Do Brasil dual
Sempre houve,
De riqueza, um excedente
Um verso latente,
Um verbo que ostenta,
E outro que se pretende,
Aninhar-se na dor...
Sempre houve,
Promessas vazias,
Barrigas ocas,
Mãos calejadas e frias,
Que labutam para muitos
E que sangram aos poucos...
(dia após dia)
Sempre houve,
O outro parágrafo,
O silêncio dos passos,
A mesa sadia e lustrosa,
E os olhos desejosos, de cobiça, embaraçados
(almas à revelia)
Sempre houve,
O que olha e o que é olhado,
A letra que paga,
Que vende escravos
O vocábulo que nasce,
Do sentimento de descaso...
Sempre houve,
O sono ao relento,
E o sopro da ventania...
(sempre houve tudo que não devia...)
- Marcos, marcos... esse Pernambuco tá demais, essa pleíade de versejadores, historiadores, agentes sociais... Esta renúncia (de salários) que faz o Over, promete uma Pátria ocupada por sua Nação. só posso lhe dizer parabéns, andre
Andre Pessego · São Paulo, SP 14/7/2007 07:58
muitíssimo obrigado, André.
abraços,
Marcos André,
Excelente poema, parabéns!
Marluce
obrigado, Benny.
obrigado, Linney.
obrigado, Marluce.
abração a todos,
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