Estou escrevendo para não ansiar. Para não sair de mim a lagarta imunda que quero que saia. Depois do furacão do peito, o vento veio debatendo o que viu pela frente e, ai, não adiantava mais a esperança. De que adianta, enfim?
Pois eu, mal acostumada, tratei de diversificar o canto. Encontrei-me no chão, rastejante, complexa e quis dividir o caminho.
Não havia quem.
Tratei de descobrir o lago que me cobriria de água enquanto eu estivesse seca. Repousei. Só com isso tive a percepção de que a incapacidade amarela, carcomida pela inconstância, havia amadurecido. Então, roguei. Tudo que me havia foi disperso e não quis, mas perdi o caminho.
Não sei em que norte me encontro. Não procuro mais. Não há quem.
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