Doce
Veneno
Que no meu coração
goteja
Doendo
Vermelho
embotando o que me ilude
Descendo
Vermute
Garganta dilacerando
Adentrando
Dentro...
Vislumbro
Uma horda delirante
Deuses...
Virtuoses...
Nonsense...?
E a cada hora morta
Deito
Versos...
À tua porta... Sentes...?
(Se clicar no botão azul, vai ver que na minha edição, duas cores sub-dividem a poesia em duas. Vale à pena conferir, e me sorrir)
:) (Eu agora tqambém já sei o que é isso)
Ventura tirar do veneno e das horas mortas versos pra entregar....
Maravilha!!!!!
Beijos...
Castilho querido, obrigada pelas palavras tão lindas.
Beijos
Dora,
Como sempre, te ler é uma delícia...
E vicia.
Beijinho,
Oi Amanda linda Maia,
a tua presença também, uma delícia.
Obrigada por ter vindo nos deliciar aqui no meu quintal.
Beijo
Adoro teus versos amiga poeta Dora. Meus sinceros aplausos e beijos.
Carlos Magno.
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