Novamente um nada na mente
Um outro nada que mente
Um demente a mais na manada
Um crente no nada em tudo
Um tudo, diumtudo, nada é
O nada novo é novidade agora
Hora em que se deve orar já
a deuses, fadas e fados
desempatando as patas
ou as podas das flores
saibam todos os amores,
todas as vezes divididas
nada é nada noves fora não
Inda que haja uma intenção
Não há, percebe-se, o coração.
Faltando tantas todas as cores
demasiados corpos no chão
Gostei da sonoridade em seu poema,Juli. Abreijos!!!
Dayvson Fabiano "Imorrível" · Recife, PE 9/3/2009 17:30Nada é o que resta na língua depois da lida... mió oiá a linda, inda, indo... À boa sorte que te é background.
Sérgio Franck · Belo Horizonte, MG 10/3/2009 11:52
Juliaura · Porto Alegre (RS)
demasiados corpos no chão
Como um continuo transbordar do sentido das coisas.
O céu descarregando trovóes sobre a terra.
Parabéns
Abracáo Amigo
demasiados corpos no chão
e eu ... sem chão aqui ! Esse poema é linnndo !!!
tocou... mexeu.... ficou, poeta, ficou.
bjsssss,)
Salve, Juliaura!
To conhecendo um doce-amargo
dessa menina diferente.
Muito bom.
Abraço Pantaneiro.
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