gesto, feição ou cara
meu verso é confissão
coisa que se escancara
sou poeta
espelho do que capto
pelo sentimento e a íris
nestes tantos abrilis
beijo as mão trêmulas da poesia
viajo em sobrevôos seus espaços
espreito as coisas
nisso
não há segredos
muito bom, antonio.
abs.
Marcos e Roberta... valeu pelo "rastro" deixado. Por falar em rastro... lembrei-me de um poeminha curto de um chegado: "poesia não compra sapato / mas como andar sem poesia". Fico devendo o nome do bardo.
Antonio Rezende · Palmas, TO 8/3/2007 22:36
Somos todos espelhos do mundo.
Poetas buscando caminhos.
Arrebatados por luzes na escuridão.
Seu poema nos alimenta.
Lua Cris...
Perdão por só agora voltar aqui. Gostei muito do seu comentário. E dessa foto de perfil desfocada. É uma borboleta pousada em sua mão? Que massa!
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