O exímio desesperado
Bate a porta do possível
Recorre à esperança
Busca salvação em tudo
O desespero
Nada mais é do que fé,
Fé aliada ao medo,
Não necessariamente do futuro
Mas precisamente do passado
Privar-se de si mesmo
É ato sábio para o anacoreta
Flagelos de alma
Pedaços de vida
Assim se esvai a pureza
Do que é honrado por sua capa
Há duas maneiras de encher a existência
E dar alívio à alma; são elas:
Um motivo para viver e outro para morrer
Na dialética dessas assertivas
Poderemos encontrar a síntese
Do sentido que daremos
Ao que consideramos existir.
Rap,
forte o teu poema...
e no entanto, tão verdadeiro.
" Um motivo para viver e outro para morrer"
iniciando a votação
bjsssss
ótimo, texto bem expressivo quanto a questão do emdo como forma de sucitar uma pessoa a seguir uma religião. Muito bom votado. Convido lhe a ver o meus dois textos, o 1º intitulado "Encontrado", e o 2º intitulado "Coração fértil". Desde já agradeço!!!
Robson Coelho · Trindade, PE 13/8/2008 22:32Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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