Vim. Vi.
Gim!
Vodka!
Vinho!
Um mais, Ai!
...
Amor feito
Balaço no peito.
Que dor, uma muito grande dor
Não estou me vendo no espelho
Terei morrido antes de acordar
com todo esse estampido?
Perdão senhorita,
foi porre de gim, de vinho e limão
Na minha opinião...
Sem perdão?
Adoro as pessoas acharem útil a hora da morte,
Estarem belas para os braços da noite eterna
E como estar pronta e bela para ela?
Era para ter-me ido antes de beber.
Agora deprimi! Muito triste e tão bom quanto!
Odiava suicidas
Agora dupla dose, atrevida!
Pungente e tão banal a vida.
Essa moça matou-se, dirá o detetive
vai dizer que uma vida não tive
Que era mentirinha
Um horror de terror puro,
Pensaria o inspetor, engolindo seco
A outra já é vodka, com gelo...
Ou na minha próxima dança desconexa...
- Com gelo?
Maravilhoso,
Congelo
Uma profundidade rasa demais extravasa o pequeno mundo
Esse mundo pequeno de servir seres vis
Se já não estivesse morta também me mataria
sem sangue, com veneno em taça de cristal
(e com cereja)
Sorvendo Bono, Bukowski com martini
Uma morte sem alarido,
Sem balas, sem estampido
Para não ferir meus ouvidos.
Lindo, triste, lindo
(e ainda dolorido)
Trágico, intenso um cheiro de incenso
Um gosto de quase incesto, denso amor
É mais, é demais querer mais e demais?
Após, agora, um conhaque com limão,
Que afrouxa o riso
Não, não me mataria,
O vômito chama a atenção
Mais fácil matar a todos de pura paixão
bebe-se bem, bebe-se pouco
bebe-se o amor louco, feito louca paixão,
doidivana desvairada varada de tesã
e fé no café de amanhã de manhã que virá
Que não será coisa tão mais feia
que essa minha falta de talento
de encontrar o jeito certo de procriar
(Acorda, esfrega um olho com as costas da mão direita e grita pela janela:)
Vem, vem amor, vem meu bem!
Vamos fazer neném!
ju
(j´´a to em sentindo íntima)
amei amei amei
talvez o mais incrível texto que já tenha lido aqui!
parabéns
pela sensibilidade
pelo belo texto
quersaber?
agora tb vou beber
Arrrraaaa! Eu já sabia! TimTim!
Mas, mas, mas...
Senhorita miller, senhorita miller!
Não faz comigo assim.
Eu fico ruborizada da cor do vinho,
Vermelha do tom da unha que agora quebrei
e caio de mim em mim, assim, assim
e do salto carmin
porque empinei o nariz que demais empoei.
(era, sim, pra que gostassem. Mais que todos... Ah! Amiga, isso é que é intimidade, bah!)
Beijoca bêbada d'eu.
Adoro mesclagem em tons de batons
de vinhos e loucuras...
(My baby just cares for me)
douçuras nos versos
perdões desconexos
e eu na loucura de mim
bebi todo o texto
quase de um gole só.
Oh, meninas, meninas...
onde estaremos todas nós...?
Tomara que nestas loucuras tão benditas.
Beijo,
Oi Dora,
Pela velocidade das abóboras na ribanceira, dia destes tomaremos todas, inclusive a carruagem.
Não beba ligeiro que dá tonturinhas (rsrsrs)
Gente!
É hora de voto, já.
Nem dei-me conta,
Se quiserem fazer a gentileza, estou às ordens.
Beijinho Dorinha, beijnho senhorita miller.
Ju - tô ficando toda íntima também -
Votei!
Tô com um blog novo, o se as poetas adorávelmente alucinadas e inspiradas quiserem fazer uma visitinha, é só entrar.
Beijo
Dei uma pssadinha ligeira, lá (era só entrar, né? - rsrsrs)
Criadora e criatura se misturam de hora em Dora em Olinda para beberem, vejam só, um drique no Éden (já liberaram cachaça no paraíso, héin Dora, nem precisa ir mais ao inferno).
Ou não achas que esse mar visto aí de cima é o próprio Nirvana, guria?
Fique íntima e sofra as conseqüências.
Como se diz aqui: tem que ter peito, tchê!
(ha, ha, ha)
gostei muito do texto, juliaura.
parabéns!!
abços,
Ju como me aagrada
a cada tragada
a cada brinde
a gente se perde, se acha,
se perde, se acha...
Tô toda pronta pras consequências oxente.
Beijos
O_linda,
Dora,
Nasci
Nesse
Cimento aqui
Ora, Ju
Ora, Juli
Dora Nascimento,
Agradecida
A tu,
Do mar,
Por assim amar
Beiju
Juliauraaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!
TIM TIM ! TIM TIM! ULA LÁ!
Ótima poesia. Parabéns!
Uma embriaguês totalmente alucinate de versos e sentimentos!
Maravilhoso!!!
beijos
Cavalheiro,
Que gentil.
Que felicidade tu, guri.
chapeuzinho, sol, riso.
Aqui não pára de chover e cinza e é pato na lagoa colorada comendo peixe à moda santista.
Não imaginas o que é.
Tá certo que o Vascão pensou que era o flu e sapecou quatro no tricolor daqui, mas isso foi ontem no bê do finalista da Libertadores.
Ué?
Aqui não é o sítio de esportes?
Perdão gente.
É só para corresponder aos estádio diagnosticado pela carinhosa amiga Saramar.
Tenho uma quedinha por soltar a língua rota quando falam bem das minhas poucas mal-traçadas.
Beijos, beijos, agradecida.
Gostei do bom humor no final. Gostei de tudo, quando vai sair um livro seu, hein?
Gostei! Votei!
ÊPA!
TÓÓIIIIMMMM!
Tchê, nunca pensei nisso.
É bondade tua, Hermes, só porque nós dois somos da mesma cidade, deve ser isso?
Livro custa dinheiro, quem vai querer comprar algo escrito pela famosa quem, quem, quem mesmo?
Não brinca assim comigo que eu acredito.
Vamos ficando pelo blog e pelaqui, que uns amigos lá do Digestivo cultural acham melhor que sair podando floresta por aí, inda mais gente viva e sem estrada que nem tem nada pra dizer, eu tão, tão, tão guria ainda.
Assim mesmo, agradecida pela visita e pelos comentos.
Beijo.
JU,
Aqui tb não é diferente
sol
chuva
frio
paixão
vinho...opssssssss TIM TIM! Vamos recomeçar! rsrsrsrsrsrsr
Beijocas
Inventivo, beberrão, noctívago...sinestésico, bacante...
Um abraço pra ti.
Álcool, cool, oooouupa...saí de mim por instantes, por goles entonteantes de boas e precisas palavras.....
João Rafael · Sabará, MG 11/6/2007 09:47
Cavalheiro,
Filipe.
João Rafael,
Tantos e tão borbulhantes,
frisantes e inebriantes,
espumantes,
comentários encantantes*
Acabaram por embriagar-me, eu debutante.
_____
*licença poética ainda pode
Belo jogo de sentidos tem o teu poema. Parabéns...
BETHA · Carnaíba, PE 11/6/2007 12:56
ah...que vc arrasa!
adorei isso! mais que póema, poesia! VIVA!
corre na veia bem vermelha..
show.
bj
Agradecida, BETHA.
Frann,
fico muito, muito, muito triste de aqui não ser aí chorando por não ter mais ar não ter ombro pra chorar não poder correr pra abraçar (é que torci o pé, que merda e o tornozelo inchou feito um melão quem mandou jogar futebol) e inda que me roubaram o sol e a lua e as estrelas e fiquei nua no frio dessa solitária estação que não tem parada nem condução a esperar quem não vinha e nem ficou de vir e ver a vida rolar feito bola cheia abaixo da ladeira e ficar chupando dedo sem nem um vinho poder beber porque o remédio pra coração inflamado desesperado é parar de vez com essa coisa de beber até gelar a alma e ver se aparece a outra de outro mundo até fantasmando a vida do que ficar com pé e cabeça dolorida de tanto sentir até não mais sentir e dormir por desfalecer não por querer que eu não queira mais viver assim sendo melhor morrer ou dar um ponto final nessa prosa ou dar pra qualquer pessoa o que ela mais gostasse do que eu gosto de dar e ter uma vida a mais para morrer essa e voltar ligeira correndo faceira subindo ladeira e chupando um bom picolé de cereja e ponto final
Beijin, pequin queridas pessoas.
Brindemos com champanhe! Demais!Tiiimmmmmmmm....
brigitte · Goiânia, GO 13/6/2007 21:28Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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