Saberá o pálido papel
do veneno e da urgência
que entornam da boca as palavras
ou do júbilo dos corpos multiplicados
em muda agonia de amor?
As palavras que sei nada sabem
do que pressinto no teu peito,
ninho de gemidos.
Nada que eu diga, dirá tudo de ti,
do devanear ou da saudade antiga,
pois que vives já nas minhas veias
semente, veio valioso do desejo.
Do que sei de ti,
tão dentro de mim,
as palavras não sabem dizer.
Ah, Saramar, sorriso de manhã boa, as palavras e as coisas. e essa "coisa" então , elas não dão conta nunca.
bjo
Saramar, de dentro, de sentimento que as palavras não traduzem.
Muito bom para se ler, mesmo no papel que não possui palavras que exprimem, percebe-se, e isso é mais que tudo!
Parabéns
beijo
Olá Saramar,
Nem sempre as palavras podem traduzir o que sentimos, nem o que sabemos.
Belo poema.
abração
Gostei da escolha das palavras, das imagens sugestivas, da musicalidade dos versos.
Beijo.
Minha amiga Saramar,
"Do que sei de ti,
tão dentro de mim,
as palavras não sabem dizer."
Belíssima maneira de tentar dizer o indizível...
Parabéns!
Marcado para voto.
Grande abraço!
Isto que lindo!
"Do que sei de ti,
tão dentro de mim,
as palavras não sabem dizer. "...MA-RA-VI-LHO-SO!
( é assim mesmo)
BJS
ND
Existem coisas que estão além das Palavras e só o não verbal consegue exprimir.
Abraços. Boa semana
Muito Lindo querida poeta Sramar!
Parabens!
Meus votos e meu carinho
beijo
Muito Lindo querida poeta Saramar!
Parabens!
Meus votos e meu carinho
beijo
Parabéns... muito bom, essa falta de explicação...
Se puder dar uma olhada
Do que não digo...o silêncio. O indizível.
Belo Saramar,
Parabéns
Saramar, querida.
Da montanha mais alta vejo a tua alma...de flores...tua escrita- formada de pétalas de uma gérbera que se vai nos mistérios dos ventos...sinto que não voltarão...sei o que dizem.
Noélio
É facinante a tua poesia, minha amiga Saramar. As tuas imagens são maravilhosas. Meus sinceros aplausos e beijos.
Carlos Magno.
Saramar,
Com sempre, a tua poesia traz a marca da criatividade perfeita. Linguagem forte e bela.
Parabéns e meus votos.
Os pálidos papéis costumam nada saber
nem os mais pesados, de mais gramatura
costuma suceder, Saramar,
que buscam entrefolhas e cochichos
saber do íntimo, dos segredos
que não lhes dizemos.
Muita vez só falamos disto,
em voz baixa, no escuro e sós.
quando conhecem de algo assim
sem dó gritam ao mundo copiosamente
Do que sei de ti,
tão dentro de mim,
as palavras não sabem dizer.
Desfecho com chave de ouro.
Gostei muito do poema!
Saramar · Goiânia (GO
DO QUE NÃO DIGO
As vezes, mesmo com o Saber mais profundo, alguns assuntos se tornam difíceis de expressar.
.....Do que sei de ti,
tão dentro de mim,
as palavras não sabem dizer.
Parabéns pelo trabalho táo significativo.
Abracáo Amigo.
Adorei... Especialmente o último verso!
Bruno Rodrigues de Oliveira · Chapadão do Sul, MS 13/8/2008 20:50
...as palavras não sabem dizer
Ah, a pobreza das palavras. Como se quebram! Como são palha e pó ao vento, ao sol. Às vezes são douradas, de tantas chamas, mas se queimam, perdem-se. Ah, a fragilidade das palavras...
Beijos.
Oi, Amiga Saramar:
Quantas vezes nos angustiamos buscando em vão as palavras que possam exprimir em sua totalidade, aquiilo que brota de nosso coração num grito silencioso e elas nunca conseguem exprimi-lo adequadamente?
Muito bela a sua poesia e você encontrou a fórmula adequada de expressá-la.
O que as palavras não disseram, seu coração deixou entrver..
Beijos, Amiga.
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