Já escutei de cigarras
que cantam no meu quintal
o aviso de que novos tempos virão.
A mesma cantiga
as chuvas deste inverno
despejam por sobre a cidade.
O fato é que cigarras e chuvas
são parte do mesmo signo:
a liturgia universal
dos que moldam num canto
o respingar das gotas do tempo.
Dança das coisas,
é como se eu pudesse declamar este poema em voz alta e depois comer peixe frito em Macapá.
Brilhante, Pepê!
Abçs. Benny.
Lindo! Gotas...que coisa!
Este imprimo! Guardo a sete chaves...
Votado.
bj
A liturgia universal dos que moldam num canto o respingar das gotas do tempo...
Belíssimo!
Nydia
Belíssimo seu poema Pepê. Parabéns!
Rita Costa · Rio de Janeiro, RJ 17/10/2007 19:00
Pepê,
desculpe o atraso. Mas importante que, enfim, consegui chegar.
Que bonito o teu poema... e tu, sempre atento aos sons e sentidos da natureza, não é mesmo? Belíssimo isso.
Um grande abraço,
Lê.
PEPÊ ( turista do overmundo )
que a esperança continue no canto forte das cigarras, da chuva e dos teus versos!
Abçs de Betha.
Que bela surpresa encontrar este poema maravilhoso e poder degusta-lo neste momento meu amigo Pepê. Meus sinceros aplausos e abraços.
Carlos Magno.
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