Com pés de círio
E um bafejar de abadia eunuca,
O Pai me pesa
– alfarrábios não lidos.
Crava-me fugas no dorso...
E clamo por marinheiros
Das grades do situado,
No indefinível absorto.
Ainda tanto a soar
Sob a mordaça sutil
De quem me adensa e me castra!
Não-quisto, sim, mas viceja
A salvo das reticências,
Onde minha Mãe já não afaga!
Poema recente.
Uau! Sentir o momento, que coisa fantástica! Abreijos,Diego.
Dayvson Fabiano "Imorrível" · Recife, PE 24/3/2009 10:04
Nossa ! senti um puta apelo à libertação....de todos os dogmas e pré--conceitos em seu poema.....
demaissssssss
bjsssssssss;)
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