Azul claro rasga horizonte entre nuvens... Meu interior se agita nas dimensões cotidianas, entre terra e mar, fogo e ar... Costuro as realidades nos gestos reais da ilusória estação. Caminho sempre no mundo presente entre outono e primavera, mas às vezes perco-me na cavidade entre inverno e verão. Não, não quero mais as estações, os ciclos, as instituições, os números, as regras... Matei sem à hora saber e intenso sou sem o aviso da razão... Corro leve no ambiente...
Parabéns, Poeta do tempo.
Abraços!!!
Olá, Osvaldo!!
Poeta do tempo!? rss
Agradecido!!
Muito bom, Zé! Posso te chamar de Zé, né? Agora já chamei.
Percebi que de uns tempos pra cá mudaste a forma das poesias. Fica bem interessante!
Abraço,
L.
Em forma de prosa poética gosto muito de escrever. Em conteúdo/padrão estou mais sagitariano segundo a critica... Mas, eu mesmo sou virginiano...
Agradecido!
Como diriam os poetas perdidos de minha terra: Bala demais! Parabéns José!
João Rafael · Sabará, MG 25/5/2007 10:56
Tão real que ultrapassa a irrealidade...
Parabéns!
Abraço
Todo texto teu que eu leio me agrada bastate, por isso é que eu digo: Meus sinceros aplausos poeta José.
Carlos Magno.
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