DIBS, EM BUSCA DE SI MESMO
RESENHA
Em seu comovente relato, a tradutora ( Célia Soares Linhares) nos põe em contato com o traumático mundo de Dibs, uma criança que não falava, não brincava e que vivia perdido em si mesmo, muitas vezes tendo violentos acessos de raiva que deixava confusos o pediatra e o psicólogo que tratavam dele na escola. Mas o pequeno Dibs tinha uma inteligência rara e um QI elevadíssimo que, sem o apoio incondicional e o amor da família tradicional, exigente e extremamente conservadora, não encontra campo para se expandir, tornando-se assim, um menino arisco, problemático e fechado em si mesmo, mas ciente das coisas e de tudo o que se passa ao redor, assimilando sozinho seus aprendizados, conhecimentos e conquistas, as quais, devido a sua pouca idade, ainda não tinha noções de sua utilidade e se sentia perdido entre o mundo da criança e o mundo do adulto, o mundo da fantasia e o mundo real, entre o certo e o errado e entre o bem e o mal.
Ciente do que fala em seu livro, a autora Virginia Axline, que também é técnica em ludoterapia e tratamento de crianças com distúrbios emocionais, nos revela o mundo novo que vai se abrindo para Dibs quando este começa a freqüentar as aulas de ludoterapia e em contato com a professora que o entende e o estimula, que não lhe faz cobranças e nem o castiga, deixa-o livre com diversos brinquedos e conversas á sua vontade, ele vai adquirindo confiança e se sentindo cada vez mais seguro de si, e percebendo o seu valor vai encontrando o seu próprio caminho.
E, é por uma simples janela da sala de aula que ele consegue ver o mundo com os olhos de um outro Dibs, mais alegre e consciente de si mesmo, sabendo quem é, o que quer e o seu valor como ser humano num mundo onde impera o preconceito e a intolerância.
Ao ler o livro, fiquei emocionada com a história de Dibs e indignada com o tratamento que o pai ( uma pessoa culta) dispensava ao pequeno, pois além de não lhe dar atenção, ainda o chamava de idiota, palavra que jamais deve ser dita para uma criança em desenvolvimento e não é aceitável que um pai possa tratar o filho como idiota, uma palavra pesada e de conseqüências nefastas no cognitivo emocional de uma criança, ainda mais quando vindas de pessoas que tem por obrigação de transmitir conforto, amor e carinho. Quanto à mãe, logo teve a certeza de que seu filho não era tão mau como o pai apregoava, ele precisava de amor e atenção e sobretudo, respeito pelo seu modo de ser.
Apesar de ter pouca coisa em comum, a não ser os meninos com uma inteligência rara e incompreendida, a história de Dibs, me fez lembrar de outra: “ Meu pé de Laranja Lima”
cujo autor é José Mauro de Vasconcellos. Ele nos conta a história de Zezé, um menino que incompreendido pelo pai, ganhava surras enormes cada vez que aprontava suas traquinagens. Mas ao contrário de Dibs que não tinha amigos, Zezé tinha como confidente um Pé de Laranja Lima, e uma irmã como amiga que sempre velava por ele. Também havia um taberneiro, seu Portuga, que gostava muito do garoto, mas infelizmente morre no inicio da história deixando-o
só e inconsolável, mas aprontando cada vez mais e apanhando também.
Seja como for, trazendo lembranças diversas ou mexendo em nossa consciência, fazendo-nos sentir como é a vida de uma criança fechada e perdida em si mesma, a história de Dibs é triste
e comovente, de uma utilidade sem tamanho na área de medicina alternativa e deve ser lida e entendida por todas as pessoas que exercem a profissão com crianças excepcionais
e problemáticas em qualquer campo da psiquiatria e da pedagogia, que tem por obrigação orientá-las e ajudá-las a encontrar seu caminho. É aconselhável também para todos os pais intransigentes e conservadores que não entendem que é através de uma série de procuras e descobertas, de erros e acertos e principalmente de aceitação, que toda a criança, quer seja problemática ou não, vai se encontrando e delineando seu próprio caminho.
Doroni Hilgenberg
Resenha do Livro:
Dibs, em busca de si mesmo
(psicoterapia infantil)
Autora: Virginia M. Axline
Tradutora: Célia Soares Linhares
Editora : Agir, RJ. 2.001
22* edição
Esta Resenha foi feita na faculdade de Pedagogia,
cuja materia era Psicologia.
A experiência descrita nesse livro é indizivel, só lendo e acompanhando os passos de Dibs para compreender o estranho universo de uma criança perdida em si mesmo.
Eurico, desculpe que não pedi sua permissão...
mas trouxe para cá seu gratificante comentário deixado
em meu BLOG
Doroni,
Essas ironias apesar de frustrantes, são muitas vezes engraçadas... Eu de fato não tenho tempo para essas traduções e por isso vou ficar de fora do Overmundo por um tempo, limitando a ampliação de minha rede...
Mas, o lado bom e de certa forma engraçado dessa ironia é que estava à procura de um livro, como esse da resenha, para me inspirar um pouco mais com minha filha que está um tanto Dibs.
Grato pela dica!
Eurico
Diz um velho deitado ( se ninguém assumir, digam que fui eu mesmo... ):
"Infeliz daquele que não escutar o que uma criança tem a dizer, mesmo que seja muda e mesmo que ele seja surdo... tem coisas que a gente escuta com os ouvidos da Alma..."
Coisa linda, Doroni, merece ficar eternizado pra posteridade por aqui !
Um beijo !
alcanu • São Paulo (SP) • 13/5/2009 12:21 alerta
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AMIGOS O TEXTO SAIOU DO OVEBLOG E PASSEI PARA O BANCO DA
CULTURA
HAVIA SALVADO OS COMENTARIOS DOS AMIGOS E ESTOU REPONDO-OS
com muito carinho agradeço a todos que compareceram e deixaram
cometários maravilhosos
bjs
Doroni que viessem mais essas discussões sobre a criança e seu mundo solitário. Ontem presenciei gestos de professores sem paciencia com crianças pobres que visitavam o Memorial, fiquei muito chocada e me vi no lugar delas: em casa o desprezo dos pais, na escola dos professores, o que lhes resta?
bjs
sinva
Sinvaline • Uruaçu (GO) • 13/5/2009 13:49 alerta
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Doroni: a reedição desse seu texto é uma vitória também de quem se vestiu de coragem e esperneeou lá no Observatório. Parabens por mais essa conquista e grade abraço aos nossos queridos Joe, Espirito, Victor e outros nomes que não lembro agora, mas que lutaram pela reedição do seu brilhante texto. Viva a liberdade de expressão. Paz em Ñanderu, Grauninha
graça grauna • Jaboatão dos Guararapes (PE) • 13/5/2009 14:13 alerta
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É sempre muito bom o resgate de obras desse nível e vir à tona discussões sobre questões infantis.
Parabéns.
Abçs.
W@nder • Rio de Janeiro (RJ) • 13/5/2009 15:10 alerta
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Devagarinho, no sapatinho, chegamos lá, Doroni...
Depois volto pra comentar a sua esplêndida resenha !
um beijo
joe_brazuca • São Paulo (SP) • 13/5/2009 15:21 alerta
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alto nível e muito bom, depois eu volto amiga poetisa.
O NOVO POETA.(W.Marques). • Franca (SP) • 13/5/2009 15:22 alerta
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Doroni, muito bonita sua resenha. Ah, qtos Dibs temos espalhados pelos lares. A criança, ao contrário que muitos pensam não é apenas um ser emd esenvolvimento somente e si, um "serzinho" somente pequeno no tamanho. Este "serzinho" ensina aos adultos muitas coisas sobre a vida, sobre a dificuldade nela existente e fundamentalmente, que a IGNORÂNCIA maior não é aquela traduzida pela DESINFORMAÇÃO e sim pela IGNORÂNCIA como forma de educação, zelo e despreparo para lidar com os rebentos. Comovento seu texto e ainda mais, sabermos que a evolução do ser humano não anda na mesma rapidez que a da tecnologia.Para que serve um IPOD para um carrasco se ele sequer sabe falar comunicar direito com seu filho??? Bjs e parabéns.
Daniele Boechat • Rio de Janeiro (RJ) • 13/5/2009 15:53 alerta
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oi Doroni
Eu fui um dos que tinham comentado a postagem anterior.
Só que... Não lembro o que disse antes! snif
Por isso, vou apenas agora dizer o quanto é importante esta reedição, não apenas para mostrar que reeditou, e muito mais, pelo valor intrinseco da mesma (serah que eu disse mais ou menos isso da outra vez? Ah vida dura dos que qual a mim são notórios contraditórios...)
beijosss
GaMitto
gamito • Brasília (DF) • 13/5/2009 16:15 alerta
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Querida Doroni estou muito feliz pela reedição de 'Dibs'. O livro é de uma grande importancia não somente para educadores mas todos nós que convivemos com crianças. E porque não até mesmo para nós mesmos.
Como eu disse anteriormente é tão mais facil taxar uma criança com 'problema' e desistir dela do que procurar entender o que se passam nesse rico mundo infantil. Desistir de uma criança é desistir de uma nova vida. De um futuro. O isolamento não é natural. O que deve haver é um interação. Uma integração.
Existem crianças autistas ou com dislexia com um grande potencial. E crianças revoltadas que precisam ser descobertas.
Desculpe se o comentário foi muito longo mas é que esse republicação é um presente para todos nós.
Parabéns mil vezes parabéns!
Bjos
Patty
menina_flor • Rio de Janeiro (RJ) • 13/5/2009 16:21 alerta
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Como lhe disse antes, querida, su resenha nos dá imensa vontade de conhecer esse livro. Parabéns, portanto, com um beijo.
Se quiser me ler, aí vai:
http://www.overmundo.com.br/banco/transição
Brida • Salvador (BA) • 13/5/2009 16:33 alerta
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Doroni,
Importante esta reedição a partir de uma madura leitura do foco editorial do Overmundo, sujeito ainda às ambiguidades naturais da produção cultural na internet.. Espero que o episódio da republicação desta resenha sirva para tornar cada mais lúcida a visão de nós todos sobre cultura brasileira no contexto deste nosso 'mundão véio sem porteira'.
Abs
Spírito Santo • Rio de Janeiro (RJ) • 13/5/2009 16:42 alerta
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Minha querida Doroni
só agora soube o que era e o porque de toda confusão. Não tinha tomado conhecimento do assunto. Me questiono se é gravidade ou leviandade. Porque por ser uma descoberta fora do Brasil não se pode citar nem comentar? As descobertas, vacinas, tratamentos HIV não se pode mencionar? Bem isso é uma história incrível que não dá nem para ser citada.
Outra coisa é o caso da Dibs. Vou confessar uma história para voces: Sempre tive pavor de qualquer doença envolvendo o cérebro. Tenho um problema de relacionamento com pessoas que não reciocinem de forma normal. Durante muito tempo não sabia o que era. Fui para tentar corrigir este defeito meu ensinando crianças desde alfabetização até maior que fiz gratuitamente numa escolinha ligada ao Sacre Coeur de Marie. Trabalhei lá alguns anos. Turmas do morro para alfabetizar , na sala, de 7 a 14 anos.
Consegui sem problemas mas não conseguia lidar com excepcional por não poder me comunicar coma criança. Fui fazer PESTALOZE tentando superar mas não consegui. Daí fui fazer análise e descobri ser meu limite. Minha falha genética. Qualquer coisa fiz e faço menos neste caso. Entro em desespero. Contei isso porque deve existir mais pessoas assim como eu. Não por maldade ou falta de caridade mas por limites impostos pela própria natureza. Tem que examinar as pessoas que não tem paciência ou não consegue superar isso. Tenho verdadeira admiração por Romário com a filhinha dele. Acho lindo como eles são carinhosos. Só que eu não consigo lidar com eles.
Bem Doroni amiga, estas coisas eu queria te dizer e aos colegas.
Não vamos atirar pedras pelas aparencias. Beijos no seu coração
Mirtes Carvalho
Mirtes Carvalho • Rio de Janeiro (RJ) • 13/5/2009 17:57 alerta
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Parabéns pela reedição. Eu sou nova no Over e não sabia desse caso... Achei sua rezenha maravilhosa e oportuna. Todos os pais
deveriam ler esse livro, pois os pais ignorantes, acham que resolvem tudo na porrada... Eu mesma sirvo de exemplo: Fui uma criança meio
problemática pelo meu enorme potencial; me chamavam de "prodígio". Pelo que me lembro, eu achava que os adultos eram
bobos, hilários e burros... Levei surras homéricas, de ter que por
salmoura nos ferimentos das minhas costas [que ignorância... e por nada...] Resultado: não conseguiram me domar e de revolta, não consegui estudar, pois até dezessete anos de idade eu ainda
levava tremendas bofetadas; como os educadores também não
me entendiam, eu queria bater neles... Nem cheguei a completar o Ginásio, rsrsrsrs Volto para votar com muito gosto.
Beijos
Greta Marcon • Ponte Nova (MG) • 13/5/2009 18:07 alerta
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Doroni,
Que belas histórias, que nos leva a compreender que cada cabeça é um mundo, que somos diferentes uns dos outros e que devemos ser respeitados pela pessoa que somos. Sem pré-julgamentos, juízos de valores ou algum tipo de preconceito por sermos "especiais", ou por não estarmos no padrão do comportamento imposto pela sociedade. Fiquei muito comovida com as histórias e por isso faço questão de parabenizá-la por publicá-la.
Beijos saudosos!!!
Naggai Monteiro • Salvador (BA) • 13/5/2009 18:25 alerta
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Booommm Diaaa menina Doroni!
Recoloco na integra o mesmo comentário da primeira postagem, sem reler (confesso) tendo em vista que se o reler, terei que adjetiva-lo mais Zemais, visto que sou um declarado mutanT...
Obrigado por divulgar para nosso conhecimento, esta obra que não é apenas uma obra literária, mais que isso, uma lição de vida.
Penso euZeca, que enquanto nós seres humanos (e tantas vezes des_humanos) nos prendermos a "padrões" - do que seja beleza, do que seja "ter que ser igual" aos outros, não aprenderemos que essas diferenças, é que enriquecem as vidas...
Também penso mais, contrariamente ao que muitos dizem - incluindo Educadores, que devemos refletir quando pregamos que devemos "aceitar" esses 'diferentes' - pois que pelas janelas dos meus 10197 aninhos, percebi que quando alguém "aceita" o outro, o faz, como que de um "pedestal" de onde aceita o outro sim, mas o vendo do alto desse pedestal, como se superior ao mesmo...
Penso que deva ser repensado isso, e se procure VALORIZAR essas diferenças, o que por si só, extirpa esses preconceitos que todos, contra tudo o que não seja ou esteja dentro dos tais "padrões" estabelecidos pela nossa sociedade.
O de bom nisso tudo, é que se a sociedade estabeleceu isso, ou seja construiu isso, então podemos - essa mesma sociedade, "desconstruir" tudo, usando a maior das ferramentas de que todos dispomos que se chama AMOR !!!
Karinhos Kentinhos, deste seu
fãZecaFeliz
gaDs!
Zeca Avelar • Florianópolis (SC) • 13/5/2009 18:44 alerta
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Depois voto,lido,parabéns,bjs.
Claudia Almeida • Niterói (RJ) • 13/5/2009 18:54 alerta
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A humanidade tem de entender e saber que todos somos iguais, que o Deus que nos criou é ùnico, as crianças especiais que a esse mundo vem, dando alegrias a quem o gerou, Deus os abençoa, os pais recebem uma dose de amor maior para cuidar desse pequeninos.
Os espiritualistas entendem qual a missão dessas crianças e também a missão dos pais que tem uma missão maior, que é de dar amor a eles.
Criança é toda pureza, e toda amor, e toda carinho, especial então não há o que falar. Ela é sempre muito inteligente, ativa e amorosa e merecedora de4 muito, mas muito amor e carinho.
Quem ataca, judia ou maltrata uma criança é merecedora de pena, PENA, pois não deve ter Deus em seu coração.
Parabéns Doroni.
kfarias • Águas de Lindóia (SP) • 13/5/2009 18:55 alerta
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Que bom que este texto foi reeditado e trazido aqui para o enriquecimento do convívio 'Overmundano'.
De fato, a criança é um universo em expansão que deve ser acompanhado do suporte necessário (psicoemocional) para crescer 'ordenadamente'...
Parece-me um livro e tanto... sua resenha me despertou a curiosidade. Meus parabéns pelo esforço de registrar, aqui, este obra.
Jéfte Sinistro • Cabo de Santo Agostinho (PE) • 13/5/2009 19:10
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DIBS, EM BUSCA DE SI MESMO
Doroni Hilgenberg • Manaus (AM)
Amiga maior orgulho vir ver seu trabalho que retrata a realidade Brasileira no despreparo com a educação e o próprio cultural ,onde despreparadamente os pre-conceitos direcionam os processos para o fracasso e para a vergonha, que tanto vemos na Educação da Juventude e da População, cometendo os mais grosseiros erros nos relacionamentos chegando a um nível de despreparo tal que precisamos Educar os adultoa para não cometerem erros colossais que tantos males causa s aos humanos.
Tornando o mundo violento como é, e impedindo a vida de ser melhor.
Vemos a deseducação se manifestar até nos lugares ditos Culturais.
Parabéns pelo Trabalho Notável.
Abração Amigo
azuirfilho • Campinas (SP) • 13/5/2009 19:11 alerta
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Estes comentários foram feitos durante as 12 hs em que o texto ficou no Overblog que por sorte eu salvei.
Mudei numa boa sem discutir, ( muito estressante) e porque não quero perder o meu texto, sei o quanto ele é relevante, pois já trabalhei com autistas, sei do seu potencial e das suas c pacidades, basta saber orientá-los.
Aos amigos que aqui postaram os comentarios ,
um abraço do tamanho do mundo
Querido Alcanu,
não me faça chorar. ..
deixe como esta, quero salvar meu texto e deixar aqui, pois
é muito util para as pessoas conscientes e que dele precisam
Não se pode medir forças com pessoas que usam maquina para
deletar nossos textos sem aviso prévio.
É ultrajante e eu não posso mais. Sou uma escritora , não uma moleca. Fica em paz que eu estou.
bjs
Cada alma vinda ao mundo o é em missão! Cada qual com o seu cada qual!
raphaelreys · Montes Claros, MG 14/5/2009 09:10
Parabens Doroni, ainda mais que foi escrito em Portugues, nossa Lingua Patria...
beijos
Claudia
Minha resenha de volta ao Overblog a pedido de amigos
vo~e como professora por certo entende o quato é util a divulgação dessa obra
Não gosto de ficar recortando papelzinho pra político, tá ficando mais claro na sua mente...
http://www.overmundo.com.br/banco/educacao-1
Releia querida, D oroni
Sim Claudia,
reli o texto, deixei comentário lá
É isso, salarios devassados, professores desmotivados, muitos despreparados e crianças perdidas. Um crime.
bjs
Amiga
Que bom que voltou esse texto tão educativo
Não tomei conhecimento do que houve na postagem anterior,nao recebi pedido de visita ao forum mas Roberto Costa me contou mais ou menos e ele saiu do Over em face de toda polêmica criada num texto que a meu ver nada tem que infrija as regras do site,por discordar ele foi ameaçado de expulsão e disse que jamais foi ameaçado em lugar nenhum,por isso saía antes de ter que recorrer a outros meios,uma pena,um rapaz de grande valor literiario
Bom,sabemos que os donos da casa são eles mesmo e nao admitem interferência e fica quem quer,né?Por enquanto ainda estou aqui mas já bem desmotivada,inclusive com as mudanças que a meu ver deveriam ter consultado antes os colaboradores democraticamente mas....
Beijos amiga
Ótima resenha!!
Não entendo o sentido de se
tentar retirar tal conteúdo do
Overmundo.
Continue escrevendo!!
Grande beijo!!
É isso, Julia,
Justamente por isso o Roberto Costa saiu, não sem antes me agradecer pelo texto que ele achou bom demais...
Um bom poeta, e ótimo amigo.
Seus poemas densos e fortes marcam a gente
deixa saudades.
bjs
COMEMTARIO DO GUSTAVO EM SUGESTÃO
Doroni:
Parabéns!
Lido e apreciado
Abs
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br
Gustavo Dourado · Brasília (DF) · 15/5/2009 00:38 alerta
Dê sua opinião! Você achou esse
Doroni...
Eu li esse livro há algum tempo, sua resenha me fez relembrá-lo e partilhar de suas impressões com uma certa nostalgia.
Difícil ser diferente em um mundo que busca a igualdade sem respeitar a diversidade...
Beijo e parabéns.
Sua sensibilidade foi transmitida nesse artigo.
te gosto mais por isso.
bjssss;)
Doroni,
Sua resenha está bem-feita e o tema indiscutivelmente pertinente.
O cuidado com a educação formal e informal, no caso familiar, é algo a ser perseguido como uma das maneiras mais eficazes de termos uma sociedade saudável. Sem este cuidado, temos o que temos, uma sociedade acrítica e cheia de distúrbios psicoafetivos.
Parabéns
Doroni,
li esse livro quando fiz Psicopedagogia. Vejo que sua resenha está bem elaborada e atende às necessidades de formação de nossos professores. Abraços...
Parabéns amiga, lutando sempre se consegue.
bjs
Muito bom,Doroni!!! O apoio familiar é sempre fundamental no tratamento de qualquer problema.
É incrível como a sociedade nunca está preparad para lidar com as diferenças.Estudos e mais estudos, e nós continuamos presenciando
cenas bárbaras de preconceito, de exclusão total.
GRande reflexão, Doroni e muito necessária!
Bluebeijinhos
Blue
Amigos queridos
mais uma vez agradeço o apoio e o carinho de todos
para com o meu DIBS.
bjsssssssssssssss
Oi Doroni,
Votado! É uma pena que de outras vezes tenham 'censurado' a resenha... Só entender que tais pessoas 'over-críticas' estejam, de certa forma, em déficit de paixão por um ofício, de um sentido maior para suas vidas...
Ficamos na torcida de que passe agora pelo banco de cultura.
Boa sorte!
Gostei de seu texto.
Um abraço e votado - Rodrigo Cézar Limeira
Olá, Doroni!
Educação nunca será demais em qualquer sociedade e na nossa deveria ser tomada uma "Medida Provisória Urgente" obrigando o Estado a educar, pois só assim não se repetiriam os futuros Dibs, vítimas de pais sem emprego por falta de mão de obra qualificada, desempregados por falta de emprego; mães estressadas pelo acúmulo de funções ou mesmo pais sem tempo e nem condições psicológicas e financeiras para serem pais.
Parabens pela resenha!
Um grande abraço papa-chibé.
Ao Dibs Tudo!!!!!
Que bom seria se Anjos que nos fazem especiais fossem entendidos pelos humanos.
votado com louvor
Doroni:
Aqui com muito prazer
Seu texto desafia reflexões
Inclusive, coloca o confronto
da cultura com a sensibilidade
É como a inteligência, inútil quando desprovida de uma moral sã
A cultura, a serviço de uma mente tomada pelo preconceito, pelo fanatismo, pelas paixões egoístas .... de que serve ??
O asilo em sí próprio é ,nos dias autuais, um refúgio comum
Beijo !
Doroni amiga Reescrevendo assinando e votando!
só agora soube o que era e o porque de toda confusão. Não tinha tomado conhecimento do assunto. Me questiono se é gravidade ou leviandade. Porque por ser uma descoberta fora do Brasil não se pode citar nem comentar? As descobertas, vacinas, tratamentos HIV não se pode mencionar? Bem isso é uma história incrível que não dá nem para ser citada.
Outra coisa é o caso da Dibs. Vou confessar uma história para voces: Sempre tive pavor de qualquer doença envolvendo o cérebro. Tenho um problema de relacionamento com pessoas que não reciocinem de forma normal. Durante muito tempo não sabia o que era. Fui para tentar corrigir este defeito meu ensinando crianças desde alfabetização até maior que fiz gratuitamente numa escolinha ligada ao Sacre Coeur de Marie. Trabalhei lá alguns anos. Turmas do morro para alfabetizar , na sala, de 7 a 14 anos.
Consegui sem problemas mas não conseguia lidar com excepcional por não poder me comunicar coma criança. Fui fazer PESTALOZE tentando superar mas não consegui. Daí fui fazer análise e descobri ser meu limite. Minha falha genética. Qualquer coisa fiz e faço menos neste caso. Entro em desespero. Contei isso porque deve existir mais pessoas assim como eu. Não por maldade ou falta de caridade mas por limites impostos pela própria natureza. Tem que examinar as pessoas que não tem paciência ou não consegue superar isso. Tenho verdadeira admiração por Romário com a filhinha dele. Acho lindo como eles são carinhosos. Só que eu não consigo lidar com eles.
Bem Doroni amiga, estas coisas eu queria te dizer e aos colegas.
Não vamos atirar pedras pelas aparencias. Beijos no seu coração
Mirtes Carvalho
voto quantas vezes for possível, embora meu comentário seja breve adorei seu trabalho.votado.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 16/5/2009 09:41
Doroni
Excelente trabalho, discussão sobre educação nos níveis de classes mais aptas e de recursos e não o fazem de maneira correta.
Foi um prazer ler tal trabalho, já copiadpo por se tratar de Virginia Axline. Muitos pais levam anos a entender problemas dos filhos. Conheço um rapaz que era assim, mas com apoio adequado hoje é formado em História convivendo com seus alunos.
Votado
Tenho que começar comentando a fotografia, que é uma lindeza...
Doroni, a resenha é muito boa e acabou me estimulando a leitura do livro, que vou procurar por aqui. Mais uma ajuda nessas minhas andanças com crianças especiais como o Dibs.
Barreiras prum texto tão bom é inadimíssivel e difícil de se compreender...
Votado com prazer e carinho.
Mil beijos,
Aube.
Lendo todos os comentarios acima e assinando embaixo.
bjssssss;)
Doroni, como eu já havia dito no meu comentário anterior, Dibs é uma obra que não tem Pátria, dado o tema de que trata e o alerta que o seu significado tem.Sempre trabalhei o livro com minhas alunas e alunos de Pedagogia porque, ninguém que se proponha a ser professor pode deixar de refletir sobre o problema enfocado. Ele é um alerta também aos pais, que tudo medicalizam e ficam perdidos com os pequenos e os grandes problemas que os filhos apresentam.
Parabéns pela lembrança em colocá-lo ao alcance de tantos.
Ivette G M
Eu tbem jah tinha votado, e simplesmente, Zinvejando a menina Claudia, endosso tudo o que foi dito acima.
karinhoZecas Mils
ZecaFeliz - gaDs!
Excelente, Doroni. Fez muito bem em insistir. Texto que precisa estar aqui. Bj
Juscelino Mendes · Campinas, SP 16/5/2009 17:27Nada há de estrangeirismo ou ismos quaisquer. Já vão começar? cacilda!
Juscelino Mendes · Campinas, SP 16/5/2009 17:31
Votadíssimo.
Um trabalho com esse PRECISA ser levado em consideração.
Parabéns, mais uma vez!!
A saga de Dibs! (ou The Dibs saga, sei lá)
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 16/5/2009 21:57
Com meu micro em pane recorri a um emprestado para deixar o meu voto.
Devo um comentário
Um beijo
Doroni,
Passando para votar e deixar um grande beijo!!!
Parábens Doroni por trazer aqui um trama
que aflinge muitos Dibs anonimos. E nem nos damos por conta.
bjs
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM)
DIBS, EM BUSCA DE SI MESMO
Um trabalho Admirável reconhecido por todo mundo.
Parabéns.
Abração Amigo,
Esta história alerta para os estragos que os adultos fazem às crianças ao não entenderem as diferenças, as especificidades e ao esperarem um comportamento padrão, que não faz nenhum sentido, pois desprezam o conhecimento de que o ser humano é um ser inacabado e a multiplicidade humana. Quantos adultos trazem relatos de traumas e recalques da infância e reproduzem o ciclo da repressão: incompreendidos na infância e repressores na fase adultas. Eta dominação!
Gostaria ainda de deixar meu apoio à vc e meu desconsolo com a equipe overmundo, por protagonizar um episódio lamentável de avaliação editorial. Super bjos
Oie Doroni,
Não lembro bem o que disse da primeira vez.
Mas digo agora que é muito importante você ter trazido de volta essa resenha.
É preciso olhar com atenção e cuidado para todas as crianças. Com suas diferenças e particularidades.
Todas merecem carinho e chances.
Não podemos simplesmente esquecer e fingir que não vemos uma criança que aparentemente é chamada de problema.
Excelente livro para educadores, pais e todos que lidam com crianças.
Parabéns
Kisses,
Naith
Doroni,
Existem muitos Dibs pelo mundo afora. Seres incompreendidos, com seus talentos não reconhecidos, sofrendo toda forma de preconceitos e intolerâncias, e não contando com o apoio de ninguém, nem mesmo da família, que deve ser o porto seguro de qualquer pessoa. Ter contato com a história de Dibs, sem dúvida é de grande valia para repensarmos várias de nossas atitudes para com os outros, fazendo-nos compreender que é só através da tolerância e respeito pelas individualidades que alcançaremos uma vivência melhor, em harmonia neste mundo em que vivemos. Leitura, sem dúvida, obrigatória a todos que estudam ou se interessam pelo tema, que perpassa a toda condição humana...
Parabéns pela resenha !
Bjs.
Doroni
Eu já tinha comentado antes esse maravilhoso texto sobre Dibs, que deve ser amplamente divulgado entre os Educadores, Pais etc, especialmente aos do Ensino Fundamental!
Pensei que já tinha comentado de novo, e só agora vi que ainda não!
beijosss
GaMitto
Doroni
Obrigado, emocionante...
Prabéns
Beijos
Querida Doroni,
Tinha já comentado e votado esta tua importante matéria, mas vejo que o meu voto e o meu comentário sumiram. Deve ser aquele problema do link.
Beijos....
Doroni,
Finalmente e para nossa alegria desencantou.
Parabéns!
Beijos
Que texto minha querida Doroni,
Quantos Dibs estão perdidos nesse mundão de nosso Deus néh? A falta de divulgação fecham as portas de muitos talentos, mas o seu não querida, parabéns pelo trabalho adorei o texto, deixo aqui meu voto e admirações. Beijosss
Hei Doroni. Bela e enriquecedora Resenha. Cada ser humano traz consigo sua trajetória de Vida. O que o mundo precisa é de mais compreensão, paciência, Amor. Ninguem é superior a ninguem perante os olhos de nosso Pai Criador... Somos todos Um.
Saúde. Um grande abraço. jbconrado
Excelente resenha, Do! Não importa em que tempo, em que páis, em que classe social... Esse tipo de história se repete sempre... Os personagens são os mesmos. Só mudam os atores...
Vc me fez voltar no tempo quando citou O Meu Pé de Laranja Lima.... Li este livro quando tinha 6 anos!! E ainda me lembro que eu sempre parava de ler porque chorava demais!!!! Meu pai me levou pra ver o filme e eu não consegui assistir até o final...
Nossa, que mergulho...
beijo
Pat
Cultura nunca significou exemplo de dignidade ou capacidade de espagir educação, em ninguem...
Quantos "cultos", conheceu a humanidade, pessoas com excelente "performance" de conhecimento, que não passaram de ditadores, tiranos, caudilhos, desequilibrados emocionais e que tais ?
Não ha necessidade nem de enumerar, não é mesmo ?...
O livro Dibs, mostra, e de certa forma, pela sua sememlahnça, o outro "Meu pé de laranja lima", a incapacidade social e espiritual, qeu muitas famílias passam em seu íntimo, de cuidar dos seus entes próximos, e diferentes, e especiais...
Sua resenha é um alerta, tal como as obras nela citadas.
Excelente, Doroni !
abs
Dori, tudo está maravilhoso no seu texto minha querida.
Alerta e uma experiencia maravilhosa poder ler resenha.
Que Deus esteja sempre a abençoar escritores que de alguma forma trazem a reflexão.Um beijo minha querida e perdoa a demora.
Amada não funde sua cabeça ainda... Precisamos de seus alertas e não importa muito o resto.
De uma relevância e preocupação com a criança Doroni.
Lindo texto, parabéns!
Doroni,
A resenha presta um serviço muito útil às áreas médica e educacional ao indicar o livro "Dibs...". É leitura obrigatória, que serve para a orientação comportamental e emocional de pais e filhos do mundo inteiro.
Estrangeirismo só por que a autora não é brasileira? Balela. Já li um artigo nesse sítio que defende o funk com unhas e dentes, não se criou nenhum alarde por causa disso.
Abraço!
Ass.: Gusnob.
Parabéns, pelo trabalho e pelo excelente conteúdo!
Já trabalhei com crianças, mesmo não tendo seguido a carreira como instrutora pedagógica adorei seu trabalho e a indicação da obra.
Beijos Muita Luz!
Minha amiga overmana, não te preocupes... Seu trabalho assim como do próprio livro é uma grande maravilha, um achado eu diria. Parabéns pela fineza do teu comentário. Um contributo importante à compreensão de muitas coisas/situações que permeiam a nossa sociedade contemporânea. Um abraço
José Cycero · Aurora, CE 6/6/2009 01:29
gostei muito da resenha!
e fiquei curioso com o livro
obrigado pela diga
um grande abraço e desculpas pelo atraso
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