É tempo de flores
E o jornaleiro vende más notícias
Nas ruas sorrisos cultivam-me amores
E meu vizinho foge da polícia
Meu beija-flor me deu um beijo
E meu advogado virou desempregado
Sou cada vez mais desejo
Por você viraria também um necessitado
Uma canção não me sai da cuca
Embora jorre sangue da televisão
Mas sei que o sal justifica o açúcar
E a mente não explica o coração
Talvez nem houvesse explicação
Se o amor fosse dinheiro
Seríamos todos ladrões...
Linda poesia! e que a flor do amor desabroche a tempo e perfume todo o mundo.
Rose Rocha · Jundiaí, SP 7/7/2009 20:34
Salve, Rose!
Nome apropriado para abrir esse campo de flores
de que tanto é necessário para perfumar o mundo...
Obrigado, minha flor.
Abraço Pantaneiro.
é a vida, poeta! carissima e tao desperdiçada!
e o amor....essa engenhoca maravilhosa que nos prende
nessa louca aventura que é viver, né mesmo?!
bjs♥;;
flores.........basta uma pra vivermos!
bjs♥;;
Isso mesmo... a par das "tão cultuadas" más notícias é preciso divulgar as boas iniciativas (que florescerão em bons exemplos), assim como esse vosso poetar tão natural e autêntico... abraço, mesmo!... beleza!
Marcos Filho · Campo Grande, MS 10/7/2009 17:37
Salve, Cláudia!
Vida caríssima e desperdiçada, de fato!
Dou-lhe a mais bela das flores - a amizade...
Abraço Pantaneiro
Salve, Marcos!
Tão bem exprimistes meu pensamento
que penso que o pensaste
e eu o exprimi!
Obrigado.
Abraço Pantaneiro.
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