ELA
Olho-te e estremeço
Tremo, turvo a vista, toldo a alma
Esse torvelinho eu não mereço
Eu quero a vida calma
Olho-te e é desalinho
Quase um desastre no começo
Eu quero a vida calma.
Tudo roda
Quando chegas
Tudo é precipício
Quando partes
Eu não sei viver
Essa tragédia grega
Eu quero tudo em paz
E quero arte.
Só os idiotas pensam o contrário de você meu irmão.
Obrigado por nós dois.
O que falta a este Estado são políticos com vergonha na cara que se imponham a impedir que asneiras deste tipo, sequer sejam pensadas.
Um abraço
Naeno
Valeu poeta, adora sua poesia e sua música, sua arte. Abraços de um conterrâneo das bandas de Picos.
Vilebaldo Nogueira Rocha · Picos, PI 8/2/2009 18:34Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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