Depois da Tempestade
Não veio a bonança...
Depois da Noite
Não veio o Dia...
Depois da Chuva
Não veio o Sol....
Depois de Você
Só o Caos...
Depois de Tudo acabado
O fel na boca, amarga
o doce, apaga o brilho
Escurece o dia e
Ficou o Nada.
Nada de mim, nada de ti
Nada versus Nada.
Um buraco negro
No universo da alma
A sorver a vida, a sorver meu Tudo
E deixar somente o NADA.
Brigitte, muito intenso e belo!
É triste também, mas lembre-se, ali na esquina há outro sol e um recomeço.
beijos
Brigitte
Só o tudo poderá vir depois do nada
não existe o nada eterno
e o sempre não é todo dia
Bjs
parabéns, Brigitte.
muito bom!!
abraços,
Saramar(conterranea), que bom que gostou. Todo amor quando finda deixa um vazio.Mas nada melhor que um dia após o outro.
Abraços.
Edson, agradeço as flores olhando o céu estrelado.
Obrigada.
Lígia, lindo sua mensagem. É isso mesmo, os dias se secedem indefinidamente e com eles o tudo e o nada.
Obrigada pelos lindos versos.
Meu amigo Marcos, obrigada.Fico feliz por ter gostado.
Abraços.
olá brigitte,
há tanto que se pode apreender do que imaginamos não nos restar... teu poema vem provar esta teoria.
beijos,
r
Concordo, Renato.Tudo e nada são relativos. Depende do referencial.
Abraços.
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