Alianças
Quem me dera amar novamente,
Como um dia amei tão completamente
( permaneço a amar )
Quem me dera ver a manhã escapar
Pelo ventre daquele que agora se encontra além-mar
Quem me dera sorrir o sorriso dele
Sentir cada passo adiante, durante e depois
Quem me dera voltar a ser dois:
Ele e eu, sem regras ou vedações
Quem me dera me permitir sentir o mesmo
De tudo que sentia até hoje cedo
Quem me dera contar-lhe todos os segredos
E descobrir que o mantinha afastado
Apenas medo.
Quem me dera conseguir sua confiança
Para sofrer comigo
E perceber que o dito
Assim tão bem dito
É verdade explicada
Exalada por todos os poros da realidade
Quem me dera ele realmente me amasse!
É, quem me dera...
II
Vida ,
Haja o que houver,
Estarei em teus sonhos e na tua vida
Deixarei uma porta meio aberta na partida
Tornarei sempre que teceres o amanhecer
Contarás comigo,
Haja o que houver.
Ainda que teus corações me excluam
Ainda que os teus pensamentos me censurem
Serás parte de todos os meus instantes.
Haja o que houver.
Recife – 11/08/09
Olá Marcos,
Apesar de me soarem tristes, tem a leveza da alma do poeta que vai além mar... na plenitude dos sentimentos que se encarregam de veljar e de dar asas à imaginação para quem os apreciam.
Abração
mto lindo o poema.
adorei.
talvez porque meu coraçao ainda tenta a despedida.
bjssssss;
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