E ainda finjo escrever, amor,
quando nem consigo dizer o
quanto te amo e me entrego.
nem consigo dizer das horas
de enlevo, quando me quedo
ao teu lado, contemplando
teus sinais, colhendo suspiros
que imagino de amor, deste
amor que toco com meus dedos
amedrontados, cristal que pode
se romper e entornar minha vida
entre riscos e falhas do chão
em que me recuso a pousar.
Contigo sou pássaro
borboleta e pétala solta
dançando sobre ti, perfumada
e leve para não perturbar a
calma que deixas onde ficas.
Eu te amo, meu amor, tanto mais
quando, sozinha, percebo algo
que me falta, arrancado quando
vais e levas em ti, o cheiro, a saliva,
as palavras, minhas palavras
desse amor infantil, meio sonho
que sinto por ti.
Se você chama isso de fingimento, nem quero ( ou quero ) saber quando começar a ser de verdade... Brincadeirinha, parabéns pela tua sensibilidade & profuuuuuuundidade. Um pouco de sarcasmo não faz mal a ninguém, principalmente nessa ocasião, aliás sarcasmo tem rimas muito interessantes, né ??? o que vem de dentro de nós... isso não dá pra fingir !
Um beijo, Alcanu
Saramar, vou copiar o irmão aí de cima: profuuuuuuundidade.
Um beijo, poeta nº 1.
Menina, quanta inpiração!
Amor do começo ao fim. Estou contagiada por esse amor inebriante...
beijos
Beleza de poema Saramar.
Com a marca da sua sensibilidade...
Abraços!
Saramar
quanta doçura... quanto amor...
Lindo.
bjs.
Saramar,
dulcíssimos versos! tuas poesias sempre belas!
Flores sempre@>--
Saramar, querida e amada poetisa.
Estou com saudades. teus poemas, como esse, são belíssimos quando falam de um amor intensivo e que de repente parece um sonho. Sei que nada finges, mas em que lugar te escondes desse amor que te procura?
lindo
Beijos
Noélio
Bravo!!!
poetisa das melhores que já li.
beijão,
Fran
Finges tanto e tão bem
que escreves com amor
por adorar fingir e amar
que és fingidora maior.
Ou não, Saramar?
Querida Saranar:
Lindo o teu amor sonhado e poetado!
Beijos_Meus*
*
Digo: Saramar. Deve ser o soninho... rsrsrs
Lili_Beth* · Rio de Janeiro, RJ 1/12/2007 00:21
De passagem por teu coraçãozinho bom aqui nesse cantinho te encontrei a fingir que finges, amor.
E não é que queremos todas, eu tão criança ainda também quero assim, saber do amor como aquele infantil desejo, que nos dá a alegria e o prazer e o prazer e o prazer e o prazer e o prazer e mais prazer, que parece agulha trancada em disco de vinil, de tanto prazer que dá o amor assim, Saramar.
bejin de amor amigo, amiga.
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