Uma força de sutil fragilidade,
Um espírito venturoso e de aventura
Aguardando um tempo que já se vive,
Tecendo o amanhã prematuro.
Cândida lua cheia d'uma vida minguante,
O céu dos céus na terra,
Uma longíqua proximidade.
Espírito único e paradoxal,
Embora de tríplice vertente,
A primeira pessoa dum plural singular.
Eternidade do meu eu finito,
Homofônica de distinta grafia,
Não simplesmente uma humana mulher,
Mas, sobretudo, uma mulher muito humana...
Composto num dia de reflexão acerca de duas vidas entrelaçadas num único amor...
Bacana Rodolfo,
disse tudo aqui...
...A primeira pessoa dum plural singular"
a pluralidade de uma só que nos faz mil e uma .
bjs
Doroni:
É justamente na multiplicidade que mesmo sem definição podemos "definir" ou sermos "definidos"...
Embora haja inúmeras vertentes!
poetica-mente e filoso-fica-mente....perfeito!!!
bjssssssss;
Puxa, que boa rflexão.
E que continue humanamente a enchergar a mulher dessa forma.
Mas, sobretudo, uma mulher muito humana...
Abraço
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