Sobe-se lentamente a montanha
de onde se despenca veloz, até feroz.
Cuida-se tanto que tanta vez
foram os desastres provocados
por tanto cuidado. Insensatez.
explico que terra gira, acho
pomba-gira, roda-viva em cachos
tiro ao pombo, chicote no lombo
perdidas as balas mocinho
bonzinhos e azedinhas
o bigui bangue é doce comédia
sobraram estrelas em pó
e muita gente como nós.
Inda morre no meio do mato
sem gato, sem cachorro.
A paciência se findava.
O limite é a língua: palavra!
Excelente tua poesia! Feliz 2009!
http://www.overmundo.com.br/banco/o-tempo-e-o-vento-1
O limite é a palavra. No limite da palavra, nasce o poema.
Abraços.
maravilhoso poema , gostei muito.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 8/1/2009 21:48Versos lúdicos bem arquitetados.Votado
Julio Rodrigues Correia · Manaus, AM 9/1/2009 13:57
Adroaldo, delícia em palavras.
Agradecida.
Feliz ano novo.
Grato sou a vocês pessoas todas. Saúde e felicidades sempre!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 9/1/2009 23:02Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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