Couraças de proteção
Oriundas
De sua essência.
Sabres enferrujados
Estimulam
A Encalacrar o infante.
Descaso,
Desatenção,
Abuso,
Desafeto.
E a couraça endurece...
Cicatriz surgida,
Hemorragia contida,
Alma resguardada,
Pode-se abandonar a carapaça,
Carcaça!
Casulo de proteção
Já não lhe serve.
Renasça,
Viver é possível!
Liberte-se do passado
E seja o que nasceu para ser:
Vida!
Acho que às vezes parecemos cobras.
Nos livramos de uma pele, porque já temos outra.
Couraças... Couraças...
Mas...
Concordo com voce:
Viver é possivel...
um abraço
Todos sabem meu amor por artes visuais.te acheiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Com a alma resguardada podemos tirar couraças.te amo.
estarei ausente por alguns dias,reza por mim,voltarei bem..te amo
a gente vive se despindo das máscaras pra tentar viver. Voto claro!
Angélica T. Almstadter · Campinas, SP 17/7/2008 20:22Cristiano, casulo, couraça, carcaça. Fases de germinação, proteção e mumificação. ão ão ão rs
Compulsão Diária · São Paulo, SP 17/7/2008 20:52Adorei...só pra variar....todos nós temos essa mania de construir couraças...e assim, a tensão toma conta de nossos corpos...beijos..
luz de sempre · Maceió, AL 17/7/2008 21:34Teu poema é um labirinto. Procuro casar com as imagens e me vem luta pela sobrevivência, abuso infantil e um jogo de xadrez. Instigante e intrigante.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 17/7/2008 21:52
Na verdade, um jogo de xadrez realmente, tem que saber jogar bem para poder dar o xeque-mate!
beijo no coração
EG,
Passamos a vida impregnado-nos de véus, e passamos outro tanto dela, da vida, tentando removê-los e por horas parece cupim, nunca acaba...
Obrigado pelo comentário.
abraços
Clara, muito me alegra que tenha gostado. Fique bem!!!
beijos e obrigado
É angélica, tirar as máscaras, os véus, as couraças....e tentar ser o que realmente somos.
obrigado e beijos
CD, ão, ão, ão, uma semente de ilusão, tem que morrer pra germinar, plantar nalgum lugar...etc....rs
obrigado
beijos
Lud, tensão e relaxamento.... o contraponto ainda bem, existe!!!
Muito obrigado pelo incentivo
beijos
Caro Marcos,
é tudo isso que você vê e o tabuleiro num labirinto, o da vida, por vezes má, outras doce e intrigantemente seguimos com esperança.
valeu o comentário
muito obrigado
abraços
Celina, xadrez é comigo mesmo, desde pequeno gosto deste jogo, mas, hoje em dia fica difícil achar quem queira jogar, acho até que estou enferrujado...
obrigado
beijos
obrigado pela visita e seu comentário, e estou nessa fase de me liberta do passado, meu amigo poeta, sua escrita me da prazer ao ler e suas linhas poéticas são maravilhosas. um forte abraço.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 18/7/2008 11:17
Cris, Que lindos desenhos! Mas nem de longe se parecem com as velhas "couraças" que pensamos conhecer, mesmo as das camadas mais internas.
Aqui são puras obras de artes, muito bem feitas, lindamente ilustrando o teu poema.
Parabéns artista de primeira linha!
beijão
Caro WM, não há o que agradecer. Muito me alegra que goste de meus escritos e, no caso, minha tentativa de desenho.
Obrigado
abraços
Querida Branca,
Não tenho palavras para agradecer sua generosidade para comigo, muito obrigado pelo apoio e incentivo
beijos
ouvi alguém dizer(sobre o passado e a humanidade) que só depois de redimir o passado a humanidade poderá se libertar e ser feliz. isto funde a minha cuca. o passado é algo muito esquisito, para mim ele é e será sempre um fantasma (apesar de não acreditar em fantasmas). seu poema também funde muito a minha cuca caro cristiano. couraças fantasmagóricas. parabéns meu caro.
abraços
acácio.
Acácio meu caro,
O passado está lá, no passado. Obviedade nem sempre fácil e palatável. Suas indagações são muito pertinentes ao tema. Mas, não funda a cuca....rs
Forte abraço e obrigado
Cristiano, agora foi que vi: são desenhos seus?
Compulsão Diária · São Paulo, SP 18/7/2008 23:59
Sabe, irmão, sou do tipo que revira possibilidades pra saber sobressair nas baixas das próximas horas sem aviso. Brigo contra as couraças, porque o casulo de proteção não mais me serve. Tento renascer a todo instante, porque a morte vem coxixando em meus ouvidos durante todas as benditas noites dos últimos dez anos.
Viver é possível? Sim, É! Libertar-se do passado é que é um problema. E se numa noite dessas cair por terra a resistencia ao flerte da senhora de preto? Com certeza, nada de desespero, pois é exatamente o final das coisas que mostram quando a vida valeu â pena.
Estou de volta Cris, esrteando a tua votação.
Beijos e volte com mais obras de artes.
beijos
Devidamente encouraçado.
Um abraço
Que tenhamos uma vida plena...plena mesmo!
sem limites. Bela obra, hein?
Um abração.
bjbj
querido poeta meus votos com louvor!
beijo no coração!
Sérgio, sábias palavras...
Muito obrigado pelo rico comentário.
abraços
Branca, Marcos, EG, Cintia, Celina, muito obrigado pelo incentivo.
Abraços e beijos
Cris-Cris...meu querido!!
Em tempos de violência e de individualismo total....haja couraças para nos dar um afalsa proteção porque, na verdade, estamos mesmo é detonando com nosso corpo e nossa alma...tensão total...dores musculares insuportáveis... e até problemas no coração, pois a emoção sempre reprimida é uma bomba preste a explodir a qualquer momento!
Saiamos desse casulo do medo...só assim poderemos vencer e transformar a realidade e resgatar a esperança que ainda sobrevoa os céus de chumbo...renascer é preciso,sempre!!
Que poema maravilhoso,Cris...muito bem construído e muito necessário!Só podia vir de uma alma assim...tão azul ...azul da cor do mar...e da liberdade!
Parabéns,meu quridíssimo!!
beijinhos bluecarinhosos para romper todas as couraças...rsrs...e levantar vôos infinitos... rsssss
Blue-Blue
Adorei os desenhos...ilustraram de forma perfeita seu poema!!
bjksblueeee
Procê....
A alma viaja
Ultrapassa as couraças
Adentra o azul
Por trás das sombras
Das amarras do medo...
Distende-se
E liberta o corpo
E a tensão dos músculos
Num instante único
De meditação...
(Raiblue)
Só vivemos de verdade quando nos libertamos dessa couraça que ilusoriamente nos protege.
Gostei também dos seus desenhos. Perfeitos par ilustrar o poema.
Beijo.
Cris,
É isso.
Deixo beijos e votos.
Rê
VERDADEIRA AMIZADE - Regina Lyra
Amizade
construída,
nunca cai!
Em perfeita sintonia,
cálculos estruturais...
Lyra, Regina. Tempo de Encanto. Ed. Universitária (UFPB), 2004.
Cris costumo usar o termo "casulo" quando faço uma referência a mim mesma e a meus esconderijos. A série que você tão bem desenhou também me remeteu a essa idéia. Couraça, carapaça, cápsula, invólucro... Quantas camadas nos encobrem!
Beijos
Nossa Cristiano! Essa foi paulada na alma.Minha alma.Você viu que até postei sem nada,puro abobalhar,pela releitura,porque minha carapaça se sentiu atingida.Estou amassada.Liberta-se de um passado que já não serve...porque esses dois pés devem avançar,sem encalacrar-se no medo. Em quantos esconderijos nosso ego pretende se refugiar...chega um tempo em que é tempo de sair...E eu poderia continuar,sem forjas,sem véus,sem nada,então saiba que acolhi o teu pensamento dessa forma,despida de mim.Um beijo.
Luciana Nabuco · Rio de Janeiro, RJ 22/7/2008 00:53
Blue-Blue,
Muito obrigado pelo comentário, incentivo, carinho, inteligente interpretação e pelo belo poema, não tenho como agradecer a tudo isto, só com agradecimentos, sempre!!!
Um beijo especial
Cris-Cris
Querida Sônia,
os casulos/couraças são construídos por nós mesmos, em determinadas situações até como maneira de "segurar a barra", mas com o tempo podemos deixá-las...
Muito obrigado pelo comentário
beijo
Querida Regina,
muito obrigado pela constante presença e pelo poema sobre amizade.
beijos
Cherry querida,
É...carcaça, carapaça, couraça, casulo...
Somos assim no nosso campo psicoafetivo, né?
Muito obrigado por tudo
beijo
Luciana,
"paulada na alma"...dá um título....rs
Seu comentário inteligente e sensível muito me deixou contente.
Sensação de que consegui transmitir a mensagem. Continuemos a remover véus e sair do casulo...
Muito obrigado
beijo
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