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DÉ CAI NÁGUA
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 24/7/2008 20:30 · 200 votos · 73 comentários ·  
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overponto
amostra do texto


DÉ CAI NÁGUA!

Sapateiro, por profissão, Dé Cai Nágua( hoje saudoso) tinha a sua oficina de trabalho enfincada em frente à Igrejinha do Rosário, na praça do mesmo nome. Em 1958 estudávamos no Colégio Marista e, diariamente passávamos à sua porta, onde parávamos para conversar sobre futebol. Ele era o Tião Boi da Igrejinha!
(Tião Boi, saudoso técnico, desportista e incentivador do futebol em nossa cidade nos anos 50 a 80).
Dé era o ídolo do Arranca Toco, time de sua criação. O campo de terra batida inclinado e cheio de tocos e buracos que ficava nos fundo da casa de sua família, localizado no logradouro.
Lá, ele era o treinador, massagista, sapateiro, cartola etc. Dotado de temperamento impulsivo, gestos súbitos, aliado à fubúia que sempre tomava, para dar impulso. Se alguém o apertasse numa discussão que desabonasse o time do Ateneu, ou ferisse os seus brios, ele explodia.
Os alunos do Colégio Marista viviam às turras com ele. E para irritá-lo gritávamos após passar em frente sua porta: Ô Dé Cai Nágua!(ele detestava o apelido) Era um batalhão de pequenos pestinhas, todos vestidos o uniforme colegial Marista.
Já chateado com tanta gozação, Dé armou-se de uma espingarda polveira (rústica arma artesanal e de caça municiada manualmente pelo próprio atirador) que segundo constava, era carregada de sal grosso, para atirar no traseiro do primeiro gozador que o atentasse á partir daquela data. Montamos uma operação sob a coordenação da nossa fraternidade Hsiao Ch`u para desmoralizá-lo.
Maurício Vilela organizou os detalhes. Zoca Gontijo, um vaselina, ia à frente para amolecer o atleta sapateiro com conversa fiada, (enquanto do lado de fora organizávamos a retaliação com a coletividade da escola). Logo após, a trinca( turma) de sete (a Fraternidade Hsiao Ch`u), entramos porta adentro para finalizar as vias de fato. Ele, desconfiado, puxou a polveira para junto da sua perna direita tornando, assim, explícita as suas intenções bélicas.
Sem que ele tivesse conhecimento, o efetivo do colégio, centenas de meninos, se posicionaram em ambos os lados de fora da oficina, longe do alcance da sua visão e em silencio. Conversamos um pouco sobre futebol e saímos sorrateiramente, em linha, em direção à igreja e pela praça coberta com uma poeira vitaminada de dez centímetros de altura, que manchava as barras das nossas calças, e encharcava os sapatos.
Viramos sincronizadamente e, num coro de centenas de vozes gritamos: Ô Dé Cai Nágua! Seu F.D.P.
Ele armou-se num átimo de segundo e, à porta, mas ainda por dentro, se embaraçou com a espoleta que escorregou no cão da arma. Recomposto apontou para os sete e um nosso olheiro, do outro lado da praça, deu o sinal convencionado de tiro. Abaixamos atolando as faces na poeira e a carga de sal, passou zunindo e manchou a parede da loja A Modinha, à frente, passando por cima da soldadesca.
Era a glória da meninada e da Fraternidade Hsiao Ch`u! Desmoralizamos o homem e a arma do homem. Consagramos a mística dos sete pestinhas do barulho! Dé Cái Nágua, ficou tão desmoralizado que murou a porta da frente a janela e, cercou os fundos da sua casa com dupla cerca de arame farpado de oito fios.
Como continuamos a gozação ele gramou o beco, escafedeu-se. Foi morar no bairro Alto São João, longe do alcance da nossa fraternidade.
Numa disputa de campeonato entre os times de futebol, Ateneu e Casimiro, Dé, que jogava de zagueiro no time de Dona Albertina (Ateneu), foi expulso de campo dado à troca de socos com jogadores adversários no calor da disputa. Irritado, viu quando jogadores do time desafiante estavam socando os do Ateneu, que permaneciam por baixo e próximos à tela do alambrado durante uma briga. Ele, descontrolado por ver seus parceiros serem agredidos, apanhou uma foice usada para o corte do gramado e ali deixada indevidamente, levantando-a, obviamente sem a premeditação, e supostamente para cortar os pescoços dos socadores, que também provocaram a sua expulsão.
O fez, entretanto, por ato reflexo, não houve a intenção deliberada de degolar ninguém.
A torcida que a tudo assistia caiu um silêncio mortal, estupefata, a tudo assistia sem que ele houvesse percebido. Dé surpreendido e assustado manteve a arma levantada, paralisado ante aos olhares das torcidas em fase a sua reação inusitada. Um gaiato da platéia gritou: Larga a foice Assassino! Foi o gatilho da carreira. Dé pulou o muro do campo e debandou pela Rua Joaquim Sarmento, rumo às mangas de capim da lagoa de Dona Alice, no Bairro São José. Ficou dois dias desaparecido, premido pela vergonha, e pelo grito final da platéia em coro, enquanto ele corria: Larga a foice Assassino!
E em sua homenagem, como desportista que foi como zagueiro combativo, bom de briga, por ter vestido a camisa do Broca (Ateneu), e mesmo como um pedido de perdão, pela raiva que tanto lhe provocamos, nos folguedos e na imaturidade da nossa infância, lhe dedico esta crônica depoimento.


sobre a obra
Em 1958, a Fraternidade Hsiao Ch`u fundada no subterrâneo do Colégio Marista com o objetivo de romper obstáculos que viessem a se opor a nossa liberdade de meninos.
Na época, montamos uma operação para desmoralizar o atleta e bebum Dé Cai Nágua, nosso vizinho de colégio. Ele ameacadoramente exibia uma espingarda polveira, que dizia carregada com sal grosso. Prometia efetuar disparos da carga mineral no nosso traseiro.
Com requintes de inteligência tupiniquim, digna de um Maqui, o atingimos. Ficou tão desmoralizado que teve que mudar de bairro.



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Nobres overmanos e overminas!
Esse texto, Dé Cai Nágua, conforme prometi é o segundo de uma série de histórias da Fraternidade Hsiao Ch`u conforme relato na apresentação.
Nele usamos recursos de guerrilha do pai das guerrilhas T.E. Lawrense, o Lawrense da Arábia. Filosofia e recursos de guerra psicológica extraídas do I Ching, livro oriental do mestre Lao Tsé.
Divirtam-se com o relato hilário, dê boas gargalhadas enquanto preparo o terceiro texto da série, " Roma, Esparta, Oeste Selvagem".
Nesse contarei então sobre os nossos ritos iniciáticos.

raphaelreys · Montes Claros (MG) · 22/7/2008 15:32 
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Raphael,
Que coisa, Malandro!!!
Isso que se chama pegar no pé de alguém e não soltar até acontecer quase o inevitável.
Ta se vendo que a turminha desse colégio Marista botavam pra quebrar sem dó nem piedade.
Gostei, mas coitado do Dé Cai Nágua, deve ter amaldiçoado vcs até a terceita geração.
bjsssssssssss

Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 22/7/2008 16:42 
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Cara Doroni! Ele era um ícone do futebol no bairro, briquento, combativo, impulsivo, agressivo. Paramos o plá dele! Firmanos o nome da fraternidade. Passamos a ser respeitados até os limites do Alto São João onde o comando era da Trinca de Galibera. Aí será outra história o nosso confronto em via de fato com a framigerada turma. Deu pano prá manga minha cara overmina! Era fogo sobre fogo! Obrigado pela navegação no seio da fraternidade!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 22/7/2008 17:04 
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Achei a estória fantastica tu sabes que existem muitos DE CAI NAGUA pelaí....
apelidos que deixam a pessoa louca, desesperada e que muitas vezes, fazem-nas ter atitudes que na verdade, jamais fariam em seu estado normal...apelidos que levam à loucura! ví muitos desses quando era criança. JAGUNÇO, para um homemque passava lá, CABIDEpara um senhor muito magro que passava com um guarda chuvas, VACA MALHADA para um rapaz que tinha manchas brancas pelo corpo, PIPIRA BALADA para um outro rapaz que tinha defeito na perna, PATINHO FEIO para um gury que era feiooooo que dava dó, haua p´ra um rapaz que tinha sindrome de down, e todos eles, ficam fulos de raiva e que quando eram assim chamados iam à loucura, jogavam pedras, arquitetavam coisas assim de vinganças! rsrsrsrs
Lembro de um senhor que era chamado de TUBARÃO, onde quer que ele estivesse gritava:" é a mãe! "rssss

então esses apelidos são grotescos e fazem com que as pessoas saiam do sério e cometam às vezes exageros!


beijo no coração poeta adorei esse texto! aliás como sempre voce esta abafando!!!!!!!! BRAVO!!!!!!!!!!


beijão, eu volto, é só lembrar de mais! rsrsrs
celina vasques · Manaus (AM) · 22/7/2008 19:23 
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Beleza Celina! Nocaso do Dé não foi tanto pelo apelido. Ele com sua ira fez o time do Ateneu ficar pendurado no campeonato. Resolvemos na verdade botar ele para fora do time! A retaliação tinha o propósito de deixa-lo fulo ao ponto de explodir com a diretoria do time, Batemos tão pesado que ele migrou para o time do Alto São João.
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 22/7/2008 19:44 
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Que conto legal mano Rafa, manda mais contos desses por aí...rs Ai Moleque!!! Adorei! Bjos
MaluFreitas · Salvador (BA) · 22/7/2008 19:45 
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Cra Malufreitas! Meu anjo baiano de libra, de Vênus, do amor suave! Adoro ver-te! Farei muitas pára atender aos seus pedidos que para mi são ordens! ASSINADO: seu escravo astrológico!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 22/7/2008 19:51 
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Por favor, não me deixa de avisar da próxima.
venho correndo! uma delícia!
beim
Ivy Menon · Maringá (PR) · 22/7/2008 22:09 
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bjim, volto.
Ivy Menon · Maringá (PR) · 22/7/2008 22:10 
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Tadinho do pobre DÉ CAI NÁGUA...Quem podia com esses pestinhas da Fraternidade Hsiao Ch'u ????...ótimo...rsrsrs...espingardas...foices...campos, praças, poeira rasteira e matas...isso me dá saudades dos meus tempos de criança tb...e, apesar de ter nascido em sampa, ainda peguei lugares semelhantes nesta "concretizada capital"...Fora as férias nos interiores todos desse Brasil terra-agua-fogo-ar !!!
Continua escrevendo e nos contado os contos do temidos da Fraternidade Hsiao Ch`u !!!
abs
Brazuca
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 22/7/2008 23:00 
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Mais um personagem inesquecível! Sempre quem menos esperamos, quem de certa forma menosprezamos, sabendo que esse menosprezo está galhardamente vestido de admiração.
Abraços, Raphael.
José Carlos Brandão · Bauru (SP) · 23/7/2008 00:04 
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Caro amigo Raphael,
Muito bom o seu conto terrorista. Ainda continuo achando, que essa sua fraternidade foi precussora, agora, não só do terrorismo fatalístico, mas do terrorismo escrachado e até psicológico. hahahahaha. Coitado do Dé...
Meu amigo dei boas risadas e estou aguardando o próximo. Agora, revido e pressiono. Se não tiver o próximo, quero o meu dinheiro de volta...
Seus contos são sempre rechados de humor e bem relatados, bem estruturados.
Parabéns!
Abraços
Saavedra Valentim · Vitória (ES) · 23/7/2008 00:07 
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Engraçado o seu texto.
Eu que não queria estar na pele do tal Dé. Ele podia ser um p.n.s. mas a turminha era dose pra leão.
Um abraço.
Sônia Brandão · Bauru (SP) · 23/7/2008 00:34 
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Cara Yvi Menon! Avisarei a próxima e estou pensando em fazer mais algumas( tem umas que são indescritíveis) Fizemos coisa do arco da velha!Apesar dos pesares em enfrentar muita situação de perigo, eu era um mediador. Aliviei muita pancada. Obrigado pela presença e pela beleza!
Joe Brasuca! Bem nos conta as suas também. Meninos das metrópoles são diferentes mais são. O melhor da história é que com a experiência em confrontos sai da fraternidade e passei para uma carreira solo. A fraternidade de um menino só. Ai deu pano para manga meu caro overmano. Opositores não eram tratados no pão de ló. Era porrada grossa!
Caro José Carlos! São muitos os personagens que fazem parte da nossa vivência, da evolução, das muitas experiências ricas em significado. Como diz o ditado, donde menos se espera aparece! Estamos aguardando vc. contar as suas!
Saavedra Valentin! A fraternidade criou o terrorismo fantástico, as maiores ações foram no mundo da imaginação. Sou guerreiro físico e metafísico. A guerra nos mundos da mente e nos porões do incosciente e que são elas. Diz o sábio Petrônio que a alma fora do corpo brinca! Quando estou na fase honírica a guerra é de lascar. O palco são mundos fantásticos, resgates dantescos nos Hades, vou mesmo a mundos inimagináveis. Beleza a sua passagem na fraternidade, mas nos conte também a sua experiência.
Sônia Brandão! Alem da dose leonina havia a minúcia do planejamento, o requinte da análise pscológica da ou dos agressores que terminavam vítimas da vindita dirijida! A infância é um mundo mágico. Acompanho a formação da minha neta com 10 anos e vejo a diferença das gerações!
Axé pela presençade todos!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 23/7/2008 03:50 
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Li com carinho a pobre tragétoria do sapateiro,técnico.temperamental.Sua turminha do barulho acredito que levaria até aos mais abenegados santos a pegar uma foice rsrsrs
Cá entre Nós meu querido,tem certeza que vcs eram simples crianças?
O que faltou ao pobre Dé foi uma uma estratégia de ação.q como entendi ele era apenas um e vcs uma turminha danada de levada.Ainda bem que a arma era artesanal e não uma rr 15 senão vcs estariam fritinhos agora.
Belas lembranças.Ainda bem que não as tenho.Ficaria agora me perguntando o quanto minhas brincadeiras poderiam ter afetado alguém.Bom dia Rafa,Gostei realmente da sua irmandade.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 23/7/2008 06:50 
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Clara Arruda! A arma era uma polveira. O efeito de pequena monta. Valia mesmos era a ordem moral, plástica. A adaptabilidade sobre a ação! Por aqui na minha infância a lei era da pancada forte. Teve confronto de turmas que "fedeu biba". Deu sangue a valer! Era o chamado" batismo curraleiro", estugma próprio de interiores das Minas Gerais. Um beijo bem tenebroso em vc!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 23/7/2008 07:24 
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Bela homenagem Raphael, gostei muito.
Veja se alguns destes pontos que li e re-li te agradam.
Retirei um virgula e acrescentei alguns detalhes...é só uma opinião ok, o texto esta excelente.

"O campo de terra batida inclinado e cheio de tocos e buracos que ficava nos fundo da casa de sua família, localizado no logradouro."

"A torcida que a tudo assistia caiu um silêncio mortal, estupefata, a tudo assistia sem que ele houvesse percebido!"

Grande abraço

autografado · Presidente Prudente (SP) · 23/7/2008 08:36 
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Beleza meu caro Autografado! Fiz as correções conforme a sua sugestão em cima da hora. Obrigado pela participação! Aproverite e nos conte a sua história de infância! Um abraço.
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 23/7/2008 08:50 
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Belo texto Raphael!
VOLTO PARA O VOTO.beijo.
ana wagner · Porto Alegre (RS) · 23/7/2008 09:19 
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O tempo, a vida, tudo passa.
Sobram as lembranças do melhor tempo da nossa vida.
A infância. Não que outras etapas não sejam boas.
Mas a infãncia...
Parabéns pela bela e nostálgica crônica.
um abraço
EdimoGinot · Curitiba (PR) · 23/7/2008 09:37 
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Eita, turminha danada, hein!!!
Tô achando que fui uma "santinha' quando criança...rsrsrsrsrs
Mas, tudo isso é muito legal, belas histórias p/contar...
Parabéns, Rapha!
Beijos...
Yasmin Backer · Rio de Janeiro (RJ) · 23/7/2008 11:34 
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colégio marista...amigos...amigos
que nenhuma pedra separa...
bj
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 23/7/2008 12:00 
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O texto me lembrou dois personagens do livro O Renscer da Terra, de Valfrido Nascimento. Esses textos são carregados de nostalgia, me fazem sentir saudades de um tempo que não vivi. Prabéns.
Nerito · Belo Horizonte (MG) · 23/7/2008 13:52 
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MEU AMOR,POSSO TE CHAMAR ASSIM?
Um apelido pode durar uma vida,até sou solidária com o pobre Dé.Pq sei o significa ser sempre lembrado.Não critico seu texto,eu nem nascida era rsrsrsrs
mas uma simples brincadeira pode marcar uma vida.
Agora vou te contar a minha.
Eu era uma garotinha tão magrinha que meu apelido era saracura,jurei que um dia teria as pernas mais lindas e hoje as tenho.
Uma diferença do pobre Dé que preferiu tirar seu time de campo.
Eu sou libriana e nunca desisto.

clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 23/7/2008 14:25 
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Cara Ana Wagner! Obrigado pelo axé! Sua presença é sempre solicitada.
Caro Edimoginot! A infância é a que mais marca em nossas recordações! É um tempo mágico!
Yasmim Backer! Sobra as historias para contar para os netos e bisnetos!
Cara Cintia Thome! Como bem relatas os amigos dde infância e os do serviço militar, ficam como irmãos. São tempos mágicos onde o sonho ainda existe!
Nerito! Caro overmano, obrigado pela presença. O forte nessas histórias é mesmo a nostalgia, alguma coisa impregnada de saudade!
Clara Arruda! Estás bem disposta como devem ser as librianas! Que beleza de energia! Bem que sois uma beleza de Vênus! Parabéns.
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 23/7/2008 15:28 
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Meu anjo Rhpha: suas crônicas são varavilhosas. Bjos de luz.
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 23/7/2008 17:38 
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Rapha: a foto que você selecionou caiu feito água para dar mais que um efeito de real a sua crônica. Parabens.
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 23/7/2008 17:42 
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bem crônica a parte vc descreveu um fato não-ficção correto?
não sei pq se abstem em dar as respostas.
Já teve alguém no seu pé meu querido?
te colocando apelido,te fazendo sentir um tolo?:
Sei que foram travessuras da infãncia, e só por isso te perdooo.
pq acima de tudo respeito demais seu trabalho.respeito a pessoa que és,E pq acima de tudo respeito seu trabalho.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 23/7/2008 17:52 
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Muito bom Raphael. Inteligente , dinâmico, original. Também nostálgico. Admiro pessoas que conseguem expressar dessa forma!!!
Saúde amigo. jbconrado
ayruman · Chapada dos Guimarães (MT) · 23/7/2008 21:31 
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Rapha,
Já conferi a primeira parte e agora estou cá. Menino sabe que eu já rolei a página várias vezes pra tomar ciência que realmente é texto-nao-ficção. Parece um conto! Você é um cronista maravilhoso, mas é possuidor de uma linguagem e estilo próprio é dom meu querido e dos mágicos. Devias repensar. Continuo cá a pensar, o que seria um romance surgido de tuas mãos...
mil beijos

Cherry Blossom · Dracena (SP) · 24/7/2008 01:58 
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Cara Graça Grauna! Obrigado pela energia suave! Bem devias nos contar alguma travessura pesada da sua infância! Abraços!
Clara Arruda! Bem são travessuras da infância. Bem também os conceitos da época com suas subjetividades. Entendo que o cronista apenas pinça a realidade e a retrata. Como Tucídedes ao relatar a Guerra do Peloponeso o cronista deve ser imparcial, apenas relatar os fatos e a via de fato. A minha opinião não cabe a bem da verdade pois sou como disse o relator. Entretanto me atenho aos comentários de todos. O mundo é composto!
Ayruman! A nostalgia tem gosto de saudade! A infância é quase sempre um tempo mágico de realidades que se atualizão com a nossa vivência e a interpretação da nossa consciência! Infância cheira a Ali no País das Maravilhas! Axé!
Cherry Blosom! Que nos encanta com o seu lindo sorriso! É ura não-ficção minha cara overmina! Nos anos 50 e 60 os anjos e os diabretes estavam ainda soltos pois o sonho ainda não acabara e as coisas mágicas aconteciam aqui no reino de Figueira. Ocorreu coisas do arco da velha! Tenho que ter corafgem para relatar os fatos e o mais importante e emocional. As via de fato! Tenho tyrês livros de crônicas quase prontos e chequei a iniciar um romance. Não sei porque me esmoreço. Sou mesmo é cronista, um tímido que a bem da verdade escreve para sí mesmo! Um beijo!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 24/7/2008 04:21 
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ooi Raphael, que turminha danada!! ri muito aqui imaginando a cena...
volto pro voto!

beijos no coração...
Zingara RJ · Rio de Janeiro (RJ) · 24/7/2008 08:34 
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Cara Zingara! Minha cigana carioca. Viu só que meninada porreta! Dava medo o impacto que causávamos. Ainda tem mais história da turma pela frente. Vem aí "Roma, Esparta" e ! a Primeira Noite de Um Efebo". Aguarde comendo pipoca!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 24/7/2008 14:44 
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Raphael,
Boa a história e a forma de narrá-la. Adorei, rapaz.
Pensando bem, quem não fez das suas?
Abs,
MarcilioMedeiros · Aracaju (SE) · 24/7/2008 15:45 
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VOTADAÇO !!!...abraço !!!..rs
Joe
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 24/7/2008 16:39 
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DÉ CAI NÁGUA
raphaelreys · Montes Claros (MG)
Uma Turma Quente de Guerra.
Estou impressionado.
Uma Leitura emocionante do início ao fim.
Fiquei preocupado a medida em que evoluia a confusáo.
Gracas a Deus que ficou nisso.
Agora mais tranquilo em relacáo ao acontecido fico a imaginar nestes reporteres sesacionalistas que agigantam os acontecimentos.
O Escritor tem o poder de tudo.
Tem o dom de encantar e criar a magia.
Parabéns, Muito bem feito.
Abracáo Amigo
azuirfilho · Campinas (SP) · 24/7/2008 16:58 
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lindo texto, muito bom gosto.(votei).
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP) · 24/7/2008 17:17 
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Caro MarcílioMedeiros! Obrigado pela presença e pelo apoio. Estamos aguardanbdo as suas histótias,não esconda, pomha para fora!
Joe Brasuca! Nobre overmano! A benção dos Orixás na sua jornada. Obrigado pela sempre presença! Estamos aguardando as suas!
Nobre Azuir! Meu mestre no escrito e nas homenagens! Obrigadp pelo sempre apoio! Estamos esperando o relato das suas traquinagens! Um forte amplexo!
W. Marques! Bom que chegas trazendo a sua energia e o seu voto! Obrigado pela passagem na fraternidade!


raphaelreys · Montes Claros (MG) · 24/7/2008 18:21 
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meus votos com carinho poeta!


beijos na alma
celina vasques · Manaus (AM) · 24/7/2008 18:45 
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Muito divertida a leitura!
Votos e beijos.
zilka jacques · Porto Alegre (RS) · 24/7/2008 18:49 
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Lembranças, momentos guardados e hoje para noso desfruto, trazido para o OVERMUNDO... Que tuas lembranças estejam sempre fresquinhas a nos encantar...
Votado, por certo!
Baci
Sigrid Spolzino · Brasília (DF) · 24/7/2008 19:13 
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votei, com bejim
Ivy Menon · Maringá (PR) · 24/7/2008 19:19 
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Molecagens são engraçadas e fazem parte de nosso crescimento, mas não ficamos livres de nos arrependermos um dia. Um brinde ao Dé!
Marcos Pontes · Eunápolis (BA) · 24/7/2008 20:47 
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Raphael,
parabéns pelo texto, principalmente pelo caráter memorialista, que tanto enriquece e aproxima diferentes gerações.
Abçs de Betha.
BETHA · Carnaíba (PE) · 24/7/2008 22:20 
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Êita fase de adolescência em que os meninos sempre têm um para Cristo! Coitado daquele que cair na gozação dos colegas.
Isto começou a acontecer com meu ~irmão, aos treze anos, porque meu pai o proibia de revidar qualquer agressão. Um dia, chega ele chorando, parecendo uma criança, já com seus 16 anos. Havia um outro professor vizinho, conversando com meu pai, quando ele entrou, e este disse:- Coloquei meu filho no judô, para que ninguém fizesse isto com ele. Esta molecada é da pá virada! Ele vai ficar marcado!
No mesmo dia, meu pai inscreveu meu irmão no judô também. Isto aumentou-lhe a auto-estima, e só de saberem que agora ele era judoca, ninguém mais se atreveu a fazer -lhe chacotas rsrsrs
Nesta fase, realmente, sempre tem um que fica humilhado, enquanto outros se juntam para "acabar" com ele rsrsrs coitado!!!!!
NEUZA MARIA SPÍNOLA · Belo Horizonte (MG) · 24/7/2008 22:47 
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Voto e beijos meu fascinante Raphael ! Esperemos então pelos livros e sonhemos com esse possível romance.
beijos!
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 24/7/2008 22:50 
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Rapha,
corridão, estou voltando para reler e votar.
abraço
andre.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 24/7/2008 22:57 
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Gostei mesmo. Quando voltei pra minha terra, ainda encontro alguns e parece que os deixei como se o tempo fosse aquele do intervalo entre uma aula e outra...
Teu texto é perfeito...gostoso mesmo.ab
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 24/7/2008 23:08 
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Olá, Raphael

Belo texto este seu. Traz à nossa mente um tempo ainda inocente (e por isso mesmo, muito bom) em que se usava tiro de sal contra a meninada (hoje, por muito menos manda-se bala de verdade). Vocês, da fraternidade também não eram fáceis, hein? rs. Venceram o valentão,rs.

Parabéns !

Abraços poéticos
Gustavo Adonias · Salvador (BA) · 24/7/2008 23:17 
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Muito legal, Raphael!!! O Brasil bem que precisava de fraternidades como essa sua, espalhadas por todas as cidades. Uma tropa que devolvesse a anarquia ao seu lugar de gestão: a mente do oprimido.

Grande abraço!
businari · São Vicente (SP) · 25/7/2008 03:33 
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Cara Celina Vasques! Obrigado pelos beijos no coração. Sou um maior abandonado e vei a calhar na hora! Axé.
Zilca Jacques! Seu sorriso elva qualquer alma ao plano astral superior! Obrigado pela energia positiva, pelo voto e pelos beijos overmanos!
Sigird Spolzino! Trarei mais lembranças que se ajuntaram as suas e as nossas lembranças. Recordar é viver. Que a Madona lhe abençoes pelos baci!
Yve Menon! Obrigado pelo beijim mortal na minha carente alma plástica! É uma graça ver logo cedo a belesa do seu semblante!
Marcos Pontes! Obrigado pelo brinde ao Dé. A galera aqui vibrou com a história. Quem conviveu com ele recordou a sua combatividade, sua garra, sua fubuia e o ótimo ponta direita que era. Brigão, irritado, mas sempre presente! Como bem relatas, fazemos traquinagens e as vezes temos que pedir desculpas!




raphaelreys · Montes Claros (MG) · 25/7/2008 04:20 
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Cara overmina Betha! As gerações modernas tomara, conhecimento do tateamento epidermico da minha geração. São posicionamentos diferentes, épocas diferentes, diferentes estados de espírito. A mesma alma plástica trilhando outros caminhos com outras emoções!
Cara Neuza Maria! Meninos tem dessas presepadas. As vezes tem que intervir pesado. No caso de Dé ele entregou o campeonato com a sua irritação e constantes brigas fez com que perdéssemos uma taça. Ele tinha influência no Ateneu e derrubava outros participantes. A operação foiu para desmoralizar o bicho e o colocar no seu devido lugar. Ele só conhecia a linguagem das ruas, e aí foi Fogo Sobre Pedra!
Cherry Blosson! A alma nunca mais será a mesma após ver o seu sorriso! Vou deixar a commodidade e partir para escrever o romance!
André Pessego! Na maior correria! Essa vida moderna nos deixa loucos contra o tempo, colocados no espaço na imensidão dessa vida em um mundo grande e bobo( essa tirada é do colunista Eduardo de Almeida Reis)
Cintia Thome! Esses reencontros nos tornam eternos! Aqui estamos preparando a festa dos que completaram os 60 anos. Vai ser um festão de dar pano para manga! Criaram até um blog para receber sugestões e troca de mensagens. Velhos amores já vovós, uma ainda charmosas. Reví uma namorada da adolescência que revirou novamente o meu sofrido e carente coração de maior abandonado. Recordar é viver!
Caro Gustavo Adonias! Fizemos história! Aos 50 anos voltei ao colégio para um negócio e um dos maristas, o hoje saudoso Irmão Jaime Damião me reconheceu. Se benzeu e pediu proteção aos céus. Em um confronto nos bons anos 60 dei uma tijolada nele, para por fima uma perseguição. Ficou indelevelmente marcado. Pedra Sobre Pedra!
Caro Businari! As fraternidades de hoje nesse conturbado mundo de incertezas deverão optar pelo amor na sua forma incondicional. Só o amor assim desprendido é que nos conduzirá a compreenção. O homem moderno é um ser carente de filosofia e de fraternidade. Somos maiores abandonados perdidos em trilhas de doutrinas e políticas. Devemos buscar em nosso próprio interior e guerrear com nós mesmos. Esse é o bo, combate. O homem comsigo mesmo. É a guerra de Kuruchetra, a mente e a filosofia contra as emoções e o atavismo! Axé!

raphaelreys · Montes Claros (MG) · 25/7/2008 04:44 
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Sua bela crônica fez-me lembrar da minha infância cheia de proezas também.
Um bj
com o VOTO CERTO.
Sílvia.BH.MG.Brasil
silviaraujomotta · Belo Horizonte (MG) · 25/7/2008 09:47 
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Cara Silviaaraujomotta! Obrigado pela passagem na nossa fraternidade. Mas, nos conte sobre suas proezas nas Alterosas ainda nos anos romanticos das linhas curvas de Aarão Reis e Carlos Prates!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 25/7/2008 13:27 
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Relendo e votando.
Abraços
Saavedra Valentim · Vitória (ES) · 25/7/2008 13:47 
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Raphael, muito bom este relato, colocando em dia suas lembrancas. Um ano depois de minha ida a esta bela cidade, parabens, abracos
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 25/7/2008 13:52 
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Saavedra Valentin! Obrigado pela presença. Logo mais publicarei "! Roma, Esparta" a continuação da série Isihao Ch`u.
Victor vapt! Bem conchecestes os personagens da história. ERstavas por aqui quando o pau cantava na casa de Noca!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 25/7/2008 15:00 
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Que fraternidade 'retada' essa hein,mocinho?rsrsrsrssss.....Tudo bem que o tal Dé era demais,mas essa turminha da fraternidade,caramba,era dose pra leão...rsrsrrs
Adorei,Raphinha...ri demais aqui....rsrssssssssss...isso que é legal em teus textos...refletimos e rimos aom mesmo tempo...uma mistura deliciosa...
Super parabéns,querido!
besitos azuiszenblues...
Raiblue
Raiblue · Salvador (BA) · 25/7/2008 20:48 
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Raiblue! A sua presença é sempre uma dádiva! Vc. é uma overmina feiticeira e cheia de doces encantos azuis da cor do mar de Salvador. Beleza que relatas os meus textos que contem a dose platônica: Comédia,tragédia e Maiêutica. A fraternidade era dose cavalar! Onde botasse a mão em ação ficava a marca indelével! Era o nosso estigma!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 26/7/2008 04:04 
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Raphael,

Essa tua fraternidade não era facíl.

Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 26/7/2008 04:34 
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Caro Falcão S.R.! A seguir publicarei " Roma Esparta, Oeste Selvagem" a terceira da série memórias de um Maqui!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 26/7/2008 06:47 
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Olá Raphinha!

Mas que meninos da fraternidade mais pestinhas ... rsrsrs ... Venceram o valentão e seguiram conquistando a liberdade nesse mundão de Meu Deus ... Êta tempo bom!
Muito bom o seu texto. Espero as próximas aventuras dos sete.

Beijos_Meus*
*

VO(L)TADO!!!
Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 26/7/2008 12:08 
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Cara Lili Bth! Obrigado pela passagem no seio da fraternidade dos sete. O tempo era de sonhos e de utopias puerís!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 27/7/2008 09:59 
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Reencontros...vovós...explode coração...a verdade é que somos e fomos privelegiados co Easy Rider, Woodstook, beats...beats...revolução que hoje ninguém sabe o significado, são massacrados pela massa, pela mídia poluída e sem graça...
e chegam até o absurdo do creu..creu, rs
eita encontro...sucesso...ab
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 28/7/2008 23:17 
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Voltando
Não se pode esquecer do Dé.
relendo e rindo ( de novo)
bjssssss
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 30/7/2008 10:03 
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Trabalho capicioso, belo ,irreverente,feliz.Amei e quero mais. Sempre voltarei para ler essas maravilhas de textos.Cheiro.
Ecila Yleus · Recife (PE) · 31/7/2008 09:41 
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Cara Cíntia! Os modernos como bem relatas chegaram ao absurdo do creu...creu! Não viveram emoções de alma, variações epiderminas....Um tempo mágico de uma infância cheia de mistérios!
Doroni! O Dé é mesmo inesquecível, os moradores do Bairro São João aqui na urbe aplaudiram a crônica pois os mais velhos conheceram bem o Dé e o seu temperamento combativo, explosivo e os seus gols de pura raça!

Ecila Yleus! Minha doce overmina! Obrigado pelo seu carinho venesiano minha flor! Um grande beijo!

raphaelreys · Montes Claros (MG) · 1/8/2008 07:05 
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