Da tua boca
a marca, em pele.
Vislumbres de um
futuro que conservo
em saudade.
Nas convexas
de tua carne
rabisco poesia.
Côncavas
curvas onde
convoco meus
cromáticos
sentidos.
Nada é relativo e
em nossas leis,
somos os dois, do tempo
forasteiros e do espaço,
matéria dividindo
um mesmo lugar.
(Dom Will)
(...)
Côncavas
curvas onde
convoco meus
cromáticos
sentidos.
(...)
Escrita por Caroline Almeida.
Antes cantava os olhos, hoje canto todo o resto circundante...
Um bom poema!
Um ótimo ritmo dado pela sonoridade das palavras.
As imagens poéticas complexas,
mas bem ligadas ao êxtase.
No é-terno,
Ei,Willl.... que bom vc ter retornado!!
Nada como uma experiência empírica...hehee...o título foi perfeito! A poesia revestindo a pele... e seus cromáticos sentidos ( adorei essa imagem!) ...e olha a sintonia...estou a escrever um poema que surgiu a partir dessa palavra 'cromático'...achei essa sincronicidade bárbara!!! Assim que eu puder , postarei ele aqui...
Que a Caroline continue te inspirando a poemas tão cromáticos como este...Forasteiros do tempo...os amantes são sempre uma bela matéria-prima para o poeta que possui a alma aberta e a sensibilidade á flor da pele...você é assim...
Um beijo azul...
E continue me inspirando...sempre...
Blue...
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