A impossibilidade da centopéia
Sem patas.
A infelicidade da mariposa
Sem pouso.
A curiosidade do louva-deus
Agnóstico.
A inutilidade do laudo
Prognóstico.
A brancura ariana
Em sua plenitude,
Nos vermes que vivem
Nos confins da negritude.
As dificuldades das diferenças,
Justificam um mundo
Cheio de crenças,
Cheio de desavenças,
Cheio de esperanças.
Frederico,
quantos constrastes
"vermes brancos na negritude"
no entanto, tudos se justifica,
tudo nos conformes.
Deus sabe o que faz
bjs
Frederico, você trabalhou muito bem e poeticamente, as características dos insetos. Adorei o Louva-Deus agnóstico.,Parabéns. Ivette G M
Ivette G.M. · Cotia, SP 13/11/2008 09:00
Frederico, lindo teu nome.
Teu poema transcede, sacode, refaz.
Maravilhoso.
Abraço.
Vezes somos assim também, centopéias sem patas, como impossibilitados de fazer alguma coisa, mais apesar de todos os contratempos caminhamos.
Gostei e votei....
Abç..
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