Literatura popular
A mais bela expressão
Ela nasceu no Nordeste
Na linguagem do povão
Erva nascida da terra
Que cresce e embeleza o chão
Este nome poesia
Substantivo masculino
Forma de fazer verso
Poetisa é o feminino
Dom, palavra ou graça
Que muda o nosso destino
O poeta ou poetisa
O que escreve ou canta
Cria ou tira da mente
Palavra divina e santa
Musas que nos inspiram
Que encantam ou desencanta
Cordel o que é escrito
Repente o que é cantado
O cantador do repente
Faz o verso improvisado
Um canta o outro escreve
Cada um dá seu recado
Os dois com o mesmo dom
Só muda de posição
Um canta fazendo o verso
Chamamos improvisação
O outro faz escrevendo
E pendura num cordão
No sertão nasceram os dois
Simples e naturalistas
Cantam sertão e cidade
Seguindo as mesmas pistas
Cantando ou escrevendo
São verdadeiros artistas
Violeiro e cantador
Cordelista o que escreve
Fazendo o verso e a prosa
Um ao outro nada deve
O que escreve não canta
O outro canta e não escreve
Literatura popular
Em prosa ou versação
Escrita ou cantada
Como poema ou canção
Conhecida como popular
Eis aí a explicação
José Bezerra de Carvalho, Poeta Zé Bezerra, o "Águia de Prata"
Em 18/07/2009
Literatura popular
A mais bela expressão
Ela nasceu no Nordeste
Na linguagem do povão
Erva nascida da terra
Que cresce e embeleza o chão
Este nome poesia
Substantivo masculino
Forma de fazer verso
Poetisa é o feminino
Dom, palavra ou graça
Que muda o nosso destino
O poeta ou poetisa
O que escreve ou canta
Cria ou tira da mente
Palavra divina e santa
Musas que nos inspiram
Que encantam ou desencanta
Cordel o que é escrito
Repente o que é cantado
O cantador do repente
Faz o verso improvisado
Um canta o outro escreve
Cada um dá seu recado
Os dois com o mesmo dom
Só muda de posição
Um canta fazendo o verso
Chamamos improvisação
O outro faz escrevendo
E pendura num cordão
No sertão nasceram os dois
Simples e naturalistas
Cantam sertão e cidade
Seguindo as mesmas pistas
Cantando ou escrevendo
São verdadeiros artistas
Violeiro e cantador
Cordelista o que escreve
Fazendo o verso e a prosa
Um ao outro nada deve
O que escreve não canta
O outro
oi, Zé, trouxe um balaio de cordeeis de Brasília, quando participei do Verão Literatura, até improvisei algum... fiquei fã do cordel.
grande abraço
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