Teu calor, teus cheiros, tua maciez
Teu sinais, a seda da tua tez
Enleio os dedos nos teus cabelos
Mergulho insone no breu da noite
Aceso a afugentar pesadelos
A cada madrugada outro açoite
À aurora escancarada um não
Sem luz, sem matiz, sem sentido
O dia lá fora abocanha a razão
Outra noite de coração partido
As estrelas, mesmo o luar
Ao mar se foram afogar.
é a paixao a nos levar ...do ceu ao inferno....em um piscar de olhos!
como destroça.......e como nos faz conhecer nossos limites!
vc escreve com profundidade. adoro isso!
bjsssss;
Cláudia Campello:
É que se-me dá tal emoção,
de um modo tanto e tamanho
impossível não dizer então
Às noites insones, cantos do amor, sonhos, ânsias tais que, diante delas, matam-se os astros, diminuídos.
Como é lindo e intenso este poema!
beijos
Adroaldo.
Quantos sonhos e desejos numa angustiante espera
bjs
Adroaldo, querido
...gosto da precisão dos seus versos,bjs.
Claudia Almeida,
Versos necessários, vez por outra são precisos.
É Doroni,
Quem espera, espera... três vezes salve!
Saramar, doce e meiga amiga poeta, gentil és. Fico Feliz.
Lindissimos versos belissima imagem.
Parabéns Poeta sempre!
beijos meus!
Grande, ADRO.
Continuas belo como a neve. Belo...
todo lindo e esse fica:
"Enleio os dedos nos teus cabelos
Mergulho insone no breu da noite"
bjssssssss;
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