De punhos serrados
tremia,
suava frio,
gemia
Encolhidinho na cama ficava
sempre que o dia me abandonava
O monstro do armário
me horrorizava
eu que nem armário tinha
mas a meninada avisava
à meia-noite ele vinha
Ela chegava, sorria
Para proteger sua cria
deitava comigo e dizia
Benzinho, eis-me aqui
e aqui não há monstro algum
ainda que um dia houver
fique sem medo
Monstro só monstreia
pois não tem amor de mãe
nem de ninguém
e quando ele nos ver
vai morrer
De pura inveja!
Um pequeno poema sobre nossos medos de criança.
Esses monstrros estão escondidos no nosso inconsciente quixotesco!
raphaelreys · Montes Claros, MG 28/11/2009 09:50
Não há monstro que chegue com uma bela mãe do lado, né ?
Um beijo !
Da morte dos monstros
Hev · Volta Redonda (RJ)
Hev · Volta Redonda (RJ)
Da morte dos monstros
No medo da Criança está a sensibilidade, e na Mãe Protetora esta aquela aura que vai fazer florescer na criança, Sonhos e Ideais pra acalentar e lutar quando crescer.
Com estes sentimentos vamos formar uma sociedade amiga e irmanada. Ninguém assustando ninguém com nada de excluir ou dominar.
Todo mundo Fraterno passando confiança.
Ninguém se sentindo só.
Espírito de amigo;
Isso é muito valioso e faz a Poesia ser bela, humana, patriota e de afinidade.
Só assim que os monstros são realmente vencidos.
Assim o mundo fica melhor e a vida vale a pena.
Parabéns pelo Trabalho Gracioso.
Abração Amigo.
Perfeito! Retornerei em otura oportunidade para comentar como se deve.
bjs
Sensacional. Cara, vc me fez lembrar de muita coisa que acontecia, na calada barulhenta das noites, no limiar dos meus 10 anos.
Maravilha!
Um abraço!
Maravilha amigo. Um sonho angelical...
Luz e Paz. jbconrado
que maravilha mesmo, amigo !...
só o carinho de mãe quebra todos os medos da gente...
lindo !
Concordo com a poesia com os comentários de todos os Poetas e convido-os a assistirem o filme: MONSTROS S.A.
kfarias.
Que delicadeza de poesia, HEV!
Uma cena doce e poética , carregada de emoção!
Transportou-me à infância ...terno momento...
Parabéns,lindo!
Bluebeijokas
Blue
É um belo poema sobre a fragilidade
da infância.
Mas tem os sem-mãe, e os com
mãe-monstro, né?
abraço
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