Busco um tesouro guardado
Roubado em meu peito
Que fica assim desfeito
Sem teus olhos claros
Esse jeito de quem ama demais
E se esconde por trás da palavra
Sorriso largo de não se conter
Num abraço apertado
Finge que vai morrer
É olho encantado
Feitiço de me prender
Fico assim perdido em mim
Seus passos são descaminhos
Atalhos que não tem fim
RANGEL...
Esse poema tem cara de sucesso!
Já pensou em musicá-lo?
É simples, bonito e junto a uma melodia (talvez pop), com certeza alcançará o grande público. É uma opinião de produtor musical...
Gostei da linguagem... É moderna!
Abraços.
Lailton Araújo
Salve, Laílton!!!
Seria interessante uma parceria...
Que tal?
Amigo Rangel!
As rimas desencontradas que colocaste neste poema
lhe dão uma sonoridade (ou musicalidade) que o tornam mais fascinante.
Parabéns e abraços
Rangel, Salve!
Palavras de ferir amplidão...,
Marcas de um grande Poeta.
Abçs. Benny.
Meus grandes amigos!!!!!!
Salve, Agenor!!!
Salve, Benny!!!!
Agradeço emocionado seus gentis elogios...
Abraços pantaneiros....
Realmente, o encantamento é um desvario. Difícil um que não se perca abobado com tanto delírio. O mais grave é justamente quanto nos perdemos em nós mesmos.
Beleza, Rangel.
abcs
Eu me perdi um pouco neste poema, Rangel. Mas gostei do clima.
José Telmo · Belo Horizonte, MG 12/8/2007 18:05
Salve, Araguaina!!
Matou a charada, jjleandro!!!
Rangel.
Os tesouros roubados do peito, do coração, da alma, voltam em dobro.
Gostei muito.
Noélio
Salve, Belo Horizonte!
José Telmo, a intenção era mostrar o quão perdido
a gente fica ao estar apaixonado...(até atalhos passam a não ter fim).
Foi isso que aconteceu?
Salve, Belém!!!!
Noelio, aguardava ansioso um comentário seu.
Obrigado!
Que lindo, lindo. Também acho que vale uma música. Prazer conhecê-lo.
Bel Fonseca · Belo Horizonte, MG 14/8/2007 21:32
Bel, achei teus escritos maravilhosos...
Obrigado pela visita.
O prazer de vê-la será sempre meu!
Nossa!
que lindo poema, Rangel.
gostei muito, belíssimo.
abraços
Fran
Salve, Francinne!!!!
Obrigado pela visita!!!!!
Quando este poema foi colocado no Overmundo, estava eu, certamente, no primeiro ou segundo dia de minha estada. Perdido ainda, não tinha visto... Agora, examinando a caixa-forte do banco, encontrei este diamante...
Tomei a liberdade de imprimir, para ler de vez em quando...
Bravíssimo, Rangel! O meu voto tardio e a minha admiração.
Baduh
Baduh, lhe entrego a chave de meu arquivo, pode revirar tudo que depois eu dou um jeito!
Fique à vontade...
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