Na solidão muitas e muitas vezes
encontramos nossos fantasmas:
do passado,
as certezas do que não volta
e o desejo de o desejo voltar
- mesmo sem querer -
para as dores, invisíveis aos olhos
e espinhos ao peito,
arrefecer;
do presente,
o momento, o instante
de fazer arder diferente
mas da mesma forma,
os caminhos do corpo
para empenhar o coração
no curtume dos 'sentires';
do futuro suposto
a dúvida e as incertezas
de, mesmo com todas as rezas,
mesmo a querer que seja tudo novo,
incendiar com o mesmo desejo
e fogo, o corpo combustível
do outro corpo.
Oh! Lindinho
Não me faz chorar...rs.
silencio...solidão...
uma merda....
Menino Lhindo, que crateras lindas são essas? Cor e imagem, perfeitas!
São formigueiros?!
Bela análise poética dessa tão solidão...
Já qu é parceira consentida, que fique e se comporte como uma boa companheira, aquela sempre necessária, para nos encontramos, o que é também louvável!
Em nada adiantará remoer e remover o passado, este não voltará. Das belas coisas vividas, tiremos lições, guardaremos as lembranças. O futuro dizem que "a Deus pertece"... Mas pertence também a nós. Viver nesse momento com tudo de bom que projetamos, é ter a certeza de que no presente foi plantado e cultivado bem a semente. Um dia a cada vez, aqui o agora do momento em que se vive. Os demais tempos, saõ meros reflexos do que se foi e do que poderá vir a ser!
Vivemos os nosos presntes, na cosciência e a luz das nossas vidas. E tudo tem o seu momento: um após um, dia após dia... E o que devemos saber, é que um dia também será passado.
Grande abraço!
Gosto demais deste poema.
Já o li umas trinta vezes.
Parece-se muito com minha própria solidão.
beijos
estou aqui Andre, e agradeço mais uma vez pela tua gentileza e como poetou teu sentimento sobre os meus parcos escritos. Um bj e votei 10.bj
Cintia Thome · São Paulo, SP 18/10/2007 21:25
voltei para votar e guardar entre os meus preferidos.
beijos
Os fantasmas sempre nos atormentam nas horas de solidão, e dá um trabalho danado afugentá-los...
Fantástico.
Votadíssimo.Parabéns.
Aaahhhh, fechei os 60 overptos!!!
Quantas honras, todos os dias...
Beijo GRANDE!!!
Grande André.
Das dores a poesia, da tristeza a beleza, da solidão para a profusão da vida.
belo,
abraços
Noélio
Olá amigo André, adorei esta tua reflexão poética. Meus sinceros aplausos e abraços.
Carlos Magno.
André, de solidão entendo. A minha é diferente não é triste, é companheira e amiga.
Muito bonita mesmo é a sua poesia.
Bjs querido
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