa estrofe. Parabéns pelas palvras.
Realmente a parte de paredes e fronteiras foi muito forte e direta, e o fim com a enorme casa para desbagunçar fechou muito bem.
Parabéns...
Convido a ver essa homenagem a um amigo.
Parabéns poeta cosmopolita! Bela viajem nos proporcionastes com teus versos! Votado!
Paulo.
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