Entre a rotina e a vontade,
sob disfarce, a constatação.
Minha contraditória realidade,
a mercê de sua paixão.
Me abandono à impunidade
De seus sentidos, sofreguidão
vestígio de espontaneidade
de um congelado coração.
Por que amar novamente?
constante indagação.
Que de novo a vida enfrente...
Pra cada perda, uma reparação.
Libertando-me, finalmente,
dessa doce e vil prisão.
Depois de um longo período afastada, volto ao Overmundo com essa simples poesia.
Rita Alves · Rio de Janeiro (RJ)
ENTORPECIDA
Uma linda Poesia sobre a vida e a dura realidade de chances e de encontrar amor e Humanidade.
...Pra cada perda, uma reparação.
Libertando-me, finalmente,
dessa doce e vil prisão...
Parabéns pela graciosidade e sabedoria.
Abração Amigo.
...e necessitamos desse amor cativo!
de nos prendermos em laços tantos de ternura.
só o amor nos mantem "presos" á vida.
gostei mto mto mto.
bjssssss;
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