Este amor desumano,
É humano demais.
Briga, fere, queima,
Mas não me deixa jamais.
Quem é você, afinal?
Fogo que mata a sede,
Água que ferve a alma,
Olhos que trazem o mal.
Faz de mim pecadora,
Vítima, santa, caçadora,
No abismo do desejo infernal.
ê lasqueira heim? amor assim só nas novelas mexicanas,
gostei muito, valeu amando-a!!!
curto e grosso. Otimo "confronto" de palavras.
gostei.
Oi, Amanda. Gostei. O tamanho é ideal. Não cansa e deixa gostinho de incompleto... de que há mais pra ser dito... e sempre há. No começo, achei que a preocupação com a riam ia deixar o texto chato. Tanto é que gostei do segundo parágrafo, em que a rima do meio se quebra. Acho rima muito bacana, mas não pode engessar. No seu caso, ficou ótimo.
Beijos,
Juliene.
Amanda.... é uma honra ter sido motivo de inspiração neste poema... rsrsrs.... bjos!
linda e talentosa!
Que poema bonito Amanda. Parabéns.
Carlos Magno.
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