ARRISQUEI
Arrisquei
falar,
plantar,
colher.
Arrisquei
saltar,
cantar,
voar.
Arrisquei
abrir,
seguir,
sorrir.
Arrisquei
ouvir,
sentir,
nutrir.
AGORA
O poeta
não escolhe hora.
É agora.
Explodem
emoções,
pulsam sensações.
Palavras
ressoam
espontâneas,
sempre.
Aqui,
agora.
MEL
Adoça
a vida
minha,
tua.
Enche de paz
o céu,
a terra.
Recolha
o fel,
deixa o mel.
BROTO
No mergulho,
a sede.
Viagem,
silêncio,
limite.
Longe,
suspiro,
alÃvio,
sopro,
broto.
O novo.
SELVA DE PEDRA
O concreto
domina
a paisagem.
Esconde
almas,
oprime
movimentos.
Selva de pedra,
sem estrelas
nem vida.
Nossa! voce trouxe poemas intensos e lindos
à minha solidao.
que boa cia...obrigada.
bjsssssss;)
Cláudia,
Mais uma vez obrigada pelos elogios!
Você é generosa nos comentários. E me incentiva a continuar persistindo nessa caminhada da produção textual. No gênero poesia arrisco, com receios, quando surge no peito alguma inspiração que vem de observações do cotidiano, de alegria, tristeza e, às vezes, de solidão.
Grande abraço,
Graça
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