caramelodocecaramelodocecaramelo
docecaramelodocecaramelodocecaramelo
docecaramelodocecaramelodocecaramelodoce
caramelodocecaramelodocecaramelodoce
caramelodocecaramelodocecara...
hi! quebrei um dente...
o moleque de nós que aínda consegue brincar com as mazelas do mundo abraça Edimo Ginot
Linda poesia, lindos caramelos, é muito grandioso a força poética de Carlos Mota, o que na própria poesia nos conduz a um tempo lúdico, ao tempo em que mostra as nossas inquitações, uma fase maravilhosa da existência tão bem referenciada em Dia Das Crianças. Prabéns Grande Poeta Carlos Mota.
Coluna do Domingos · Aurora, CE 12/10/2008 12:35Um dente quebrado é pouco diante dessas mazelas.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 12/10/2008 14:42
Nossa Carlos,
Este poema e esta foto nos remete a um outro mundo,
que quase sempre ignoramos.
Hoje, quando tantos estão comemorando entre bolos,
doces e brinquedos, um bom tanto dessas crianças
estão por ai, jogadas ao léu, pedindo esmolas
e se contentando com um caramelo.
Devemos repensar nossos atos e ter
consciência que muitas mudanças
dependem de nós.
Parabéns!
bjsss
brincadeira de ser criança, infância que não é brincadeira. chupa o caramelo e engole o dente. quebra a cara e continua o poema.
Compulsão Diária · São Paulo, SP 12/10/2008 15:50o amargo lado da vida, nem todos querem ver. Parabens pela poética reflexão. Bjos. G
graça grauna · Recife, PE 13/10/2008 08:43
caras
doces
casasdoces
doces caramelos
que fizerem esta poesia
até que quebrar um dente
doce dente
Um abraço
Obrigado pelo afago
Carlos,
eu conserto o dente quebrado...rs
sejamos crianças, sejamos crinaças com caramelodoce
abração
Luiz de Luna,
é sempre um prazer ter você por aquí,
abraço,
Marcos Pontes,
o brabo é o preço da "restauração"...
abraço,
Doroni,
e o "léu" não dá conta dos bichinhos...
beijo,
Compulsão Diária,
poesia não é só de brincadeira.
beijo,
graça grauna,
.. e nem sentir (... meu pirão primeiro),
beijo,
Edimo Ginot,
entre caras de lambuzares doces,
esgares...
abraço,
Cristiano Melo,
sejamos crianças e,
cônscios adultos consertemos o dente quebrado...
na fé,
abração
digo, nem a infância é de brincadeira. sobretudo algumas.
Compulsão Diária · São Paulo, SP 14/10/2008 11:05
Carlos,
voltando
Deixando aqui um poema de Olavo Bilac
pelo rostinho triste e desamparado da garota.
OS POBRES
Ai vem pelos caminhos
descalços de pé no chão,
os pobres que vivem sozinhos,
implorando compaixão.
Vivem sem cama e sem teto,
na fome e na solidão,
pedem um pouco de afeto
pedem um pouco de pão.
São timidos? São covardes?
tem pejo? tem confusão?
parai quando vos encontrardes,
dai-lhes a vossa mão!
Guiai-lhes os tristes passos
dai-lhes sem hesitação
o apoio dos vossos braços
metade do vosso pão!
Não receies que algum dia
vos assalte a ingratidão,
o prêmio está na alegria
que tereis no coração.
Protegei os desamparados,
orfãos de toda a afeição ,
e sereis abençoados
por um pedaço de pão...
Olavo Bilac
bjsss
Quem ignora em inguinguinorante de pai e mãe, que é consciente
e continua na crueldade é quadruplamente que não aprendeu ser...
Ainda que pouco tenhamos nos encontrado nesse espaço,venho agora.crianças são os mais doces sonhos de um mundo melhor.Enquanto muitos andam em seus possantes brinquedos, outras apenas comem caramelos.
seria injusta se penalizasse as que tem muito.
Prefiro penalizar nossos governantes e alguns que muito possuem.
Obrigada Doroni minha querida pela indicação.
Ainda estarei aqui,não como escritora o que certamente nunca fui.Mas com a amiga sempre poderá contar.
Original. Pura poesia revestida da Ingenuidade das crianças...
Saúde e Paz. jbconrado
Não tem coisa mais bela do que a compreensão profunda que uma pessoa faz da linguagem. Saber que pode flutuar pelo mundo imaginário das palavras. Brincar com elas e fazer com que o leitor consiga fazer a ponte por entrelinhas e sonhar junto com o autor dos versos. Muito lindo valeu apenas vir aqui. Depois de um dia de estudo sobre como contextualizar a língua portuguesa, teoricamente. Levei um banho de linguagem na prática.És uma realidade brasileira que não se pode esconder. beijos
Ecila Yleus · Recife, PE 15/10/2008 18:52
Inteligente, sensível e
tocante o seu poema, querido Carlos!
Bastante densidade no texto e na imagem.
Parabéns. Votando.
Beijos
Um poema meio trava-língua. Às vezxes um poema não precisa seguir uma lei (uma métrica) como queiram, mas muitas vezes, simplesmente, a sua magia está na ousadia de torná-lo compacto e de impacto.
Vemos uma foto que é um verdadeiro tapa na cara das nossas autoridades. Se pudéssemos, só por um momento reverter este quadro (pobres e miseráveis passando a serem ricos, enquanto os membros da Burguesia se tornam pobres), já pensaram? será que, por um minuto a Burguesia deixaria de feder (de ficar rica), com disse o mestre CAZUZA?
saudações com o punho erguido!
Fiquei com água na boca pelo doce poema com gosto de caramelo, amigo Carlos Mota. Meus sinceros aplausos e abraços.
Carlos Magno.
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