Foi na infância que aprendi a historinha do galo que enganou a galinha.
Vocês sabem o que a galinha diz quando grita toda vez que põe um ovo? Pois é. No começo do mundo, o galo não tinha muita chance para namorar a galinha (nos galinheiros da época, namorar era sinônimo de botar ovo). Daí ele teve uma idéia galante. Vendo aqueles pés feios da ave amada, propôs-lhe um acordo:
– Galinha, você “bota um ovo comigo” que eu lhe dou uma bota de presente.
A pobre galinha, que “não pensa muito com a cabeça”, sopesou a vaidosa possibilidade de esconder aqueles ciscadores pezinhos e ainda matar de inveja as outras carijós, arrepiou-se toda e aceitou a cantada.
Ocorre (como em muitas situações humanas) que depois do prazer vem o esquecer e o sofrer. Daí a iludida galinha não teve a recompensa prometida, evidentemente.
É por isso que, até hoje, quando ela põe um ovo, já sai gritando, no ritmo uníssono que todos conhecem:
– Já-botei-meu-ovo-agora-eu-quero-minha-bota !
Já-botei-meu-ovo-agora-eu-quero-minha-bota !
A propósito, recorri a essa história do galo porque vi na TV o senador Mão Santa (PMDB/PI) chamar a ministra Dilma Rousseff de “Galinha Cacarejadora do Planalto” – em repúdio ao enjoativo alarde propagandício que ela vem fazendo do governo Lula. O termo pejorativo aludido em plenário é citação do livro Mein Kampf (Minha luta), de Hitler.
Realmente, a postura da ministra – que canta de galo no Planalto – está mais para bajulação patronal que para elogio institucional. Todavia, como o nobre senador se engalanou na oratória, invadindo o terreiro da discriminação de gênero e esparramando pena para todos os lados, agora terá que se explicar às mulheres. Não que ele esteja errado na comparação figurativa (que é literária, histórica e, no contexto, “galinha” é substantivo comum de dois gêneros), mas porque pecou na deselegância do tratamento, pois é em todos os sentidos inadmissível um cavalheiro chamar uma dama de galinha, seja ela uma ministra ou uma cozinheira.
A infeliz cacarejada nazista do senador só veio fortalecer ainda mais (como vítima) a poderosa e megera ministra que se orgulha, entre outros arroubos, de ter sido guerrilheira e coordenadora do assalto ao cofre do governo paulista Adhemar de Barros, em 18/07/69, que rendeu ao seu grupo 2,5 milhões de dólares.
Portanto, ao invés de tentar ofender a santidade feminina da “presidenciável” companheira de Lula, ciscando palavras de duplo sentido, o admirável senador Mão Santa deveria era cobrar da ministra e do governo dela todas as “botas” só prometidas ao povo brasileiro: a bota da saúde, da educação, da segurança, das estradas, dos impostos e de outras botas. Porque, longe do terreiro do Planalto e dos galináceos nazistas empoleirados no poder público, está o pobre brasileiro botando um sofrido ovinho na frigideira e cacarejando:
– Dilma-já-paguei-meu-imposto-agora-eu-quero-minha-bota !
Dilma-já-paguei-meu-imposto-agora-eu-quero-minha-bota !
Sobre a crise galinácea desta semana no senado...
Essa saiu genial meu caro Ferazão! A nota é cem! Volto pata votar!
raphaelreys · Montes Claros, MG 5/4/2008 06:55
Professor,
- Sabe aqule personagem do Chixo Anísio, acho que a gaúcha ´Salomé que dizia "TRILEGAL".
assim é este escrito,
a) escrito pelo Prof. Frazão de capacidade e despreendimento aqui atestados, testados.
b) a fábula, historia da galinha que certamente em cada local tem uma particulariade de mesmo sentido;
c) comete o acerto e o engano como sempre possível e desjável em toda análise.
c.1 - a forma de luta de cada grupo humano é a possível em cada época. Assim agiu a Dilma e tantos de nós. Os enganos de cada luta são débitos da inteligência - cada um pensa está fazendo o melhor, (não o isenta da crítica, da discórdia e até da condenação). Mas ela e seu grupo estvam certos - tanto que lograram o poder, democraticamente, que era o bojetivo
c.2 - a este grupo se deve (o Brasil) duas coisas. O nivelamento do dólar com todas as moedas - possíveis de aumentar e cair - pela primeira vez no Brasil e se lhe devemos o PATROCINIO DO OVERMUNDO. Acho eu que o bom emprego destes caraminguados
(o melhor emprego da grana publica), já salda o prejuizo dos milhões roubados e roubados do Ademar de Barros.
Meu camarada André,
obrigado pelo elogio literário. Sua alma é inteligente mas também generosa.
Concordo com você na defesa ideológica, nas circunstâncias de velhas lutas (mormente a parte travada pelo bem comum), contra repressões e regimes totalitários (pois a pior democracia ainda é melhor que a melhor ditadura).
Até aceito os avanços superficiais do atual governo (pois os avanços estruturais estão a caminho, creio). Chego até a pensar no amanhã, se poderemos avançar ou - Deus nos livre - retroceder (com o fortalecimento do neoliberalismo do qual ainda somos reféns). Confesso ter medo de sentir saudades deste governo (não do PT, que se nivelou aos outros, mas do médio-estadista Lula (que nos passa certa segurança e segura como pode – de um lado a direita maldita, e do outro, seus inconseqüentes companheiros).
A minha índole cidadã deseja um HOJE melhor que ONTEM e pior que AMANHÃ (por isso, acho pouco e quero mais).
Negar a razoabilidade social de Lula é negar a própria história, mesmo a bravura de Dilma (que tem algum mérito no passado, mas deve ação positiva no presente).
Que Deus ilumine o companheiro Robin Hood e a companheira presidenciável Joana D’arc, para que eles parem de comemorar, deixem de personalismo e passem a cumprir as metas, encaminhando as questões centrais - razão das lutas defendidas.
Ou seja, os avanços superficiais não nos dão direito ao conformismo. Queremos as botas da educação, da saúde, da segurança, pois a guerrilha agora não precisa assaltar; ela está com todo o cofre na mão (o do Adhemar e o nosso) e, de alguma forma, estamos com ela e, ainda, com fé - apaludindo menos e cobrando mais.
Cronista das Minas, Raphael,
obrigado pela nota. Tenho navegado tão pouco! Se eu não estiver presente, vote assim mesmo rss
abrs
Grande Frazão,
que maravilha de texto, tens sutileza para criticar e o fazes com maestria... ainda nos rendes alguns risinhos com tons de ironia. Tudo muito bem direcionado.
Nós é que estamos precisando de "botas", nem que seja o "bota fora"!
abçs de betha.
BELO TEXTO. nota 1000
http://www.overmundo.com.br/banco/a-mulher-especial
estou em edição.
Visite
Professor, quando "vim" lhe render homenagens na primeira passagem faltvam poucas horas para a votação.
Agora "vim" quebrar o lacre do secreto, à capcidade invejável e desejável do MY BROTHER,
um abraço, andre.
Aplausos, meu infinito Frazão!!
Que texto maravilhoso, super inteligente e criativo!!Através do humor, denuncia e critica essa nossa sociedade que atualmente nos envergonha completamente!
Bravo!!Fantástico texto!Vou levar para sala de aula...hehe
Parabéns!
Grande beijo azul
Rai...Bleu
Olá meu amigo querido,
Voltei p reler e votar.
Frazão, que texto bom vc escreveu sobre esse assunto não inédito na nossa política. Gosto como vc aborda temas sérios, com uma boa dose de humor. Traz leveza para assuntos densos.
Pois é, mais um dossíê apócrifo, q gerou a confusão do uso, no máximo, infeliz de um vocábulo, quando o "Mão Santa" se refere Dilma como "cacarejadora", tá certo, quem cacareja é galinha ou aves de mesma espécie mas não tem porque se ofender, penso q houve uma clara intenção diversionista de mais uma vez se desviar o foco das atenções de mais um famigerado "Dossiê" saído do Palácio. Agora, confusão grande mesmo foi meter a "Biblia dos nasistas" nessa história.
De tudo isso fico com com a historinha do galo q enganou a galinha... e também reivindico minha bota, pois já paguei meus impostos...
Gostei e me diverti muito.
Tem meu votinho por puro mérito.
Beijos...
Aplausos. Inteligente texto. Nada a falar, está perfeito. Inteligente Frazão!
beij
Só tenho uma coisa a acrescentar:
A galinha é um bicho tão digno pra ser comparado a míseros humanos, não acha, Frazão ?
rsrssss
Muito bom!!
Tb quero a minha bota, sem nenhuma pedra dentro.
Parabéns!
Meu querido Frazão, essa foi ótima!!!
Gostei muito.
Vale muitos votos!!!!!
Confrade Frazão,
mesmo sem convite, vim e me deliciei com este seu maravilhoso [e galináceo] texto. Oportuno e inteligente. Votei!
abrs,
A galinha que bota o ovo, e` a primeira a cacarejar, ditado antigo, hehehehe....
victorvapf · Belo Horizonte, MG 7/4/2008 20:46
Frazão,
Oportuno e lúdico texto.
Parabens!
Beijos e votos,
Regina
Frazão,
Você, se me perdoa a frase feita, deu uma aula a todos as excelências envolvidas neste espisódio tragicômico que demonstra como estamos mal representados e, pior, descalços.
É por isso que sou sua admiradora sempre.
Obrigada.
beijos
Todo mundo já disse o que devia. Eu só queria ordem no galinheiro...
david.ang · Santa Cruz do Sul, RS 8/4/2008 06:29
Só tenho a lamentar que toda a vez que uma mulher chega a um posto de mando em nosso país haja um boquirroto a debulhar adjetivos que tentam diminuir-lhe as faculdades pela veia da velhacaria e da galhofa, como esse senhor apelidado Mão Santa.
Esse homem, como infelizmente ainda muitos, não admite que nasce da mulher.
Ou talvez mesmo por isso queiram a vingança eterna.
Não que haja justiça e honestidade nos atos de governo de uma mulher apenas em razão de gênero, que está longe de mim o idealismo idílico.
Também lamento que a crítica se ofereça assim acérrima a esse governo que tão mal se aliançou a partidos tradicionais e de práticas corriqueiras na república que tanto já se assemelha a todos eles, que nada fizeram de diferente há muito ou mesmo recentemente, uns que até venderam tudo do povo e público a preço de bananas e depois de deixarem os cargos foram gerir os negócios dos amigos a quem favoreceram nas negociatas.
Esses ainda querem voltar, ou travestidos de democratas ou travestidos de neo-quaisquercoisas.
Vejo com tristeza imensa uma possibilidade generosa ser desperdiçada do ponto de vista histórico em suas potencialidades.
Kerenski, em 1917, era já a tragédia russa, que resultou na Revolução Bolchevique, de um povo mobilizado para si, que a partir de 1929 também desandou em razão das alianças para desenvolver o capital orientadas pela NEP e ainda permitiu a tragédia burocrática estalinista sobre os sovietes e depois sobre todo o povo da união.
Aqui, muito atrasado em suas tarefas históricas, há sete anos do centenário daquela movimentação dos de baixo contra os aperreios dos de cima, por certo a galhofa nos levará à decantada farsa histórica, sem chances para a redenção, o heroísmo ou mesmo a dignidade do gesto na política, que a todos nos governa.
Nem libertários, nem próximo a isso ainda fomos como povo em todo território, mesmo que tenhamos sido cabanos, confederados, praieiros, lanceiros negros farrapos, entre tantos que quizemos nos emancipar em cada região, ou que, sem projeto único tenhamos no batido pelo fim da ditadura regime militar e reagido com indignação e luto à basófia colorida, ainmda que rebocados pelos media desembarcados daquela canoa furada que eles mesmo construíram por motivos estratégicos seus e de dar combate a uma estraégia que se apresentava sustentada e articulada dos de baixo, em 1989.
Os de baixo todos e quem a nós se alie estamos nos devendo uma ação no mínimo nacional (que aconteça mesmo em todo o território) digna de todas as reais necessidades da maioria dos brasileiros.
A democratização do financiamento, do acesso e da produção da cultura pra a fruição massiva dos bens culturais é um ponto que se pode erguer desde aqui para nos animar coletivamente enquanto colabores de Overmundo.
Por fim, lamento também que este partido que com outros trabalhadores ajudei a fundar e disputei rumos dentro dele até há pouco, sem conseguir dar-lhe na última década um projeto público com estratégia próxima às necessidades reais e objetivas da maioria do povo, seja nesse momento tão parecido, senão já idêntico aos demais que tanto criticávamos dos governos todos que a este atual antecederam. E parecido justo no que de pior aqueles todos apresentaram e aina apresentam ao povo.
Frazão, pessoalmente discordo de tua opinião sobre a ministra Dilma Rouseff.
Amigo pessoal antigo dela, a tenho por honesta de princípios políticos, competente em economia e política, e pessoalmente digna, mas é só a minha opinião e à distância dos fatos que comentas neste teu hilário texto.
E que papel se exigiria de um chefe da Casa Civil só fosse o da defesa de um governo em que acredita e a que pertença?
Golbery do Couto e Silva diria que se pode fazer tudo com a espada do poder, menos sentar-se sobre a ponta de sua lâmina.
Parece que foi Stanislau Ponte Preta quem nos alertou para que não se descambe ao perigoso terreno da galhofa.
Penso que nos queria críticos, mas sem superficialidades afetas mais ao descompromisso que à radicalidade das necessidades mesmas de superar as mazelas que se aponte.
Antes que alguém se apresse a me rotular de algo, que já o fizeram açodadamente em um outro debate aqui mesmo, relembro que sou ainda um trabalhador assalariado da prefeitura de Porto Alegre, onde ingressei por concurso, perdi a recente disputa interna de rumos para nosso país, divergia já em 2001 do programa e da política de alianças que o primeiro governo de Luís Ignácio articulou e esgarçou ainda mais à direita nessa segunda gestão.
E, para o debate sobre o futuro, acrescento que ainda não vejo partido conseqüente à esquerda como é requerido pela nossa situação econômica e política pelos de baixo, que somos a maioria do povo.
valeu frazão, tá (b)votado!
além de todas as questões do passado revolucionário (?) ou de tolices indignas ditas ou desditas sobre ela ou a responsa de sua função (tá lá porque quer, né?) NADA justifica o comportamento truculento, grosseiro, detonador que ela teve e tem com os pequenos e mesmo "grandes" funcionários do planalto e do ministério por onde passou (passando por cima das pessoas como um trator) - conheço senhoras e jovens que chegaram ao choro convulsivo por raiva, indignação, vergonha e tristeza pelos absurdos e descabidos esculachos e grosserias que essa senhora fez e faz com eles...
de que vale um passado de lutas se no presente ....
de tolices indignas ditas ou desditas
Esta frase ofende, pouco acrescenta e muito impede o debate, Sandra.
Eu até hoje não sei se faria a aliança que fez Luiz Carlos Prestes com Getúlio Vargas, após o episódio do assassinato de Olga Benário em campo de concentração nazista.
Sou muito passional e aquele gesto requereu extrema frieza do Cavaleiro da Esperança, que admiro em muitos dos feitos em que esteve de modo verdadeiro ao lado da maioria do povo de nosso país e dos oprimidos de todo o mundo.
O inimigo principal de toda a humanidade eram os nazistas de Hitler, e a eles - pela aliança acordada - Vargas decidira-se finalmente dar combate em defesa, aquele momento, sim, da democracia no planeta.
Então, Sandra Vi, não sei até onde é justo misturar as questões de repartições que têm chefes, o comportamento de chefiados e chefes nelas, as questões de relações pessoais, com a história toda da república e as necessidades históricas do povo.
Se há conduta abusiva desse nível que relatas da ministra, creio que cabe um movimento digno de servidores para cobrar-lhe o assédio moral que dizes estar havendo.
Eu, se me fizerem algo parecido aqui, em que a atual gestão sucedeu por vitória nas urnas 16 anos de administração de Frente Popular que sempre apoiei, atravesso a rua e vou de imediato a meu sindicato, em primeiro, em seguida ao Ministério Público.
É cidadão, contribui, tem direito, e os governantes têm sim deveres e a eles devem ser cobrados os limites que as leis lhes impõem.
Suposições, indagações e reticências não contribuem em nada para avançarmos juntos, os de baixo, à exceção de que queiramos cumprir novamente a triste senda, sina dos movimentos mundiais de esquerda que só se encontram unidos nas cadeias da repressão dos de cima, como está inscrito lamentavelmente na história.
Só para deixar nítido, evidente e palmar: os de cima, conforme a concepção em Florestan Fernandes, para mim, são os capitães do agronegócio latifundiário, os donos ou testa-de-ferro da grande indústria, notadamente as de oligopólio, os financista da banca nacional e internacional pilotos da agiotagem local e mundial, o oligopólio do comércio, das grandes redes, seja de alimentos, seja da indústria cultural, os donos dos meios de comunicação oligopolizados.
Os de baixo, podemos pensar, são os que vivem do pequeno negócio agrícola ou industrial e comercial urbano ou rural ou assalariados e prestadores de serviços, além dos servidores públicos de todas as esferas, dos desempegados e da juventude.
Adroaldo,
Tens razão em muito do que escrevestes. Mas por ser amigo de longa data da Sra. Dilma, recebeste com mais sensibilidade uma critica comum de cidadãos insatisfeitos. Ainda que esteja bem melhor o nosso pais, ainda que pessoas tenham acesso a coisas que não tinham no passado, há pessoas insatisfeitas.
Nunca me esquecerei que o meu primeiro voto, ajudou o Sr. Olívio Dutra a conquistar os 3.000 votos em todo o Estado em sua primeira eleição para governador. Todos os meus votos desde então, sempre foram para o PT.
Mesmo quando me desiludi com o partido em 1991, continuei votando. http://www.youtube.com/watch?v=_emEsSu5t0s
Hoje, acredito que consigo ficar muito mais indignado com as atitudes do governo , do que a sua indignação com este texto. Ter permitido que Israel entrasse no Mercosul na calada da noite, de mansinho e quietinho, é imperdoável! É uma tremenda traição!
Sem falar da forma irresponsável de como o governo vem tratando a cultura.
Por tudo isso, há que se entender as reações dos eleitores.
Mas Adroaldo,
Quero ter sempre vc como amigo, pois os amigos fazem exatamente o que vc está fazendo, e por isso lhe dou os meus parabéns!
Um forte abraço
Só um pitaco: não por ser a maioria do povo que a minoria deve-se se conformar. É, faço parte da minoria.
david.ang · Santa Cruz do Sul, RS 8/4/2008 21:36ah dá um tempo joca, só tava falando da frase do mão santa
sandra vi · Petrópolis, RJ 8/4/2008 23:04ah dá um tempo adroaldo, só tava falando da frase do mão santa
sandra vi · Petrópolis, RJ 8/4/2008 23:05
pô desculpe o joca... foi bobeira de digitação qure tava lendo um texto dele antes
Frazão,
Retornei para reler,
re_descobrir o que está nas entrelinhas.
ESobretudo votar em um texto da melhor qualidade.
Beijos,
Regina
Frazão,
Votar já havia feito. rs...
Regina
parabéns mano!!!!!
O que vou comentar sobre um texto maravilhoso deste?....li, reli e votei...se pudesse votar mais vezes...o faria...bjs!
ops....eu também quero a minha bota....rsrsrsrsr
Tete Frazão · Porto Velho, RO 12/4/2008 14:51
Querido Frazão:
Genial! Muito_Muito_Muito
Criatividade a flor de todos os sentidos... Sen_tidos! rsrsrs
Beijos_Meus*
*
Caros amigos overmanos,
somente agora vi o quanto esta pequena crônica foi prestigiada. Vejo também que fomentou princípio de debate, com a experiência de Sandra, Kais e Adroaldo. Agradeço a todos vocês (comentadores e questionadores), desculpando-me pela ausência.
Meu admirável escritor Adroaldo, realmente a controvérsia é salutar, mesmo se tratando de uma suave crítica humorística que apela para o mínimo de indignação social.
Você sabe que o citado personagem Stanislaw (do jornalista Sérgio Porto) nos alertava (pela boca de Tia Zulmira) que a situação estava resvalando para o perigoso terreno da galhofa – referindo-se ao mesmo hilário de hoje praticado pelos detentores do poder (a galhofa em que se encontra o governo). Hoje, se visse a galhofa instalada em Brasília, Stanislaw usaria um palavrão em vez de galhofa; e o nosso velho conhecido gaúcho "Barão de Itararé" certamente repetiria: “A minha vida pública é a continuação da privada”
Por fim, vejo que a célebre frase de Pitágoras (Escreve na areia as faltas de teu amigo) é ótima para as relações sociais, mas péssima para as relações políticas.
Assim, deveremos usar sempre o nosso humor contra a galhofa instalada no governo.
Grande abraço
Oi, mana,
que bom que você veio! Obrigado.
...xiiiiiiiiii...a julgar pelo noticiário, o "galo" aí da capital do minério do estanho está devendo "botas" pra todo mundo...
O seu número ainda é 34,5 ? rs
Apareça sempre.
Mil beijos, saudades mil.
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
Está no ar o blog de pesquisas do Instituto Overmundo. Você já pode encontrar lá os primeiros dados da pesquisa “Análise de modelos de negócios... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!